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	<title>Sete Lagoas Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>Sete Lagoas Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Licitação da estrada entre Sete Lagoas e Araçaí é homologada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:11:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pavimentação da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí deu um passo importante. A licitação para execução da obra, no valor de R$ 69,4 milhões, foi homologada. A vencedora foi a empresa L.M. Empreendimentos e Consultoria Ltda. Os próximos procedimentos são a assinatura do contrato, a emissão da ordem de serviço e, posteriormente, o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A pavimentação da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí deu um passo importante. A licitação para execução da obra, no valor de R$ 69,4 milhões, foi homologada. A vencedora foi a empresa L.M. Empreendimentos e Consultoria Ltda. Os próximos procedimentos são a assinatura do contrato, a emissão da ordem de serviço e, posteriormente, o início das obras. A pavimentação é uma antiga reivindicação dos moradores de Sete Lagoas, Estiva, Silva Xavier e Araçaí. A distância entre Sete Lagoas e Araçaí é de 33 km. O tempo estimado do percurso da viagem entre as duas cidades é de aproximadamente 41 minutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma notícia muito importante para Sete Lagoas e para toda a região. A licitação está homologada, já temos a empresa vencedora e o próximo passo é a assinatura do contrato para que, muito em breve, possamos iniciar essa obra tão sonhada pela população. Quem passa pela Estiva, por Silva Xavier e por Araçaí sabe o quanto essa pavimentação vai transformar a vida das pessoas, melhorar o deslocamento e trazer novas oportunidades para toda a região”, destacou o prefeito de Sete Lagoas, Douglas Melo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer ao governador Mateus Simões, que deu continuidade a esse projeto, e também ao ex-governador Romeu Zema e ao DER-MG, que foram importantes nessa caminhada. Quando ainda era deputado estadual, trabalhamos para incluir essa obra no acordo da Vale e garantir os recursos. Hoje, estamos muito próximos de transformar esse sonho em realidade”, afirmou.</p>
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		<title>Azedinha: sabor, saúdee segurança alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Antonio Henrique de Souza, Bolsista FAPEMIG; e Marinalva Woods Pedrosa, Pesquisadora da EPAMIG Centro-Oeste &#8211; Prudente de Morais, MG Atualmente, a escolha do consumidor está cada vez mais orientada para alimentos de alta qualidade que priorizam suas propriedades nutricionais. As hortaliças desempenham um importante papel na dieta humana e ocupam um lugar de destaque [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Antonio Henrique de Souza</strong>, Bolsista FAPEMIG; e <strong>Marinalva Woods Pedrosa</strong>, Pesquisadora da EPAMIG Centro-Oeste &#8211; Prudente de Morais, MG</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a escolha do consumidor está cada vez mais orientada para alimentos de alta qualidade que priorizam suas propriedades nutricionais. As hortaliças desempenham um importante papel na dieta humana e ocupam um lugar de destaque entre as culturas alimentares, normalmente designadas como “alimentos protetores”, pois fornecem quantidades adequadas de vitaminas e minerais, além de serem fontes de antioxidantes naturais, como polifenóis, carotenoides e vitaminas C e E. Globalmente, a diversidade de culturas e o valor nutricional das hortaliças são essenciais para melhorar a soberania, segurança alimentar e nutricional (SSAN). A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária mínima de 400 gramas de frutas e vegetais para adultos (excluindo batatas e outros alimentos ricos em amido) para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, além de auxiliar a prevenção de várias deficiências nutricionais. Essa quantidade deve ser distribuída em cinco porções ao longo do dia, sendo essencial que pelo menos uma delas inclua vegetais de folhas verdes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesse contexto, as plantas alimentícias não convencionais (PANC) emergem como alternativas promissoras, pois aliam elevado valor nutricional à grande diversidade de usos culinários. Essas plantas são ingredientes importantes na culinária de diferentes regiões brasileiras e apresentam potencial para se tornarem elementos-chave no combate à insegurança alimentar. No Brasil, há uma grande diversidade de espécies vegetais consideradas PANC, sendo tradicionalmente consumidas frescas ou usadas para fazer sucos, ensopados, saladas, doces, geleias, sorvetes, refogados e bolos. Dentre as hortaliças folhosas azedinha, almeirão-de-árvore, beldroega, capuchinha, ora-pro-nóbis, peixinho e taioba são algumas das PANC que vêm ganhando destaque.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A azedinha pertence ao gênero Rumex composto por cerca de 200 espécies e algumas dessas espécies podem ser consideradas ervas daninhas, enquanto outras são incorporadas em dietas, usadas como forragem, plantas melíferas e/ou medicinais. No Brasil, a azedinha (Rumex acetosa L.) raramente floresce devido às condições climáticas. Em razão disso a propagação é realizada de forma vegetativa pela divisão de touceiras. É uma planta herbácea perene, de fácil propagação e cultivo, além de alta resistência a pragas, doenças e às condições ambientais adversas. As folhas da azedinha são ricas em compostos fenólicos, com efeitos antioxidantes, bem como cardioprotetores, promotores do sistema imunológico, antibacterianos, anticancerígenos e anti-inflamatórios. O consumo das folhas se dá principalmente em saladas e sucos, podendo também compor pratos assados e ensopados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Dessa forma, a azedinha se apresenta como hortaliça de grande potencial para integrar a alimentação dos brasileiros. Valorizar seu cultivo e consumo significa incentivar a agrobiodiversidade, fortalecer a agricultura familiar e ampliar o acesso da população a alimentos mais saudáveis e diversificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Mais informações: (31) 2120-0159 ou epamigcentrooeste@epamig.br</strong></em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Matéria técnica extraída da Revista <a href="https://www.cooperando.agr.br" data-type="link" data-id="www.cooperando.agr.br"><strong>COOPERANDO</strong></a>, edição 679, de 15 de julho de 2026</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mais uma missão cumprida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por TI Rei (Reinaldo Pessoa) A vida continua passando. Sei que o meu tempo diminui a cada dia. Quanto tempo me resta, eu não sei. Então, vou viver o que me resta fazendo o que gosto. Isso, sim, é qualidade de vida. A felicidade não depende do que falta, mas do bom uso daquilo que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>TI Rei </strong>(Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida continua passando. Sei que o meu tempo diminui a cada dia. Quanto tempo me resta, eu não sei. Então, vou viver o que me resta fazendo o que gosto. Isso, sim, é qualidade de vida. A felicidade não depende do que falta, mas do bom uso daquilo que já temos. Se eu não parar para celebrar, a vida vira apenas uma enorme lista de tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando era criança, não imaginava como seria quando me tornasse um idoso. Não imaginei ser prefeito, governador, presidente, médico, dono de banco… nada disso. Agora sei que ser idoso é bem divertido. Posso acordar tarde, tirar um cochilo depois do almoço. Não tenho lição de casa nem provas; quem tem é minha neta. Não preciso tirar leite: essa tarefa é dos bezerros, e eles a fazem com muito prazer.