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	<title>cavalgando Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>cavalgando Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Mais uma missão cumprida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:37:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por TI Rei (Reinaldo Pessoa) A vida continua passando. Sei que o meu tempo diminui a cada dia. Quanto tempo me resta, eu não sei. Então, vou viver o que me resta fazendo o que gosto. Isso, sim, é qualidade de vida. A felicidade não depende do que falta, mas do bom uso daquilo que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>TI Rei </strong>(Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida continua passando. Sei que o meu tempo diminui a cada dia. Quanto tempo me resta, eu não sei. Então, vou viver o que me resta fazendo o que gosto. Isso, sim, é qualidade de vida. A felicidade não depende do que falta, mas do bom uso daquilo que já temos. Se eu não parar para celebrar, a vida vira apenas uma enorme lista de tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando era criança, não imaginava como seria quando me tornasse um idoso. Não imaginei ser prefeito, governador, presidente, médico, dono de banco… nada disso. Agora sei que ser idoso é bem divertido. Posso acordar tarde, tirar um cochilo depois do almoço. Não tenho lição de casa nem provas; quem tem é minha neta. Não preciso tirar leite: essa tarefa é dos bezerros, e eles a fazem com muito prazer.<br>Posso selar uma das minhas éguas, cavalgar à beira do rio, aproveitar a brisa fresca ou ir à casa do vizinho na hora do café. Nas trilhas, pessoas gentis até abrem as porteiras para mim. Posso comer o que quiser, porque ninguém me impede. Posso simplesmente fazer o que gosto: cantar, ouvir música, assistir a filmes e novelas, fazer trilhas e, quando tenho dinheiro no bolso, ir aonde quiser. Muitos da minha idade não percebem o quanto são abençoados e livres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Assim organizamos e realizamos a 38ª Cavalgada Riachão à Conceição, para participar do 239º Jubileu do Senhor Bom Jesus. A cavalgada é outra, mas o pedido continua o mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Senhor Bom Jesus, abençoe nossos projetos. Viabilize sua realização, amenize as dificuldades e direcione Tua luz para nossas ideias. Conceda-nos criatividade e sabedoria para atingir nossos objetivos. Dá-nos proteção e paz para encontrarmos serenidade, fé para seguir em frente e esperança de alcançar nossas conquistas. Diante dos desafios, clamamos por força e determinação; coragem para superar a insegurança e enfrentar o que for preciso; paciência para esperar o momento certo de agir e sabedoria para distinguir quando não devemos arriscar. Que possamos tomar nossas decisões com discernimento.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="576" style="aspect-ratio: 1024 / 576;" width="1024" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/07/260723-Cavalgando-Video.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Seguimos cavalgando com o coração de portas abertas para receber tudo de bom que a vida nos reserva. As cangalhas e as selas, bem ajustadas pela Selaria Sete e usadas com sabedoria, não causam machucaduras.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ânimos se exaltaram quando avisaram que o próximo pouso não estava longe. O anfitrião era um companheiro prestativo, honrado e acolhedor, estimado por todos nós, gente da melhor qualidade. Encontramos ótima alimentação para os cavalgantes e fartas pastagens para os animais. Todos ficamos maravilhados com a recepção dos anfitriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ali na cozinha, a lenha queimava no fogão, o frango fervia cheiroso, e o caldo começava a engrossar. Os olhos se dividiam entre as labaredas coloridas e a travessa de angu com quiabo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo pode passar depressa: horas, dias e meses. Mas os meus momentos, meus sentimentos e as pessoas de quem gosto ninguém conseguirá levar. Sei que envelhecemos cedo demais e nos tornamos sábios tarde demais.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta 38ª Cavalgada, aconteceu tudo aquilo que nos faz bem. Confirmamos que, quando acreditamos em nós mesmos e colocamos nossa fé no Senhor Bom Jesus, tudo dá certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Obrigado!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com capricho, fazendo o melhor com as condições que temos, não sei até quando, mas vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Conforto térmico e bem-estar de equinos no inverno: cuidados essenciais nas estações frias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 16:07:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abrigos: proteção contra vento e umidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O frio intenso, aliado ao vento e à chuva, pode comprometer significativamente o conforto dos equinos. Por isso, a disponibilidade de abrigos adequados é um dos principais cuidados nesta época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os abrigos devem oferecer proteção contra correntes de ar e umidade excessiva, além de permitir boa ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Árvores, galpões abertos e estruturas cobertas podem servir como refúgio, desde que mantenham o piso seco e proporcionem espaço suficiente para todos os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição prolongada à chuva e ao vento aumenta a perda de calor corporal e pode favorecer o surgimento