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	<title>Sete Lagoas Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>Sete Lagoas Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:26:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Daniel Sobreira Rodrigues, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG. O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Daniel Sobreira Rodrigues</strong>, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de Minas Gerais. Embora nas regiões Norte e Centro Oeste do Brasil, ocorra já há algum tempo, apenas agora está atingindo de forma significativa o nosso Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação dos produtores procede, pois, com a introdução dessa enfermidade, o setor está observando o custo de produção se elevar de forma definitiva. Isso, porque além da perda de animais, dos altos gastos com tratamentos e da redução do desempenho produtivo do rebanho, a doença tem caráter endêmico. Isso quer dizer que, infelizmente, ela deve continuar por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, mas o que as moscas tem a ver com essa história? A questão é que a transmissão da doença se dá por via sanguínea, e insetos que se alimentam de sangue e agulhas contaminadas costumam ser as principais fontes de infecção. Diferentemente do Pantanal, onde os surtos da doença estão relacionados principalmente às “mutucas”, aqui o principal inseto transmissor é a “mosca dos estábulos”, que, por causa de suas dolorosas picadas, também causa grande incômodo aos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mosca tem o aspecto muito parecido com o da “mosca comum” ou “mosca doméstica” e, assim como ela, também aumenta sua população a partir de agora, com a chegada do calor e das chuvas. Em propriedades produtoras de leite da Região Central do Estado, o esterco de bovinos acumulado ao ar livre geralmente é o criatório mais significativo. Portanto, o manejo de esterco desempenha um importante papel, sendo considerada a medida mais eficiente para o controle dessas populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, existem diversas alternativas, como: cobrir os montes com lona por período de 90 dias ou mais; distribuir em finas camadas o material acumulado por até sete dias, em áreas de pastagem, capineira ou cultura; utilizar os sistemas de esterqueiras cobertas, produção de húmus, compostagem, biodigestores, lagoas de estabilização, até sistemas de tratamento mais complexos, que envolvem a aeração do efluente e a recirculação do lodo. Todos, manejados corretamente, irão reduzir drasticamente a proliferação de moscas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, adotar qualquer das alternativas citadas, parece significar a incorporação de mais uma tarefa a uma rotina já sobrecarregada, e mais um elemento ao custo de produção. No entanto, na verdade, a destinação dos efluentes gerados é uma etapa obrigatória do sistema. Não há como evitá-la. Além disso, se bem feita, gera uma série de benefícios diretos e indiretos que precisam ser considerados. O que ocorre é que, muitas vezes, essa questão é relegada a um segundo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com o advento da tripanosomose em nosso meio, o assunto surge novamente, mas dessa vez em caráter de urgência. Juntamente com a não introdução de animais de regiões afetadas e a não reutilização de seringas, essa é uma das principais formas disponíveis para se conter a expansão e o impacto da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o produtor tenha maiores chances de sucesso no controle da “mosca dos estábulos” e utilize as opções mais adequadas para a sua realidade, como sempre, se recomenda um acompanhamento técnico de qualidade.</p>
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		<title>Revista COOPERANDO de maio disponível na Coopersete e aqui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição: Manejo do Milho para Alta Produtividade O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manejo do Milho para Alta Produtividade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 de junho no Parque de Exposições JK.﻿ Evento técnico sobre manejo do milho para altas produtividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: 27 de junho.﻿ Local: Parque de Exposições JK. Foco em tecnologias que impactam o bolso do produtor. Importância do conhecimento para produtividade.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavra da Direção e Planejamento Agrícola</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretoria reforça a importância do planejamento para o manejo de insumos, água e produção de silagem, especialmente em períodos de seca.﻿ Planejar compra de insumos para evitar dificuldades futuras.﻿ Investir na conservação de nascentes e reservatórios de água. Organização da produção de silagem para enfrentar a estiagem.﻿ Compra de insumos na Coopesete com preços atrativos e facilidades de pagamento.﻿ Cada compra fortalece a cooperativa e o produtor.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia de Silagem de Custo Zero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da silagem depende do manejo na retirada do silo, com recomendações para evitar deterioração e perdas.﻿ Fermentação anaeróbica dura cerca de 3 semanas.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exposição ao ar causa deterioração por fungos e leveduras.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Remover a silagem rapidamente, de 20 a 30 cm por dia.﻿ Dimensionar o silo conforme o consumo diário do rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Técnicas de corte e manejo sem custo garantem qualidade e economia.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Plantas Invasoras nas Pastagens</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Controle do sapé e rabo-de-burro é essencial para manter pastagens produtivas, com métodos como arrancar touceiras e uso de herbicidas ou aração.﻿ Rabo-de-burro controlado por arrancamento antes da floração.﻿ Sapé controlado por aração ou herbicida, seguido de plantio de gramíneas.﻿ Queima antes da aração em áreas altamente infestadas.﻿ Evitar superlotação para prevenir reinfestação.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recuperação de Vacas sem Cio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vacas magras com anestro podem levar mais de 8 meses para recuperar a atividade ovariana, dependendo do ganho de peso diário. Necessitam de 30% ou mais de aumento de peso para retomar o ciclo.﻿ Recuperação lenta se o peso não for recuperado adequadamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Causas da Ausência de Cio em Vacas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de cio é geralmente causada por fatores nutricionais ou patologias uterinas e ovarianas.﻿ Diagnóstico de gestação e condição corporal são essenciais.﻿ Vacas em boa condição podem não apresentar cio devido a problemas de saúde.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização da Cavalgada Riachão a Conceição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cavalgada é uma tradição de nove dias, promovendo fé, paciência e união, com preparação cuidadosa de equipamentos e animais.﻿ Participação no Jubileu do Senhor Bom Jesus.﻿ Encontros com amigos e familiares. Organização de trilhas, cargas e alimentação dos animais. Enfatiza valores de simplicidade, fé e convivência harmoniosa.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados na Produção de Leite no Inverno</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho exige atenção ao manejo, alimentação, sanidade e planejamento para manter a produção de leite durante a seca.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejar armazenamento de alimentos conservados.﻿ Monitorar estoques e suplementação mineral.﻿ Revisar lotes de produção e condição corporal. Garantir água limpa e fresca para o rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Separar vacas por níveis de produção para melhor aproveitamento.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforço na Reprodução e Sanidade de Bezerras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho é ideal para revisar protocolos reprodutivos, realizar diagnósticos e cuidar das bezerras para garantir longevidade e produtividade futura.﻿ Melhor clima para índices reprodutivos.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter calendário de vacinação atualizado.﻿ Monitorar verminoses, carrapatos e moscas.﻿ Investir no desenvolvimento de bezerras com abrigos e alimentação adequada.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produtores de Maior Destaque</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores de leite em maio de 2026 tiveram destaque na quantidade de leite produzida, com Victor Collin liderando com 1.077.121 litros. Na sequência, Mauro Antônio Costa de Araújo: 812.665 litros.﻿ Outros destaques incluem Celina Puntel, Carlos Gonzaga e Agropecuária Teixeira Machado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores representam uma parcela significativa da produção mensal.<strong></strong></p>