<br>Posso selar uma das minhas éguas, cavalgar à beira do rio, aproveitar a brisa fresca ou ir à casa do vizinho na hora do café. Nas trilhas, pessoas gentis até abrem as porteiras para mim. Posso comer o que quiser, porque ninguém me impede. Posso simplesmente fazer o que gosto: cantar, ouvir música, assistir a filmes e novelas, fazer trilhas e, quando tenho dinheiro no bolso, ir aonde quiser. Muitos da minha idade não percebem o quanto são abençoados e livres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Assim organizamos e realizamos a 38ª Cavalgada Riachão à Conceição, para participar do 239º Jubileu do Senhor Bom Jesus. A cavalgada é outra, mas o pedido continua o mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Senhor Bom Jesus, abençoe nossos projetos. Viabilize sua realização, amenize as dificuldades e direcione Tua luz para nossas ideias. Conceda-nos criatividade e sabedoria para atingir nossos objetivos. Dá-nos proteção e paz para encontrarmos serenidade, fé para seguir em frente e esperança de alcançar nossas conquistas. Diante dos desafios, clamamos por força e determinação; coragem para superar a insegurança e enfrentar o que for preciso; paciência para esperar o momento certo de agir e sabedoria para distinguir quando não devemos arriscar. Que possamos tomar nossas decisões com discernimento.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="576" style="aspect-ratio: 1024 / 576;" width="1024" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/07/260723-Cavalgando-Video.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Seguimos cavalgando com o coração de portas abertas para receber tudo de bom que a vida nos reserva. As cangalhas e as selas, bem ajustadas pela Selaria Sete e usadas com sabedoria, não causam machucaduras.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ânimos se exaltaram quando avisaram que o próximo pouso não estava longe. O anfitrião era um companheiro prestativo, honrado e acolhedor, estimado por todos nós, gente da melhor qualidade. Encontramos ótima alimentação para os cavalgantes e fartas pastagens para os animais. Todos ficamos maravilhados com a recepção dos anfitriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ali na cozinha, a lenha queimava no fogão, o frango fervia cheiroso, e o caldo começava a engrossar. Os olhos se dividiam entre as labaredas coloridas e a travessa de angu com quiabo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo pode passar depressa: horas, dias e meses. Mas os meus momentos, meus sentimentos e as pessoas de quem gosto ninguém conseguirá levar. Sei que envelhecemos cedo demais e nos tornamos sábios tarde demais.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta 38ª Cavalgada, aconteceu tudo aquilo que nos faz bem. Confirmamos que, quando acreditamos em nós mesmos e colocamos nossa fé no Senhor Bom Jesus, tudo dá certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Obrigado!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com capricho, fazendo o melhor com as condições que temos, não sei até quando, mas vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Antes da primavera, o que fazer para garantir a produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:38:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Julho e agosto são meses estratégicos para a pecuária leiteira, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O período seco exige maior atenção do produtor. A redução das chuvas diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, impactando diretamente a produção de leite, a reprodução do rebanho e os custos da atividade. Ao mesmo tempo, esse [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Julho e agosto são meses estratégicos para a pecuária leiteira, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O período seco exige maior atenção do produtor. A redução das chuvas diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, impactando diretamente a produção de leite, a reprodução do rebanho e os custos da atividade. Ao mesmo tempo, esse é o momento ideal para preparar a propriedade para a chegada da primavera, quando as pastagens voltam a crescer.<br>O primeiro ponto de atenção é a alimentação do rebanho. Nesta época do ano, o capim apresenta menor crescimento e perde valor nutritivo. É fundamental utilizar os alimentos conservados produzidos anteriormente, como silagem de milho, silagem de sorgo, feno e cana-de-açúcar com suplementação adequada. A oferta de concentrado deve ser ajustada conforme a produção de leite de cada lote, evitando desperdícios e mantendo a eficiência.<br>Outro cuidado importante é o monitoramento da condição corporal das vacas. Animais que perdem peso durante a seca apresentam menor fertilidade, produzem menos leite e ficam mais suscetíveis a doenças.<br>A disponibilidade de água limpa e fresca é prioridade, mesmo durante o inverno. Uma vaca leiteira pode consumir entre 70 e 120 litros de água por dia. Bebedouros devem ser limpos frequentemente e mantidos em perfeitas condições de funcionamento.<br>Julho e agosto também são excelentes meses para realizar o planejamento forrageiro da próxima safra. O produtor deve avaliar o estoque de silagem, calcular a necessidade de alimento para os meses seguintes e definir a área destinada ao plantio de milho ou sorgo para ensilagem. Quem pretende reformar pastagens deve aproveitar este período para fazer análise de solo, adquirir sementes e programar a aplicação de calcário e fertilizantes antes do início das chuvas.<br>A análise química é uma ferramenta indispensável. Com base nos resultados, é possível corrigir a acidez e planejar uma adubação mais eficiente, reduzindo custos e aumentando a produtividade das pastagens.<br>Na área sanitária, o inverno favorece algumas enfermidades respiratórias, principalmente em bezerras mantidas em ambientes fechados e com pouca ventilação. A limpeza das instalações, o fornecimento de cama seca e o manejo adequado ajudam a reduzir esses problemas.<br>O controle de mastite merece atenção permanente. A higiene durante a ordenha, a manutenção dos equipamentos, a desinfecção dos tetos antes e após a ordenha e a realização do teste da caneca de fundo preto continuam sendo práticas essenciais para reduzir perdas de produção e melhorar a qualidade do leite.<br>Julho e agosto também são períodos indicados para revisar ordenhadeiras mecânicas, tanques de resfriamento, tratores, vagões forrageiros e demais equipamentos da propriedade. Na reprodução, é importante revisar os índices zootécnicos do rebanho. Um bom planejamento reprodutivo garante maior número de partos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10 ações que fazem diferença na rentabilidade da fazenda leiteira</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Faça um inventário dos alimentos<br>Calcule quanto resta de silagem, feno, pré-secado e concentrados. O objetivo é garantir alimentação de qualidade até o retorno das chuvas, evitando mudanças bruscas na dieta.</li>