de problemas respiratórios e queda na imunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de mantas: quando são necessárias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de mantas pode ser um aliado importante em determinadas situações, mas não deve ser adotado indiscriminadamente. Cavalos saudáveis, com boa condição corporal e pelagem natural preservada, geralmente conseguem manter a temperatura corporal sem necessidade de proteção adicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, animais tosados, idosos, debilitados, muito magros ou submetidos a atividades esportivas intensas podem se beneficiar do uso de mantas apropriadas para o clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as mantas estejam sempre limpas, secas e ajustadas corretamente ao corpo do animal, evitando desconfortos, assaduras ou restrição de movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Água morna estimula a hidratação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um cuidado frequentemente negligenciado durante o inverno é a ingestão de água. Com as temperaturas mais baixas, muitos cavalos tendem a reduzir o consumo hídrico, aumentando o risco de desidratação e problemas digestivos, como cólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer água em temperatura amena ou morna pode estimular a ingestão voluntária. Além disso, os bebedouros devem ser verificados diariamente para garantir que a água permaneça limpa e acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hidratação adequada é fundamental para o funcionamento do sistema digestivo e para a manutenção da saúde geral dos equinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção especial aos equinos idosos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cavalos idosos merecem cuidados diferenciados durante o inverno. Com o avanço da idade, a capacidade de regular a temperatura corporal pode diminuir, tornando esses animais mais sensíveis às baixas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da proteção contra o frio, é importante monitorar a condição corporal, a saúde dentária e a qualidade da alimentação. Dietas balanceadas, acompanhamento veterinário regular e ambientes confortáveis contribuem para preservar a saúde e o bem-estar dos animais mais velhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bem-estar em todas as estações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir conforto térmico durante o inverno vai além de proteger os cavalos do frio. Trata-se de oferecer condições adequadas para que expressem seus comportamentos naturais, mantenham boa saúde e enfrentem as mudanças climáticas com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com manejo adequado, acesso a abrigo, hidratação eficiente e atenção especial aos animais mais vulneráveis, é possível promover o bem-estar dos equinos durante toda a estação fria, assegurando qualidade de vida e melhor desempenho para os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tem alguma informação a mais para acrescentar? Comente abaixo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Atenção, pecuaristas: termina em 30 de junho o prazo para vacinação contra a brucelose</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 22:10:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Minas Gerais, o prazo para vacinar bezerras bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, contra brucelose, vai até 30 de junho. E a declaração da vacinação deve ser feita até 10 de julho no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A imunização dos animais que atingirem a idade de vacinação no segundo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em Minas Gerais, o prazo para vacinar bezerras bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, contra brucelose, vai até 30 de junho. E a declaração da vacinação deve ser feita até 10 de julho no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A imunização dos animais que atingirem a idade de vacinação no segundo semestre, deve ser realizada até 31 de dezembro, com declaração até 10 de janeiro de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é obrigatória e fundamental para proteger o rebanho contra uma doença que provoca abortos, infertilidade e prejuízos econômicos, além de representar risco à saúde humana. Após a imunização, o produtor deve apresentar a declaração ao IMA até o dia 10 de julho. O descumprimento dos prazos pode resultar em multas e restrições na emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a brucelose?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A brucelose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Brucella abortus, que afeta principalmente bovinos e bubalinos. A enfermidade provoca abortos, nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, infertilidade e queda na produção de leite, gerando grandes prejuízos para os pecuaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida aos seres humanos por meio do contato com animais infectados ou do consumo de leite e derivados sem a devida pasteurização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem deve ser vacinado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é obrigatória para todas as bezerras bovinas e bubalinas com idade entre 3 e 8 meses. A aplicação deve ser realizada por médico-veterinário cadastrado ou vacinador autorizado, conforme as normas vigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Benefícios da vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais vantagens da vacinação contra a brucelose estão: Redução dos índices de aborto no rebanho; Maior eficiência reprodutiva; Aumento da produtividade; Proteção da saúde dos trabalhadores rurais e consumidores; Valorização comercial dos animais; Contribuição para o controle e futura erradicação da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Revista COOPERANDO de maio disponível na Coopersete e aqui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:50:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição: Manejo do Milho para Alta Produtividade O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manejo do Milho para Alta Produtividade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 de junho no Parque de Exposições JK.