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		<title>Javali em Minas Gerais: Controle Legal e os Riscos da Nova Lei Estadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Advogado]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Javali]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado O javali e o seu híbrido, o javaporco, deixaram de ser apenas um incômodo para se tornarem a maior ameaça biológica e econômica ao agronegócio de Minas Gerais. Em poucas horas, uma vara desses animais pode devastar hectares inteiros de milho, cana-de-açúcar ou pastagens. Mas o prejuízo não é apenas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">O javali e o seu híbrido, o javaporco, deixaram de ser apenas um incômodo para se tornarem a maior ameaça biológica e econômica ao agronegócio de Minas Gerais. Em poucas horas, uma vara desses animais pode devastar hectares inteiros de milho, cana-de-açúcar ou pastagens. Mas o prejuízo não é apenas o que eles comem: esses animais são reservatórios de doenças graves, como a Peste Suína Clássica e a Febre Aftosa, que têm o potencial de paralisar as exportações de carne do Brasil inteiro se um foco for detectado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a promulgação da <strong>Lei Estadual nº 25.625</strong>, em dezembro de 2025, o produtor mineiro ganhou um respaldo importante para defender sua terra. No entanto, o &#8220;labirinto&#8221; de leis federais continua ativo e rigoroso. Para o senhor que possui sítio, fazenda ou empresa agropastoril, entender a diferença entre &#8220;caçar&#8221; e &#8220;fazer manejo&#8221; é a linha que separa a proteção do seu patrimônio de uma prisão em flagrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. A Base Jurídica: Por que a Caça é Crime e o Manejo é Exceção?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, vigora o princípio de que a fauna pertence à União. Por isso, a regra geral é de proibição total, e qualquer ação fora das normas é tratada com rigor extremo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei Federal nº 5.197/1967 (Código de Caça):</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 1º Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Comentário do Especialista:</strong> O javali é uma &#8220;espécie exótica invasora&#8221;. Por não ser nativo do Brasil, ele não goza da proteção desta lei, mas o senhor só pode abatê-lo se estiver rigorosamente enquadrado como &#8220;controlador&#8221; autorizado. Sem a papelada correta, o abate de um javali é tratado pela fiscalização com o mesmo rigor do abate de uma onça ou de um mico-leão. <strong>Não se engane: sem registro, você é caçador ilegal; com registro, você é agente de manejo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. A &#8220;Legítima Defesa&#8221; da Lavoura: O que diz a Lei de Crimes Ambientais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Lei nº 9.605/1998</strong> prevê que não há crime quando o abate é feito para proteger a produção, mas impõe uma condição inegociável: a autorização prévia da autoridade competente.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei nº 9.605/1998:</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 37. Não é crime o abate de animal, quando realizado: [&#8230;] II &#8211; para proteger lavouras, pomares e rebanhos da ação voraz ou destruidora de animais, desde que legal e expressamente autorizado pela autoridade competente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A &#8220;autoridade competente&#8221; no Brasil é o <strong>IBAMA</strong>. O sistema oficial para isso é o <strong>SIMAF (Sistema de Monitoramento de Fauna)</strong>. Se o senhor não tem o registro ativo no SIMAF, a sua &#8220;legítima defesa da lavoura&#8221; não será aceita judicialmente. É como dirigir um carro: você pode saber dirigir, mas sem a CNH, você está fora da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. O Novo Cenário de Fiscalização em 2026: A Polícia Federal no Comando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança mais drástica para o homem do campo em 2025/2026 foi a transição da fiscalização de armas. O Exército agora divide o protagonismo com a <strong>Polícia Federal</strong>, que restabeleceu critérios severos sob o <strong>Decreto nº 11.615/2023</strong>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Caça Excepcional (Manejo):</strong> O Art. 39 do Decreto 11.615/2023 define que a caça excepcional tem finalidade exclusiva de controle de fauna invasora e exige documento do IBAMA que indique a espécie, o perímetro e as pessoas autorizadas.</li>