<li>Avalie o escore corporal das vacas<br>Vacas muito magras apresentam menor produção de leite e redução na taxa de prenhez. O escore corporal deve ser acompanhado periodicamente, principalmente nas vacas em lactação e no pré-parto.</li>



<li>Não economize na água<br>Mesmo no inverno, uma vaca de alta produção pode consumir mais de 100 litros de água por dia. Bebedouros limpos e com água fresca refletem diretamente na produção de leite.</li>



<li>Prepare as pastagens para a primavera<br>Realize análise de solo, programe a calagem, adquira fertilizantes e sementes e organize o cronograma de recuperação das áreas de pastejo antes do início das chuvas.</li>



<li>Revise a ordenhadeira<br>Troque mangueiras desgastadas, confira teteiras, pulsadores, sistema de vácuo e faça manutenção preventiva. Equipamentos regulados reduzem casos de mastite e melhoram a qualidade do leite.</li>



<li>Atenção às bezerras<br>Proteja os animais do frio, mantenha camas sempre secas e ofereça alimentação adequada para evitar queda no desempenho e doenças respiratórias.</li>



<li>Atualize o calendário sanitário<br>Revise vacinas, controle de verminoses, ectoparasitas e demais procedimentos recomendados pelo médico-veterinário responsável pela propriedade.</li>



<li>Analise os números da fazenda<br>Acompanhe indicadores como produção por vaca, custo por litro de leite, taxa de prenhez, intervalo entre partos e Contagem de Células Somáticas (CCS). Gestão eficiente começa com informação.</li>



<li>Capacite a equipe<br>Treinamentos em boas práticas de ordenha, bem-estar animal, manejo de pastagens e segurança no trabalho aumentam a eficiência e reduzem perdas.</li>