﻿ Evento técnico sobre manejo do milho para altas produtividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: 27 de junho.﻿ Local: Parque de Exposições JK. Foco em tecnologias que impactam o bolso do produtor. Importância do conhecimento para produtividade.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavra da Direção e Planejamento Agrícola</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretoria reforça a importância do planejamento para o manejo de insumos, água e produção de silagem, especialmente em períodos de seca.﻿ Planejar compra de insumos para evitar dificuldades futuras.﻿ Investir na conservação de nascentes e reservatórios de água. Organização da produção de silagem para enfrentar a estiagem.﻿ Compra de insumos na Coopesete com preços atrativos e facilidades de pagamento.﻿ Cada compra fortalece a cooperativa e o produtor.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia de Silagem de Custo Zero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da silagem depende do manejo na retirada do silo, com recomendações para evitar deterioração e perdas.﻿ Fermentação anaeróbica dura cerca de 3 semanas.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exposição ao ar causa deterioração por fungos e leveduras.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Remover a silagem rapidamente, de 20 a 30 cm por dia.﻿ Dimensionar o silo conforme o consumo diário do rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Técnicas de corte e manejo sem custo garantem qualidade e economia.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Plantas Invasoras nas Pastagens</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Controle do sapé e rabo-de-burro é essencial para manter pastagens produtivas, com métodos como arrancar touceiras e uso de herbicidas ou aração.﻿ Rabo-de-burro controlado por arrancamento antes da floração.﻿ Sapé controlado por aração ou herbicida, seguido de plantio de gramíneas.﻿ Queima antes da aração em áreas altamente infestadas.﻿ Evitar superlotação para prevenir reinfestação.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recuperação de Vacas sem Cio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vacas magras com anestro podem levar mais de 8 meses para recuperar a atividade ovariana, dependendo do ganho de peso diário. Necessitam de 30% ou mais de aumento de peso para retomar o ciclo.﻿ Recuperação lenta se o peso não for recuperado adequadamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Causas da Ausência de Cio em Vacas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de cio é geralmente causada por fatores nutricionais ou patologias uterinas e ovarianas.﻿ Diagnóstico de gestação e condição corporal são essenciais.﻿ Vacas em boa condição podem não apresentar cio devido a problemas de saúde.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização da Cavalgada Riachão a Conceição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cavalgada é uma tradição de nove dias, promovendo fé, paciência e união, com preparação cuidadosa de equipamentos e animais.﻿ Participação no Jubileu do Senhor Bom Jesus.﻿ Encontros com amigos e familiares. Organização de trilhas, cargas e alimentação dos animais. Enfatiza valores de simplicidade, fé e convivência harmoniosa.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados na Produção de Leite no Inverno</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho exige atenção ao manejo, alimentação, sanidade e planejamento para manter a produção de leite durante a seca.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejar armazenamento de alimentos conservados.﻿ Monitorar estoques e suplementação mineral.﻿ Revisar lotes de produção e condição corporal. Garantir água limpa e fresca para o rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Separar vacas por níveis de produção para melhor aproveitamento.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforço na Reprodução e Sanidade de Bezerras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho é ideal para revisar protocolos reprodutivos, realizar diagnósticos e cuidar das bezerras para garantir longevidade e produtividade futura.﻿ Melhor clima para índices reprodutivos.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter calendário de vacinação atualizado.﻿ Monitorar verminoses, carrapatos e moscas.﻿ Investir no desenvolvimento de bezerras com abrigos e alimentação adequada.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produtores de Maior Destaque</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores de leite em maio de 2026 tiveram destaque na quantidade de leite produzida, com Victor Collin liderando com 1.077.121 litros. Na sequência, Mauro Antônio Costa de Araújo: 812.665 litros.﻿ Outros destaques incluem Celina Puntel, Carlos Gonzaga e Agropecuária Teixeira Machado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores representam uma parcela significativa da produção mensal.<strong></strong></p>