<li><strong>Guia de Tráfego (GT):</strong> Nunca saia da sede da fazenda com a arma sem a GT específica para controle de fauna. Em 2026, a PF passou a exigir vistorias mais frequentes e comprovação de idoneidade técnica e psicológica para o manejo de armas de maior calibre, necessárias para enfrentar um animal de grande porte como o javali.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Lei Mineira nº 25.625/2025: O seu Escudo Estadual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Estadual de Minas Gerais é inovadora ao permitir o controle em qualquer época e quantidade. Ela oficializa o javali como animal nocivo e autoriza o senhor a agir em solo mineiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei Estadual:</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 1º – Ficam autorizados o controle populacional e o manejo sustentável do javali-europeu [&#8230;] em todas as suas formas, linhagens, raças e diferentes graus de cruzamento vivendo em liberdade no Estado&#8230;&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instrução prática:</strong> A lei estadual é o seu &#8220;escudo&#8221; local, mas a conformidade federal é a sua &#8220;garantia de liberdade&#8221;. Se o senhor abater javalis sob o amparo da lei mineira, mas não informar ao IBAMA através do relatório trimestral do SIMAF, a Polícia Federal poderá autuá-lo por crime federal. <strong>As duas leis devem caminhar juntas na sua pasta de documentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. GUIA DE PROIBIÇÕES CRÍTICAS (Destaque Obrigatório)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o senhor não seja induzido a erro por boatos, grave estas três regras fundamentais que, se descumpridas, levam à prisão:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO</u></strong><strong>:</strong> É terminantemente proibida a venda, cessão onerosa ou comércio de carne, couro ou partes do javali. O controle é uma atividade de saneamento e defesa, <strong>NUNCA UMA ATIVIDADE COMERCIAL</strong>. Vender carne de javali é crime sanitário e ambiental.</li>



<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE TRANSPORTE VIVO</u></strong><strong>:</strong> É estritamente proibido o transporte do animal vivo. O abate deve ocorrer no local da captura. Transportar javalis vivos é considerado crime grave contra a sanidade agropecuária, pois espalha doenças por onde o caminhão passa.</li>



<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE MAUS-TRATOS</u></strong><strong>:</strong> O abate deve ser rápido e humanitário. É vedado o uso de métodos cruéis, venenos ou armadilhas que causem sofrimento prolongado. O uso de cães é permitido em algumas situações, mas deve seguir regras rígidas para não ferir a lei de maus-tratos.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Como e Onde Consultar os Órgãos Públicos: O Passo a Passo Prático</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tome decisões por &#8220;ouvir dizer&#8221;. Em 2026, a consulta digital é obrigatória e eficiente. Veja como o senhor deve proceder:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>IBAMA (SIMAF):</strong> Acesse o site oficial do IBAMA e procure por &#8220;SIMAF&#8221;. O primeiro passo é fazer o <strong>Cadastro Técnico Federal (CTF)</strong>. É lá que o senhor obtém a declaração de manejo. <strong>Dica:</strong> Guarde o número do protocolo sempre com você durante o manejo.</li>



<li><strong>Polícia Federal (SISGPAR):</strong> Para questões de armas e transporte, consulte o portal da Polícia Federal. Verifique se o seu modelo de arma ainda é permitido para o manejo de fauna exótica. Em 2026, as vistorias de armamento ficaram mais rigorosas, então mantenha seu acervo em dia.</li>