<li>Planeje a próxima safra<br>Julho e agosto são meses ideais para definir metas de produção, estimar investimentos e organizar o planejamento forrageiro da propriedade.</li>
</ol>
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		<title>Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[moscas no curral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Daniel Sobreira Rodrigues, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG. O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Daniel Sobreira Rodrigues</strong>, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de Minas Gerais. Embora nas regiões Norte e Centro Oeste do Brasil, ocorra já há algum tempo, apenas agora está atingindo de forma significativa o nosso Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação dos produtores procede, pois, com a introdução dessa enfermidade, o setor está observando o custo de produção se elevar de forma definitiva. Isso, porque além da perda de animais, dos altos gastos com tratamentos e da redução do desempenho produtivo do rebanho, a doença tem caráter endêmico. Isso quer dizer que, infelizmente, ela deve continuar por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, mas o que as moscas tem a ver com essa história? A questão é que a transmissão da doença se dá por via sanguínea, e insetos que se alimentam de sangue e agulhas contaminadas costumam ser as principais fontes de infecção. Diferentemente do Pantanal, onde os surtos da doença estão relacionados principalmente às “mutucas”, aqui o principal inseto transmissor é a “mosca dos estábulos”, que, por causa de suas dolorosas picadas, também causa grande incômodo aos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mosca tem o aspecto muito parecido com o da “mosca comum” ou “mosca doméstica” e, assim como ela, também aumenta sua população a partir de agora, com a chegada do calor e das chuvas. Em propriedades produtoras de leite da Região Central do Estado, o esterco de bovinos acumulado ao ar livre geralmente é o criatório mais significativo. Portanto, o manejo de esterco desempenha um importante papel, sendo considerada a medida mais eficiente para o controle dessas populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, existem diversas alternativas, como: cobrir os montes com lona por período de 90 dias ou mais; distribuir em finas camadas o material acumulado por até sete dias, em áreas de pastagem, capineira ou cultura; utilizar os sistemas de esterqueiras cobertas, produção de húmus, compostagem, biodigestores, lagoas de estabilização, até sistemas de tratamento mais complexos, que envolvem a aeração do efluente e a recirculação do lodo. Todos, manejados corretamente, irão reduzir drasticamente a proliferação de moscas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, adotar qualquer das alternativas citadas, parece significar a incorporação de mais uma tarefa a uma rotina já sobrecarregada, e mais um elemento ao custo de produção. No entanto, na verdade, a destinação dos efluentes gerados é uma etapa obrigatória do sistema. Não há como evitá-la. Além disso, se bem feita, gera uma série de benefícios diretos e indiretos que precisam ser considerados. O que ocorre é que, muitas vezes, essa questão é relegada a um segundo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com o advento da tripanosomose em nosso meio, o assunto surge novamente, mas dessa vez em caráter de urgência. Juntamente com a não introdução de animais de regiões afetadas e a não reutilização de seringas, essa é uma das principais formas disponíveis para se conter a expansão e o impacto da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o produtor tenha maiores chances de sucesso no controle da “mosca dos estábulos” e utilize as opções mais adequadas para a sua realidade, como sempre, se recomenda um acompanhamento técnico de qualidade.</p>
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		<title>Revista COOPERANDO de maio disponível na Coopersete e aqui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição: Manejo do Milho para Alta Produtividade O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manejo do Milho para Alta Produtividade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 de junho no Parque de Exposições JK.﻿ Evento técnico sobre manejo do milho para altas produtividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: 27 de junho.﻿ Local: Parque de Exposições JK. Foco em tecnologias que impactam o bolso do produtor. Importância do conhecimento para produtividade.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavra da Direção e Planejamento Agrícola</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretoria reforça a importância do planejamento para o manejo de insumos, água e produção de silagem, especialmente em períodos de seca.﻿ Planejar compra de insumos para evitar dificuldades futuras.﻿ Investir na conservação de nascentes e reservatórios de água. Organização da produção de silagem para enfrentar a estiagem.﻿ Compra de insumos na Coopesete com preços atrativos e facilidades de pagamento.﻿ Cada compra fortalece a cooperativa e o produtor.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia de Silagem de Custo Zero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da silagem depende do manejo na retirada do silo, com recomendações para evitar deterioração e perdas.﻿ Fermentação anaeróbica dura cerca de 3 semanas.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exposição ao ar causa deterioração por fungos e leveduras.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Remover a silagem rapidamente, de 20 a 30 cm por dia.﻿ Dimensionar o silo conforme o consumo diário do rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Técnicas de corte e manejo sem custo garantem qualidade e economia.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Plantas Invasoras nas Pastagens</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Controle do sapé e rabo-de-burro é essencial para manter pastagens produtivas, com métodos como arrancar touceiras e uso de herbicidas ou aração.﻿ Rabo-de-burro controlado por arrancamento antes da floração.﻿ Sapé controlado por aração ou herbicida, seguido de plantio de gramíneas.﻿ Queima antes da aração em áreas altamente infestadas.﻿ Evitar superlotação para prevenir reinfestação.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recuperação de Vacas sem Cio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vacas magras com anestro podem levar mais de 8 meses para recuperar a atividade ovariana, dependendo do ganho de peso diário. Necessitam de 30% ou mais de aumento de peso para retomar o ciclo.﻿ Recuperação lenta se o peso não for recuperado adequadamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Causas da Ausência de Cio em Vacas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de cio é geralmente causada por fatores nutricionais ou patologias uterinas e ovarianas.﻿ Diagnóstico de gestação e condição corporal são essenciais.﻿ Vacas em boa condição podem não apresentar cio devido a problemas de saúde.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização da Cavalgada Riachão a Conceição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cavalgada é uma tradição de nove dias, promovendo fé, paciência e união, com preparação cuidadosa de equipamentos e animais.﻿ Participação no Jubileu do Senhor Bom Jesus.﻿ Encontros com amigos e familiares. Organização de trilhas, cargas e alimentação dos animais. Enfatiza valores de simplicidade, fé e convivência harmoniosa.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados na Produção de Leite no Inverno</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho exige atenção ao manejo, alimentação, sanidade e planejamento para manter a produção de leite durante a seca.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejar armazenamento de alimentos conservados.﻿ Monitorar estoques e suplementação mineral.﻿ Revisar lotes de produção e condição corporal. Garantir água limpa e fresca para o rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Separar vacas por níveis de produção para melhor aproveitamento.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforço na Reprodução e Sanidade de Bezerras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho é ideal para revisar protocolos reprodutivos, realizar diagnósticos e cuidar das bezerras para garantir longevidade e produtividade futura.﻿ Melhor clima para índices reprodutivos.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter calendário de vacinação atualizado.﻿ Monitorar verminoses, carrapatos e moscas.﻿ Investir no desenvolvimento de bezerras com abrigos e alimentação adequada.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produtores de Maior Destaque</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores de leite em maio de 2026 tiveram destaque na quantidade de leite produzida, com Victor Collin liderando com 1.077.121 litros. Na sequência, Mauro Antônio Costa de Araújo: 812.665 litros.﻿ Outros destaques incluem Celina Puntel, Carlos Gonzaga e Agropecuária Teixeira Machado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores representam uma parcela significativa da produção mensal.<strong></strong></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/COOPERANDO_678_JUN_2026.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de COOPERANDO_678_JUN_2026."></object><a id="wp-block-file--media-19ff3079-78d4-4ebd-bdfc-2974728dad99" href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/COOPERANDO_678_JUN_2026.pdf">COOPERANDO_678_JUN_2026</a><a href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/COOPERANDO_678_JUN_2026.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-19ff3079-78d4-4ebd-bdfc-2974728dad99">Baixar</a></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Javali em Minas Gerais: Controle Legal e os Riscos da Nova Lei Estadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Advogado]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Javali]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado O javali e o seu híbrido, o javaporco, deixaram de ser apenas um incômodo para se tornarem a maior ameaça biológica e econômica ao agronegócio de Minas Gerais. Em poucas horas, uma vara desses animais pode devastar hectares inteiros de milho, cana-de-açúcar ou pastagens. Mas o prejuízo não é apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">O javali e o seu híbrido, o javaporco, deixaram de ser apenas um incômodo para se tornarem a maior ameaça biológica e econômica ao agronegócio de Minas Gerais. Em poucas horas, uma vara desses animais pode devastar hectares inteiros de milho, cana-de-açúcar ou pastagens. Mas o prejuízo não é apenas o que eles comem: esses animais são reservatórios de doenças graves, como a Peste Suína Clássica e a Febre Aftosa, que têm o potencial de paralisar as exportações de carne do Brasil inteiro se um foco for detectado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a promulgação da <strong>Lei Estadual nº 25.625</strong>, em dezembro de 2025, o produtor mineiro ganhou um respaldo importante para defender sua terra. No entanto, o &#8220;labirinto&#8221; de leis federais continua ativo e rigoroso. Para o senhor que possui sítio, fazenda ou empresa agropastoril, entender a diferença entre &#8220;caçar&#8221; e &#8220;fazer manejo&#8221; é a linha que separa a proteção do seu patrimônio de uma prisão em flagrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. A Base Jurídica: Por que a Caça é Crime e o Manejo é Exceção?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, vigora o princípio de que a fauna pertence à União. Por isso, a regra geral é de proibição total, e qualquer ação fora das normas é tratada com rigor extremo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei Federal nº 5.197/1967 (Código de Caça):</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 1º Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Comentário do Especialista:</strong> O javali é uma &#8220;espécie exótica invasora&#8221;. Por não ser nativo do Brasil, ele não goza da proteção desta lei, mas o senhor só pode abatê-lo se estiver rigorosamente enquadrado como &#8220;controlador&#8221; autorizado. Sem a papelada correta, o abate de um javali é tratado pela fiscalização com o mesmo rigor do abate de uma onça ou de um mico-leão. <strong>Não se engane: sem registro, você é caçador ilegal; com registro, você é agente de manejo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. A &#8220;Legítima Defesa&#8221; da Lavoura: O que diz a Lei de Crimes Ambientais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Lei nº 9.605/1998</strong> prevê que não há crime quando o abate é feito para proteger a produção, mas impõe uma condição inegociável: a autorização prévia da autoridade competente.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei nº 9.605/1998:</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 37. Não é crime o abate de animal, quando realizado: [&#8230;] II &#8211; para proteger lavouras, pomares e rebanhos da ação voraz ou destruidora de animais, desde que legal e expressamente autorizado pela autoridade competente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A &#8220;autoridade competente&#8221; no Brasil é o <strong>IBAMA</strong>. O sistema oficial para isso é o <strong>SIMAF (Sistema de Monitoramento de Fauna)</strong>. Se o senhor não tem o registro ativo no SIMAF, a sua &#8220;legítima defesa da lavoura&#8221; não será aceita judicialmente. É como dirigir um carro: você pode saber dirigir, mas sem a CNH, você está fora da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. O Novo Cenário de Fiscalização em 2026: A Polícia Federal no Comando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança mais drástica para o homem do campo em 2025/2026 foi a transição da fiscalização de armas. O Exército agora divide o protagonismo com a <strong>Polícia Federal</strong>, que restabeleceu critérios severos sob o <strong>Decreto nº 11.615/2023</strong>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Caça Excepcional (Manejo):</strong> O Art. 39 do Decreto 11.615/2023 define que a caça excepcional tem finalidade exclusiva de controle de fauna invasora e exige documento do IBAMA que indique a espécie, o perímetro e as pessoas autorizadas.</li>