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		<title>Feriado do Dia do Trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa) Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.O Dia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Ti Rei</strong> (Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.<br>Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.<br>O Dia do Trabalho nasce da luta, não do acaso.<br>Conforme o combinado, a turma estava chegando da cidade para participar da cavalgada e abrilhantar as comemorações do Dia do Trabalho.<br>Na véspera, matei um capado, aproveitando a lua. É sabido que, semana que vem, é lua minguante, e, na minguante, o toucinho fica aguado, meio molengo. Mas tinha muita carne; fez um farturão danado de bom.<br>Na hora combinada, com algumas selas recém-reformadas na Selaria Sete, foi aquela serviçama prazerosa de escolher, encabrestar, raspar e selar alguns animais.<br>Amizade não é comprada, é conquistada. É uma laçada que não prende, não aperta. Existiam ali pessoas amigas e abençoadas, ajeitando suas respectivas montarias, entre perguntas e respostas, esforçando-se para fazer o melhor no arreamento da tropa.<br>O dia ia ser ótimo, pois aquele gesto, por mais simples que fosse, seria inesquecível.<br>— Oh, um gato entrou no cômodo das selas! É para inibir a presença de ratos. E não é gato, é gata. Veja: tem três cores.<br>Na letra da música diz que gato de três cores ainda não nasceu. Li em algum lugar que, nos gatos, as cores são determinadas pelo cromossomo X, o feminino.<br>As três cores — preto, alaranjado e branco — num mesmo animal indicam que é fêmea.<br>O capim andropogon já emborrachou e está pendoando com força total. Hora de colocar boca para cortar, hora de fazer o manejo.<br>O capim-braquiária sementou bem; as chuvas caíram na hora certa.<br>Em alguns lugares, o capim-andropogon invadiu as trilhas, com o pendão pesado. Pasto tem que sobrar; se não sobrou, é porque faltou.<br>Seguíamos em frente, com paciência para aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que posso e sabedoria para compreender e tomar a decisão certa. Não existe vida perfeita, e sim você dando o melhor todos os dias.<br>Seguíamos atentos e felizes. Uai, coisa boa atrai coisa boa. Acreditar que é possível é sempre o primeiro passo para dar certo.<br>E, depois de algumas horas bem dilatadas, aproveitando as belas paisagens, aproximávamo-nos do destino.<br>Cavalgando, admirei inúmeras paisagens, falei com estranhos e lembrei de alguns que vejo sempre.<br>Já saí angustiado, com raiva, e voltei para casa com paz no coração.<br>Dizem que é perigoso. Uai, tem perigo, sim, mas o significado da coragem é avançar mesmo sentindo medo.<br>Cavalgando, sinto o quanto é maravilhoso estar montado. Nem comento mais com quem não gosta de cavalgar; naturalmente, essas pessoas não entendem.<br>A égua tordilha seguia em frente e avante. Quando nasceu, me contaram que havia nascido uma potra preta. Depois, quando ficasse mais velha, ficaria com a pelagem russa, da cor de vaca branca.<br>Com capricho, procurando fazer o melhor, dentro da condição que temos, vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>IBS e CBS são impostos que ninguém conseguirá escapar &#8211; Como proteger seu lucro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:20:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Seu Advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado. Com a chegada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Lei Complementar nº 214/2025 e a Lei complementar 227/2026, o governo mudou a forma de cobrar impostos sobre tudo isso. Agora, o produtor rural precisa entender que o fisco olha para a fazenda como um &#8220;pacote de negócios&#8221;.<br>Dia 29/04/2026 foi publicado o regulamento (<a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%2012.955-2026?OpenDocument">DECRETO Nº 12.955, DE 29 DE ABRIL DE</a> 2026), agora não tem mais desculpas, todos terão que se adaptar a essa nova forma de tributação e o prazo é curto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O &#8220;Número Mágico&#8221;: R$3,6&nbsp;milhões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com o seu faturamento bruto anual. O valor de R$3,6&nbsp;milhões é o divisor de águas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abaixo disso: Você é considerado &#8220;Não Contribuinte&#8221;. O governo te deixa fora da burocracia principal, mas você fica dependente do sistema de &#8220;crédito presumido&#8221;.</li>