<li><strong>IEF e IMA (Minas Gerais):</strong> O <strong>Instituto Estadual de Florestas (IEF)</strong> orienta sobre a aplicação da Lei 25.625 no estado. Já o <strong>Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)</strong> deve ser consultado imediatamente se o senhor notar qualquer comportamento estranho nos animais abatidos (sinais de doenças). Eles podem coletar amostras para garantir que seu rebanho está seguro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: Protegendo o Presente e Planejando o Futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle do javali é uma necessidade para a sobrevivência do campo mineiro. No entanto, em 2026, a defesa do patrimônio exige organização e respeito às leis. Mantenha sua documentação em dia antes de carregar a arma. A lei protege o produtor prevenido, mas pune com rigor o desatento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o manejo de fauna exige estratégia e conformidade legal para evitar riscos ao seu patrimônio, a gestão da sua propriedade e a sucessão familiar também demandam um planejamento jurídico sólido. Proteger o que você construiu hoje é o primeiro passo para garantir que as futuras gerações recebam um legado seguro e livre de conflitos judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso precise de ajuda para entender melhor algum desses pontos, eu posso auxiliá-lo.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes Pesquisadas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Constituição Federal de 1988 (Art. 24).</li>



<li>Lei Federal nº 5.197/1967 (Código de Caça).</li>



<li>Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).</li>



<li>Lei Estadual de Minas Gerais nº 25.625/2025.</li>



<li>Decreto Federal nº 11.615/2023 (Regulamentação de Armas e Caça Excepcional).</li>



<li>Instruções Normativas do IBAMA (SIMAF).</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong> (<em>Planejamento Sucessório (Holding)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone para contato: (31) 98837-0733</p>



<p class="wp-block-paragraph">E-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</p>
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		<title>Sete Lagoas terá feira do setor florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Carvão Verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ampla área para exposição de maquinários, insumos e soluções florestais está sendo montada no Parque de Exposições JK, em Sete Lagoas, para receber a Expo Minas Florestal, que será realizada de 19 a 21 de maio de 2026. O evento reunirá os principais nomes da indústria florestal, com oportunidades de negócios, tecnologia e conhecimento [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma ampla área para exposição de maquinários, insumos e soluções florestais está sendo montada no Parque de Exposições JK, em Sete Lagoas, para receber a Expo Minas Florestal, que será realizada de 19 a 21 de maio de 2026. O evento reunirá os principais nomes da indústria florestal, com oportunidades de negócios, tecnologia e conhecimento técnico. O setor de reflorestamento é a maior cultura agrícola do estado, com forte presença de pequenos e médios produtores. Terá exposição de para maquinários, insumos, equipamentos florestais e soluções voltadas à produção em base florestal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF), a área com florestas plantadas em Minas Gerais é de mais de 2,3 milhões de hectares. O setor florestal é a maior cultura agrícola do estado e gênero eucalipto domina o plantio para fins industriais representando 96,8% das árvores cultivadas. A silvicultura está em 803, dos 853 municípios mineiros (94%). ﻿A feira visa consolidar a importância do setor, especialmente na produção de papel, celulose, aço verde e outros produtos, destacando a relevância da matéria-prima de florestas plantadas.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1280" style="aspect-ratio: 720 / 1280;" width="720" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260512-Reflorestamento.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph">﻿Paralelamente, ocorrerão eventos técnicos como o 5º Encontro Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional, focado na cultura de segurança, e o Viveirotech, dedicado à produção de mudas e tecnologias de viveiro. ﻿Outros encontros incluem o Carvão Verde Brasil, sobre siderurgia sustentável e carvão vegetal, e o Evolution, que apresentará cases de inovação, tecnologia e transformação digital no setor florestal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">﻿A Feira destaca a participação significativa de pequenos e médios produtores, além de promover a integração da cadeia produtiva, inovação tecnológica e sustentabilidade, reforçando o papel estratégico do setor na economia e na transição para a siderurgia verde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A feira mineira conta com o apoio master do Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Lagoas, do Sistema FAEMG/Senar e da Prefeitura de Sete Lagoas. Além disso, tem parceria institucional da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) e da Sociedade de Investigações Florestais (SIF).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SETE LAGOAS</strong> &#8211; A região de Sete Lagoas comporta diversas empresas que atuam direta ou indiretamente nos segmentos florestal, siderúrgico e outros que utilizam madeira de florestas plantadas. Ali estão os principais elos da cadeia produtiva destes setores. A cidade integra o Colar da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e fica a aproximadamente 80 quilômetros da capital do estado e cerca de uma hora de carro do aeroporto de Confins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5º Encontro Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional e Processo Florestal – 18 e<br>19 de maio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com apoio master do Grupo Técnico de Segurança Florestal &#8211; Brasil (GTSegFlor), o<br>Encontro Brasileiro de Segurança reunirá gestores, especialistas e profissionais do setor<br>florestal para debater a cultura de segurança nas operações industriais e florestais. A<br>programação contemplará apresentação de cases de sucesso, protocolos de prevenção<br>de acidentes, inovações em saúde ocupacional e a importância da gestão de riscos e do<br>treinamento contínuo das equipes para garantir operações seguras e eficientes.<br>Viveirotech – Encontro Latino-Americano de Viveiros Florestais – 18 e 19 de maio<br>O evento técnico Viveirotech, também em parceria com a SIF, focará na produção de<br>mudas florestais e nas tecnologias de viveiro que estão modernizando o setor de base<br>florestal. Serão mostrados sistemas de propagação, automação de processos, controle de<br>qualidade genética e práticas para aumento da produtividade e sustentabilidade dos<br>viveiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carvão Verde Brasil – 20 e 21 de maio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizado em parceria com a Sociedade de Investigações Florestais (SIF), o<br>Carvão Verde Brasil será um encontro nacional inédito, dedicado à produção de carvão<br>vegetal e à siderurgia sustentável. Reunirá especialistas, pesquisadores e empresários<br>para debater os avanços tecnológicos na produção de carvão vegetal, o papel da floresta<br>plantada na descarbonização da indústria e as perspectivas de mercado para a siderurgia<br>nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Evolution – Encontro de Inovações e Tecnologias Florestais – 20 e 21 de maio</strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Edição Mineira marcará o terceiro Evolution – Encontro de Inovações e Tecnologias<br>Florestais. Seguindo o formato das duas edições anteriores, apresentará cases reais de<br>empresas florestais que aplicaram inovação, tecnologia e transformação digital para<br>potencializar resultados ou diminuir gastos nas diferentes etapas que fazem parte do<br>processo da indústria florestal. Também serão apresentadas soluções de startups com<br>potencial para aplicação no setor.</p>
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		<title>IBS e CBS são impostos que ninguém conseguirá escapar &#8211; Como proteger seu lucro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:20:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado. Com a chegada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Lei Complementar nº 214/2025 e a Lei complementar 227/2026, o governo mudou a forma de cobrar impostos sobre tudo isso. Agora, o produtor rural precisa entender que o fisco olha para a fazenda como um &#8220;pacote de negócios&#8221;.<br>Dia 29/04/2026 foi publicado o regulamento (<a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%2012.955-2026?OpenDocument">DECRETO Nº 12.955, DE 29 DE ABRIL DE</a> 2026), agora não tem mais desculpas, todos terão que se adaptar a essa nova forma de tributação e o prazo é curto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O &#8220;Número Mágico&#8221;: R$3,6&nbsp;milhões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com o seu faturamento bruto anual. O valor de R$3,6&nbsp;milhões é o divisor de águas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abaixo disso: Você é considerado &#8220;Não Contribuinte&#8221;. O governo te deixa fora da burocracia principal, mas você fica dependente do sistema de &#8220;crédito presumido&#8221;.</li>