<li><strong>Guia de Tráfego (GT):</strong> Nunca saia da sede da fazenda com a arma sem a GT específica para controle de fauna. Em 2026, a PF passou a exigir vistorias mais frequentes e comprovação de idoneidade técnica e psicológica para o manejo de armas de maior calibre, necessárias para enfrentar um animal de grande porte como o javali.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Lei Mineira nº 25.625/2025: O seu Escudo Estadual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Estadual de Minas Gerais é inovadora ao permitir o controle em qualquer época e quantidade. Ela oficializa o javali como animal nocivo e autoriza o senhor a agir em solo mineiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei Estadual:</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 1º – Ficam autorizados o controle populacional e o manejo sustentável do javali-europeu [&#8230;] em todas as suas formas, linhagens, raças e diferentes graus de cruzamento vivendo em liberdade no Estado&#8230;&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instrução prática:</strong> A lei estadual é o seu &#8220;escudo&#8221; local, mas a conformidade federal é a sua &#8220;garantia de liberdade&#8221;. Se o senhor abater javalis sob o amparo da lei mineira, mas não informar ao IBAMA através do relatório trimestral do SIMAF, a Polícia Federal poderá autuá-lo por crime federal. <strong>As duas leis devem caminhar juntas na sua pasta de documentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. GUIA DE PROIBIÇÕES CRÍTICAS (Destaque Obrigatório)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o senhor não seja induzido a erro por boatos, grave estas três regras fundamentais que, se descumpridas, levam à prisão:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO</u></strong><strong>:</strong> É terminantemente proibida a venda, cessão onerosa ou comércio de carne, couro ou partes do javali. O controle é uma atividade de saneamento e defesa, <strong>NUNCA UMA ATIVIDADE COMERCIAL</strong>. Vender carne de javali é crime sanitário e ambiental.</li>