<li>Acima disso: Você é &#8220;Contribuinte Obrigatório&#8221;. Precisa emitir notas com os novos impostos (IBS e CBS) e fazer a contabilidade completa.</li>



<li>O Pulo do Gato: Esse limite não é só da venda do boi ou da soja. O governo soma toda a sua renda. Se você ganhou R$2 milhões com a soja e R$1,7 milhões alugando galpões na cidade ou prestando serviços, você passou do limite e virou contribuinte obrigatório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O que gera imposto na fazenda? (Os Fatos Geradores)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o IBS e a CBS incidem sobre quase tudo o que você faz:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Venda de Produção (Grãos e Animais): Fato gerador principal. No momento da saída da carga, o imposto acontece, mas com desconto de 60% na alíquota.</li>



<li>Aluguel de Pasto e Galpões: Perigo! Aluguel tem regra própria (regime imobiliário). Se misturar o dinheiro do aluguel com o do gado sem separar na contabilidade, pode pagar a alíquota cheia (sem desconto) sobre tudo.</li>



<li>Serviços (Destoca, Frete): Usar máquinas na terra do vizinho é prestação de serviço. O imposto incide aqui e a alíquota pode ser diferente do produto rural.</li>



<li>Parcerias e Integração: Se você é integrado (aves/suínos), a lei te trata como não contribuinte, mas você deve validar os créditos para a integradora não perder dinheiro.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="472" height="473" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg" alt="" class="wp-image-2936" style="aspect-ratio:0.9979010494752624;width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg 472w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-300x300.jpg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. A Estratégia: Ser ou não ser Contribuinte?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você fatura menos de R$3,6&nbsp;milhões, tem uma escolha que pode salvar ou queimar seu lucro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vantagens de ser Contribuinte: Recupera o imposto pago no diesel, máquinas e adubos (créditos); paga apenas 40% da alíquota na venda; e tem preferência de compra por Tradings e Frigoríficos.</li>



<li>Vantagens de ficar de fora: Menos burocracia e contabilidade simplificada. Mas cuidado: você terá que validar cada venda no computador para que o comprador não perca o crédito e peça desconto no seu preço.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O Impacto no seu Fluxo de Caixa: Por que isso é uma &#8220;Guerra de Margens&#8221;?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo sistema, o imposto não é mais apenas um custo, mas um ativo financeiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para o Grande Empreendimento: O IBS e a CBS pagos na compra de tecnologia e infraestrutura geram créditos que podem zerar o imposto da venda. A gestão tributária vira lucro direto no caixa.</li>



<li>Para o Pequeno Produtor: Sua competitividade depende da sua &#8220;saúde digital&#8221;. Se você não validar sua venda no sistema, o seu produto ficará &#8220;caro&#8221; para o comprador. No mercado moderno, ninguém quer pagar pelo imposto que o fornecedor não validou.</li>