<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE TRANSPORTE VIVO</u></strong><strong>:</strong> É estritamente proibido o transporte do animal vivo. O abate deve ocorrer no local da captura. Transportar javalis vivos é considerado crime grave contra a sanidade agropecuária, pois espalha doenças por onde o caminhão passa.</li>



<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE MAUS-TRATOS</u></strong><strong>:</strong> O abate deve ser rápido e humanitário. É vedado o uso de métodos cruéis, venenos ou armadilhas que causem sofrimento prolongado. O uso de cães é permitido em algumas situações, mas deve seguir regras rígidas para não ferir a lei de maus-tratos.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Como e Onde Consultar os Órgãos Públicos: O Passo a Passo Prático</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tome decisões por &#8220;ouvir dizer&#8221;. Em 2026, a consulta digital é obrigatória e eficiente. Veja como o senhor deve proceder:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>IBAMA (SIMAF):</strong> Acesse o site oficial do IBAMA e procure por &#8220;SIMAF&#8221;. O primeiro passo é fazer o <strong>Cadastro Técnico Federal (CTF)</strong>. É lá que o senhor obtém a declaração de manejo. <strong>Dica:</strong> Guarde o número do protocolo sempre com você durante o manejo.</li>



<li><strong>Polícia Federal (SISGPAR):</strong> Para questões de armas e transporte, consulte o portal da Polícia Federal. Verifique se o seu modelo de arma ainda é permitido para o manejo de fauna exótica. Em 2026, as vistorias de armamento ficaram mais rigorosas, então mantenha seu acervo em dia.</li>



<li><strong>IEF e IMA (Minas Gerais):</strong> O <strong>Instituto Estadual de Florestas (IEF)</strong> orienta sobre a aplicação da Lei 25.625 no estado. Já o <strong>Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)</strong> deve ser consultado imediatamente se o senhor notar qualquer comportamento estranho nos animais abatidos (sinais de doenças). Eles podem coletar amostras para garantir que seu rebanho está seguro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: Protegendo o Presente e Planejando o Futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle do javali é uma necessidade para a sobrevivência do campo mineiro. No entanto, em 2026, a defesa do patrimônio exige organização e respeito às leis. Mantenha sua documentação em dia antes de carregar a arma. A lei protege o produtor prevenido, mas pune com rigor o desatento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o manejo de fauna exige estratégia e conformidade legal para evitar riscos ao seu patrimônio, a gestão da sua propriedade e a sucessão familiar também demandam um planejamento jurídico sólido. Proteger o que você construiu hoje é o primeiro passo para garantir que as futuras gerações recebam um legado seguro e livre de conflitos judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso precise de ajuda para entender melhor algum desses pontos, eu posso auxiliá-lo.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes Pesquisadas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Constituição Federal de 1988 (Art. 24).</li>



<li>Lei Federal nº 5.197/1967 (Código de Caça).</li>



<li>Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).</li>



<li>Lei Estadual de Minas Gerais nº 25.625/2025.</li>



<li>Decreto Federal nº 11.615/2023 (Regulamentação de Armas e Caça Excepcional).</li>



<li>Instruções Normativas do IBAMA (SIMAF).</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong> (<em>Planejamento Sucessório (Holding)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone para contato: (31) 98837-0733</p>