<li>O Governo traçou regras para proteger o pequeno produtor rural, contudo, tudo é uma questão de colocar todos os cálculos no papel e avaliar o que é melhor para o produtor rural, onde e como ele irá economizar no imposto a ponto de aumentar a sua rentabilidade e competitividade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. O Perigo das &#8220;Atividades Mistas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos empresários rurais usam um único CNPJ para tudo. Se você planta e também faz loteamento ou aluga imóveis, tem receitas mistas. A lei exige separar essas &#8220;gavetas&#8221;. A atividade rural tem benefício; a imobiliária não. Jogar tudo no mesmo bolo atrai multas pesadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. O Calendário de Setembro: A incerteza do Crédito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do crédito para quem compra de produtor pequeno mudará todo ano em setembro. Em contratos de longo prazo, é vital colocar uma cláusula prevendo ajuste de preço caso o governo mude essa regra, protegendo sua margem de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: O que fazer agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não aceita mais o &#8220;jeitinho&#8221;.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Organize suas receitas: Saiba quanto vem da roça, quanto vem de serviços e quanto vem de aluguéis.</li>



<li>Faça as contas: Avalie com seu contador se os créditos das compras (diesel/máquinas) compensam a tributação da venda.</li>



<li>Não fuja da tecnologia: Mesmo o pequeno precisará de acesso ao sistema para não travar o dinheiro da venda.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo: No novo sistema, quem se organizar primeiro e souber gerir seus créditos, vai lucrar mais e dominar o mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Telefone para contato 31 98837 0733</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>e-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>DER prepara edital e asfaltamento entre Sete Lagoas e Araçaí avança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada Araçaí]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das obras mais aguardadas da região Central de Minas Gerais está prestes a avançar. O projeto de pavimentação do trecho que liga Sete Lagoas ao município de Araçaí foi concluído e já segue para a fase final de orçamentação, com previsão de publicação do edital de licitação nos próximos 15 dias. O anúncio foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma das obras mais aguardadas da região Central de Minas Gerais está prestes a avançar. O projeto de pavimentação do trecho que liga Sete Lagoas ao município de Araçaí foi concluído e já segue para a fase final de orçamentação, com previsão de publicação do edital de licitação nos próximos 15 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), Matheus Guimarães, durante reunião realizada na semana passada na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, com a presença do prefeito de Sete Lagoas, Douglas Melo, vereadores e lideranças comunitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o diretor, os trâmites estão em estágio avançado. “A expectativa é que, dentro de aproximadamente 15 dias, seja publicado o edital de licitação, permitindo o início do processo para execução da obra. O projeto já está concluído e avançamos para a etapa de orçamentação”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pavimentação do trecho é uma demanda histórica da população, especialmente de comunidades como Silva Xavier e Estiva, que enfrentam há décadas dificuldades de acesso, principalmente em períodos chuvosos. São cerca de 35 km de estrada de terra entre Sete Lagoas e o município de Araçaí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o prefeito Douglas Melo destacou a importância da articulação junto ao Governo de Minas para viabilizar o projeto. “Quero agradecer ao governador Matheus Simões, que desde o início priorizou obras importantes para nossa região. Essa é uma conquista muito aguardada. Com o edital sendo lançado nos próximos dias, damos um passo concreto para a realização do asfaltamento da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram do encontro o presidente da Câmara Municipal, Ivan Luiz, e os vereadores Alber Enfermeiro, Leôncio Lopes e Walisson Lelé, além de representantes das comunidades que serão diretamente beneficiadas pela obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Fonte: setelagoas.mg.gov.br)</p>
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		<title>Semana Santa,então é lua cheia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.Se você tem pressa, o que mais vai [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.<br>Se você tem pressa, o que mais vai encontrar no futuro é saudade do passado. Vou em frente numa marcha suave, recuso acelerar o passo; a vida é tão rara…<br>Conforme o combinado, familiares e amigos chegam aqui na roça para aproveitar o feriado prolongado da Semana Santa, que acontece sempre na lua cheia. Por um tempo, observei: o simples de Deus é extraordinário.<br>Me alembro e sinto saudades do tempo que já passou. Com meus pais, minhas irmãs e meu irmão, participávamos das celebrações da Semana Santa.<br>No Domingo de Ramos, cada um levava um pequeno feixe de capim-sapé ou folhas de palmeira. Depois de abençoados, levávamos para casa, para proteção da família.<br>Na segunda-feira, participávamos da Procissão dos Passos. A imagem de Jesus carregando a cruz era levada para a igreja do outro lado do rio.<br>Na terça-feira, Jesus mostrava aos seguidores seus poderes, amaldiçoando uma figueira; ele tinha poder para eliminar seus inimigos. E nós, na esperança de força, enfrentávamos a semana com determinação.<br>Na quarta-feira, eu e meu irmão íamos com meu pai para o outro lado do rio participar da procissão com Jesus Cristo carregando a cruz — só os homens. Minhas irmãs, com minha mãe, iam para a igreja matriz, de onde saíam em procissão com Nossa Senhora das Dores — só as mulheres.