<p class="wp-block-paragraph">E-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</p>
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		<title>Sete Lagoas terá feira do setor florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Carvão Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Mineira]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ampla área para exposição de maquinários, insumos e soluções florestais está sendo montada no Parque de Exposições JK, em Sete Lagoas, para receber a Expo Minas Florestal, que será realizada de 19 a 21 de maio de 2026. O evento reunirá os principais nomes da indústria florestal, com oportunidades de negócios, tecnologia e conhecimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma ampla área para exposição de maquinários, insumos e soluções florestais está sendo montada no Parque de Exposições JK, em Sete Lagoas, para receber a Expo Minas Florestal, que será realizada de 19 a 21 de maio de 2026. O evento reunirá os principais nomes da indústria florestal, com oportunidades de negócios, tecnologia e conhecimento técnico. O setor de reflorestamento é a maior cultura agrícola do estado, com forte presença de pequenos e médios produtores. Terá exposição de para maquinários, insumos, equipamentos florestais e soluções voltadas à produção em base florestal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF), a área com florestas plantadas em Minas Gerais é de mais de 2,3 milhões de hectares. O setor florestal é a maior cultura agrícola do estado e gênero eucalipto domina o plantio para fins industriais representando 96,8% das árvores cultivadas. A silvicultura está em 803, dos 853 municípios mineiros (94%). ﻿A feira visa consolidar a importância do setor, especialmente na produção de papel, celulose, aço verde e outros produtos, destacando a relevância da matéria-prima de florestas plantadas.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260512-Reflorestamento.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph">﻿Paralelamente, ocorrerão eventos técnicos como o 5º Encontro Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional, focado na cultura de segurança, e o Viveirotech, dedicado à produção de mudas e tecnologias de viveiro. ﻿Outros encontros incluem o Carvão Verde Brasil, sobre siderurgia sustentável e carvão vegetal, e o Evolution, que apresentará cases de inovação, tecnologia e transformação digital no setor florestal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">﻿A Feira destaca a participação significativa de pequenos e médios produtores, além de promover a integração da cadeia produtiva, inovação tecnológica e sustentabilidade, reforçando o papel estratégico do setor na economia e na transição para a siderurgia verde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A feira mineira conta com o apoio master do Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Lagoas, do Sistema FAEMG/Senar e da Prefeitura de Sete Lagoas. Além disso, tem parceria institucional da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) e da Sociedade de Investigações Florestais (SIF).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SETE LAGOAS</strong> &#8211; A região de Sete Lagoas comporta diversas empresas que atuam direta ou indiretamente nos segmentos florestal, siderúrgico e outros que utilizam madeira de florestas plantadas. Ali estão os principais elos da cadeia produtiva destes setores. A cidade integra o Colar da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e fica a aproximadamente 80 quilômetros da capital do estado e cerca de uma hora de carro do aeroporto de Confins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5º Encontro Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional e Processo Florestal – 18 e<br>19 de maio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com apoio master do Grupo Técnico de Segurança Florestal &#8211; Brasil (GTSegFlor), o<br>Encontro Brasileiro de Segurança reunirá gestores, especialistas e profissionais do setor<br>florestal para debater a cultura de segurança nas operações industriais e florestais. A<br>programação contemplará apresentação de cases de sucesso, protocolos de prevenção<br>de acidentes, inovações em saúde ocupacional e a importância da gestão de riscos e do<br>treinamento contínuo das equipes para garantir operações seguras e eficientes.<br>Viveirotech – Encontro Latino-Americano de Viveiros Florestais – 18 e 19 de maio<br>O evento técnico Viveirotech, também em parceria com a SIF, focará na produção de<br>mudas florestais e nas tecnologias de viveiro que estão modernizando o setor de base<br>florestal. Serão mostrados sistemas de propagação, automação de processos, controle de<br>qualidade genética e práticas para aumento da produtividade e sustentabilidade dos<br>viveiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carvão Verde Brasil – 20 e 21 de maio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizado em parceria com a Sociedade de Investigações Florestais (SIF), o<br>Carvão Verde Brasil será um encontro nacional inédito, dedicado à produção de carvão<br>vegetal e à siderurgia sustentável. Reunirá especialistas, pesquisadores e empresários<br>para debater os avanços tecnológicos na produção de carvão vegetal, o papel da floresta<br>plantada na descarbonização da indústria e as perspectivas de mercado para a siderurgia<br>nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Evolution – Encontro de Inovações e Tecnologias Florestais – 20 e 21 de maio</strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Edição Mineira marcará o terceiro Evolution – Encontro de Inovações e Tecnologias<br>Florestais. Seguindo o formato das duas edições anteriores, apresentará cases reais de<br>empresas florestais que aplicaram inovação, tecnologia e transformação digital para<br>potencializar resultados ou diminuir gastos nas diferentes etapas que fazem parte do<br>processo da indústria florestal. Também serão apresentadas soluções de startups com<br>potencial para aplicação no setor.</p>
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		<title>IBS e CBS são impostos que ninguém conseguirá escapar &#8211; Como proteger seu lucro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:20:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado. Com a chegada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Lei Complementar nº 214/2025 e a Lei complementar 227/2026, o governo mudou a forma de cobrar impostos sobre tudo isso. Agora, o produtor rural precisa entender que o fisco olha para a fazenda como um &#8220;pacote de negócios&#8221;.<br>Dia 29/04/2026 foi publicado o regulamento (<a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%2012.955-2026?OpenDocument">DECRETO Nº 12.955, DE 29 DE ABRIL DE</a> 2026), agora não tem mais desculpas, todos terão que se adaptar a essa nova forma de tributação e o prazo é curto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O &#8220;Número Mágico&#8221;: R$3,6&nbsp;milhões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com o seu faturamento bruto anual. O valor de R$3,6&nbsp;milhões é o divisor de águas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abaixo disso: Você é considerado &#8220;Não Contribuinte&#8221;. O governo te deixa fora da burocracia principal, mas você fica dependente do sistema de &#8220;crédito presumido&#8221;.</li>



<li>Acima disso: Você é &#8220;Contribuinte Obrigatório&#8221;. Precisa emitir notas com os novos impostos (IBS e CBS) e fazer a contabilidade completa.</li>



<li>O Pulo do Gato: Esse limite não é só da venda do boi ou da soja. O governo soma toda a sua renda. Se você ganhou R$2 milhões com a soja e R$1,7 milhões alugando galpões na cidade ou prestando serviços, você passou do limite e virou contribuinte obrigatório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O que gera imposto na fazenda? (Os Fatos Geradores)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o IBS e a CBS incidem sobre quase tudo o que você faz:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Venda de Produção (Grãos e Animais): Fato gerador principal. No momento da saída da carga, o imposto acontece, mas com desconto de 60% na alíquota.</li>



<li>Aluguel de Pasto e Galpões: Perigo! Aluguel tem regra própria (regime imobiliário). Se misturar o dinheiro do aluguel com o do gado sem separar na contabilidade, pode pagar a alíquota cheia (sem desconto) sobre tudo.</li>



<li>Serviços (Destoca, Frete): Usar máquinas na terra do vizinho é prestação de serviço. O imposto incide aqui e a alíquota pode ser diferente do produto rural.</li>



<li>Parcerias e Integração: Se você é integrado (aves/suínos), a lei te trata como não contribuinte, mas você deve validar os créditos para a integradora não perder dinheiro.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="472" height="473" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg" alt="" class="wp-image-2936" style="aspect-ratio:0.9979010494752624;width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg 472w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-300x300.jpg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. A Estratégia: Ser ou não ser Contribuinte?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você fatura menos de R$3,6&nbsp;milhões, tem uma escolha que pode salvar ou queimar seu lucro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vantagens de ser Contribuinte: Recupera o imposto pago no diesel, máquinas e adubos (créditos); paga apenas 40% da alíquota na venda; e tem preferência de compra por Tradings e Frigoríficos.</li>



<li>Vantagens de ficar de fora: Menos burocracia e contabilidade simplificada. Mas cuidado: você terá que validar cada venda no computador para que o comprador não perca o crédito e peça desconto no seu preço.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O Impacto no seu Fluxo de Caixa: Por que isso é uma &#8220;Guerra de Margens&#8221;?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo sistema, o imposto não é mais apenas um custo, mas um ativo financeiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para o Grande Empreendimento: O IBS e a CBS pagos na compra de tecnologia e infraestrutura geram créditos que podem zerar o imposto da venda. A gestão tributária vira lucro direto no caixa.</li>



<li>Para o Pequeno Produtor: Sua competitividade depende da sua &#8220;saúde digital&#8221;. Se você não validar sua venda no sistema, o seu produto ficará &#8220;caro&#8221; para o comprador. No mercado moderno, ninguém quer pagar pelo imposto que o fornecedor não validou.</li>



<li>O Governo traçou regras para proteger o pequeno produtor rural, contudo, tudo é uma questão de colocar todos os cálculos no papel e avaliar o que é melhor para o produtor rural, onde e como ele irá economizar no imposto a ponto de aumentar a sua rentabilidade e competitividade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. O Perigo das &#8220;Atividades Mistas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos empresários rurais usam um único CNPJ para tudo. Se você planta e também faz loteamento ou aluga imóveis, tem receitas mistas. A lei exige separar essas &#8220;gavetas&#8221;. A atividade rural tem benefício; a imobiliária não. Jogar tudo no mesmo bolo atrai multas pesadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. O Calendário de Setembro: A incerteza do Crédito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do crédito para quem compra de produtor pequeno mudará todo ano em setembro. Em contratos de longo prazo, é vital colocar uma cláusula prevendo ajuste de preço caso o governo mude essa regra, protegendo sua margem de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: O que fazer agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não aceita mais o &#8220;jeitinho&#8221;.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Organize suas receitas: Saiba quanto vem da roça, quanto vem de serviços e quanto vem de aluguéis.</li>



<li>Faça as contas: Avalie com seu contador se os créditos das compras (diesel/máquinas) compensam a tributação da venda.</li>



<li>Não fuja da tecnologia: Mesmo o pequeno precisará de acesso ao sistema para não travar o dinheiro da venda.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo: No novo sistema, quem se organizar primeiro e souber gerir seus créditos, vai lucrar mais e dominar o mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Telefone para contato 31 98837 0733</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>e-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>DER prepara edital e asfaltamento entre Sete Lagoas e Araçaí avança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada Araçaí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das obras mais aguardadas da região Central de Minas Gerais está prestes a avançar. O projeto de pavimentação do trecho que liga Sete Lagoas ao município de Araçaí foi concluído e já segue para a fase final de orçamentação, com previsão de publicação do edital de licitação nos próximos 15 dias. O anúncio foi [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma das obras mais aguardadas da região Central de Minas Gerais está prestes a avançar. O projeto de pavimentação do trecho que liga Sete Lagoas ao município de Araçaí foi concluído e já segue para a fase final de orçamentação, com previsão de publicação do edital de licitação nos próximos 15 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), Matheus Guimarães, durante reunião realizada na semana passada na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, com a presença do prefeito de Sete Lagoas, Douglas Melo, vereadores e lideranças comunitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o diretor, os trâmites estão em estágio avançado. “A expectativa é que, dentro de aproximadamente 15 dias, seja publicado o edital de licitação, permitindo o início do processo para execução da obra. O projeto já está concluído e avançamos para a etapa de orçamentação”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pavimentação do trecho é uma demanda histórica da população, especialmente de comunidades como Silva Xavier e Estiva, que enfrentam há décadas dificuldades de acesso, principalmente em períodos chuvosos. São cerca de 35 km de estrada de terra entre Sete Lagoas e o município de Araçaí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o prefeito Douglas Melo destacou a importância da articulação junto ao Governo de Minas para viabilizar o projeto. “Quero agradecer ao governador Matheus Simões, que desde o início priorizou obras importantes para nossa região. Essa é uma conquista muito aguardada. Com o edital sendo lançado nos próximos dias, damos um passo concreto para a realização do asfaltamento da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram do encontro o presidente da Câmara Municipal, Ivan Luiz, e os vereadores Alber Enfermeiro, Leôncio Lopes e Walisson Lelé, além de representantes das comunidades que serão diretamente beneficiadas pela obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Fonte: setelagoas.mg.gov.br)</p>
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