<br>Em frente à igreja de baixo, acontecia o encontro. Em silêncio, a procissão, com mãe e filho, seguia para a igreja matriz.<br>Na quinta-feira, às 12h13 — faltava um pouquinho —, ouvia-se muito barulho: eram as matracas, anunciando o luto pela morte de Jesus.<br>Na sexta-feira, jejum — e, para nós naquela idade, era muito sofrido. À noite, participávamos da procissão do enterro. Eu ficava ali, perto da banda de música, com o maestro Zé Torres Pessoa, meu tio, tocando marcha fúnebre.<br>No sábado, era dia de reforçar a “segurança”: pegavam coisas das casas para levar para o quintal do Judas, que ficava no adro da matriz, até que os proprietários viessem buscá-las.<br>Às 00h01, já no domingo, os sinos anunciavam a Páscoa da Ressurreição. Comungávamos todos.<br>No domingo, o almoço era mais reforçado para comemorar a Páscoa. Naquela época, os coelhos ainda não botavam — não havia ovos de Páscoa. À tarde, muita gente voltava para suas casas na roça.<br>Naquela ocasião, saímos de madrugada, quando a cidade ainda adormecia.<br>Não pude ver as primas e os primos, nem ao menos lhes dizer adeus.<br>Dos meus olhos, vermelhos e sombrios, lágrimas caíam.<br>Vou cavalgando… pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Carnaval, então é lua nova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e colocar no forno do fogão a lenha pra tirar o excesso de gordura. E comer o tanto que eu quiser. Pra compensar não vou beber bebida alcoólica. Eu consigo, uai. Ouvindo aqueles sucessos maravilhosos dos anos 70 e 80.<br>Depois que fiz 71 anos, sou às vezes esquecido. Descobri que algumas coisas da vida devem mesmo ser esquecidas. Procurar recordar das coisas boas, claro uai. Coisas ruim quebram o coração da gente. Apesar que coração partido nos dá força, compreensão, compaixão, sabedoria.<br>Oh procevê. Esqueci de olhar o celular. Fui ver, tinha mensagem que a turma vai chegar no final dá tarde, sábado véspera do Carnaval, conforme o combinado. E que seja cativante cada gesto de carinho entre amigos e familiares que aqui chegam. O Carnaval acontece na lua nova, a semana Santa é que é na lua cheia…<br>Fiquei incumbido de cortar a grama no entorno da casa. Deixei algumas éguas fazerem o serviço. Ficou ótimo. Até que enfim chegaram, é por não saber o dia de amanhã que cada hoje é um enorme presente. Que seja alegre, que seja ótimo, que seja leve, que seja abençoado.<br>Iara, Wellington e os filhos Lys e Téo; Roberta, Marquinhos e a filha Manuela; Daniel Beiçola e a filha Helena; Rosa, Nica, Ana Lucia; Polly, Michell e o filho Ravi; Gut, Bruna e os filhos Isis e Bernardo; Patrícia, Jonathan e o filho Gabriel; Nandinho, Ana Paula e o filho Bernardo; Gabriel, Regiane, Alemão, Reinaldo, Tania.<br>E foi aquela serviçama prazerosa. Descarregar os veículos, ajeitar os quartos, colchões, roupa de cama. Nas geladeiras foram colocadas as feiras.<br>O Nica disse: “Finalmente o Carnaval chegou, que seja maravilhoso, com paz e tranquilidade, dando a esses dias a possibilidade de ser os melhores de nossas vidas…”<br>No fogão à lenha, a fogueira ardia, a suã de porco fervia. Um dos os olhos do Beiçola preso nas coloridas labaredas; o outro, na filha Helena que adulava a cadela Bina.<br>Todos ali fazendo de um tudo. As cervejas, na cervejeira que marcava menos -4.8 graus. Então foi experimentar. E para agradar aos presentes busquei minha relíquia, um LP de marchinhas de Carnaval, e coloquei na radiola. As músicas “A turma do funil”, “Me dá um dinheiro aí”, “Bandeira Branca”,” Saca rolha”, “Marcha do remador”, “Quem sabe, sabe”, “Daqui não saio”, “Jardineira”, “Máscara negra”,” Mulatas”, Cachaça”. A garotada manifestou logo: “Que isso vovô”. Acharam estranho, mas lembramos dos bailes de carnaval, no Iporanga e Democrata. Quanto riso, oh, quantas saudades…<br>Valorizando as pessoas que nos acolhem na vida e no coração. Ajeitando para que sua capacidade de se encantar com a vida nunca adormeça, mesmo em dia ensolarado e escaldante. Quem faz o dia lindo somos nós mesmos.<br>Com capricho, correndo aqui e acola, procurando fazer o melhor com as condições que temos, vou cavalgando, pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Cooperando de 15 de abril disponível na Coopersete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:42:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A COOPERANDO de 15 de abril está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A edição apresenta como matéria de capa a assembleia geral, que aprovou o balanço de 2025 e elegeu o Conselho Fiscal para o período 2026/2027. Também informações técnicas sobre controle de pragas na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A COOPERANDO de 15 de abril está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A edição apresenta como matéria de capa a assembleia geral, que aprovou o balanço de 2025 e elegeu o Conselho Fiscal para o período 2026/2027. Também informações técnicas sobre controle de pragas na horticultura e qualidade do leite, além da relação dos melhores e maiores fornecedores da entidade e classificados de produtos.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de COOPERANDO ABRIL 2026."></object><a id="wp-block-file--media-371642a9-1cf1-49a7-8cb2-91ef5606bbc4" href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf">COOPERANDO ABRIL 2026</a><a href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-371642a9-1cf1-49a7-8cb2-91ef5606bbc4">Baixar</a></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Tripes na Horticultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Métodos alternativos de controle de tripes, incluindo controle biológico, práticas culturais e uso de extratos botânicos, estão sendo estudados para reduzir o uso de defensivos químicos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tripes causam danos por prateamento, deformações e transmissão de viroses em hortaliças.</li>



<li>Controle químico é eficiente, mas aumenta custos e favorece resistência.</li>



<li>Inimigos naturais, como ácaros e insetos predadores, são utilizados como bioinsumos.</li>



<li>Condições ambientais, como temperatura e umidade, influenciam a sucesso do controle biológico.</li>



<li>Outras estratégias incluem telas anti-inseto, manejo de adubação, eliminação de plantas hospedeiras e monitoramento constante.</li>



<li>Estudos na EPAMIG Centro-Oeste focam no controle de Caliothrips phaseoli em feijão.</li>



<li>Contato para mais informações: italo.marcossi@epamig.br.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mastite e Qualidade do Leite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite, silenciosa e de impacto significativo, prejudica a produção e a qualidade do leite, exigindo manejo adequado e monitoramento constante.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pode ser clínica ou subclínica; a subclínica é mais comum e difícil de detectar.</li>



<li>Reduz a quantidade e altera a composição do leite, afetando gordura, proteína e lactose.</li>



<li>Índices elevados de CCS podem gerar penalizações ao produtor.</li>



<li>Boas práticas de higiene na ordenha, como pré e pós-dipping, são essenciais.</li>



<li>Manutenção de ambientes limpos e secos evita proliferação de bactérias.</li>



<li>Equipamentos de ordenha devem estar em bom estado e revisados periodicamente.</li>



<li>Testes como o CMT ajudam na detecção precoce da mastite subclínica.</li>



<li>Cuidados na secagem das vacas no período seco previnem novas infecções.</li>



<li>A disciplina no manejo melhora a qualidade do leite e aumenta a rentabilidade.</li>
</ul>
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		<title>Copa de Marcha Oficial do Mangalarga Marchador acontece no Parque de Exposições JK</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 31 de janeiro (sábado), a Casa do Nelore, espaço localizado dentro do Parque de Exposições JK, será palco da 3ª Copa de Marcha Oficial do Cavalo Mangalarga Marchador. O evento conta com a chancela da Associação Brasileira do Mangalarga Marchador (ABCCMM) e do Núcleo Mangalarga Marchador da Grande Belo Horizonte, reafirmando sua importância [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No dia 31 de janeiro (sábado), a Casa do Nelore, espaço localizado dentro do Parque de Exposições JK, será palco da 3ª Copa de Marcha Oficial do Cavalo Mangalarga Marchador. O evento conta com a chancela da Associação Brasileira do Mangalarga Marchador (ABCCMM) e do Núcleo Mangalarga Marchador da Grande Belo Horizonte, reafirmando sua importância no calendário da raça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa, segundo o promotor Flávio Andrade, da Pegasus Eventos, é receber mais de 100 animais, oriundos de diversas cidades da região, como Belo Horizonte, Betim, Curvelo, Esmeraldas, Inhaúma, Itabira, Paraopeba, Santa Luzia e Sete Lagoas. “Será um encontro de alto nível técnico, reunindo criadores, expositores e apaixonados pela raça”, destaca Flávio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os animais inscritos serão avaliados no andamento da Marcha Batida e Picada, tendo como jurado Marney Mesquita, integrante do quadro oficial da ABCCMM – Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador, profissional reconhecido pela experiência e criterioso julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições custam R$ 200,00 por animal, sendo obrigatória a apresentação do Atestado Sanitário de Vacinação, Exame Negativo de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e a Guia de Trânsito Animal (GTA), conforme exigências sanitárias vigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações podem ser obtidas com Flávio Andrade, pelo telefone (31) 99736-6375.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="894" height="1024" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260121-Copa-Mangalarga-894x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2823" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260121-Copa-Mangalarga-894x1024.jpeg 894w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260121-Copa-Mangalarga-262x300.jpeg 262w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260121-Copa-Mangalarga-768x880.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260121-Copa-Mangalarga.jpeg 1117w" sizes="(max-width: 894px) 100vw, 894px" /></figure>
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