<li>Acima disso: Você é &#8220;Contribuinte Obrigatório&#8221;. Precisa emitir notas com os novos impostos (IBS e CBS) e fazer a contabilidade completa.</li>



<li>O Pulo do Gato: Esse limite não é só da venda do boi ou da soja. O governo soma toda a sua renda. Se você ganhou R$2 milhões com a soja e R$1,7 milhões alugando galpões na cidade ou prestando serviços, você passou do limite e virou contribuinte obrigatório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O que gera imposto na fazenda? (Os Fatos Geradores)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o IBS e a CBS incidem sobre quase tudo o que você faz:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Venda de Produção (Grãos e Animais): Fato gerador principal. No momento da saída da carga, o imposto acontece, mas com desconto de 60% na alíquota.</li>



<li>Aluguel de Pasto e Galpões: Perigo! Aluguel tem regra própria (regime imobiliário). Se misturar o dinheiro do aluguel com o do gado sem separar na contabilidade, pode pagar a alíquota cheia (sem desconto) sobre tudo.</li>



<li>Serviços (Destoca, Frete): Usar máquinas na terra do vizinho é prestação de serviço. O imposto incide aqui e a alíquota pode ser diferente do produto rural.</li>



<li>Parcerias e Integração: Se você é integrado (aves/suínos), a lei te trata como não contribuinte, mas você deve validar os créditos para a integradora não perder dinheiro.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="472" height="473" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg" alt="" class="wp-image-2936" style="aspect-ratio:0.9979010494752624;width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg 472w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-300x300.jpg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. A Estratégia: Ser ou não ser Contribuinte?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você fatura menos de R$3,6&nbsp;milhões, tem uma escolha que pode salvar ou queimar seu lucro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vantagens de ser Contribuinte: Recupera o imposto pago no diesel, máquinas e adubos (créditos); paga apenas 40% da alíquota na venda; e tem preferência de compra por Tradings e Frigoríficos.</li>



<li>Vantagens de ficar de fora: Menos burocracia e contabilidade simplificada. Mas cuidado: você terá que validar cada venda no computador para que o comprador não perca o crédito e peça desconto no seu preço.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O Impacto no seu Fluxo de Caixa: Por que isso é uma &#8220;Guerra de Margens&#8221;?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo sistema, o imposto não é mais apenas um custo, mas um ativo financeiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para o Grande Empreendimento: O IBS e a CBS pagos na compra de tecnologia e infraestrutura geram créditos que podem zerar o imposto da venda. A gestão tributária vira lucro direto no caixa.</li>



<li>Para o Pequeno Produtor: Sua competitividade depende da sua &#8220;saúde digital&#8221;. Se você não validar sua venda no sistema, o seu produto ficará &#8220;caro&#8221; para o comprador. No mercado moderno, ninguém quer pagar pelo imposto que o fornecedor não validou.</li>



<li>O Governo traçou regras para proteger o pequeno produtor rural, contudo, tudo é uma questão de colocar todos os cálculos no papel e avaliar o que é melhor para o produtor rural, onde e como ele irá economizar no imposto a ponto de aumentar a sua rentabilidade e competitividade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. O Perigo das &#8220;Atividades Mistas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos empresários rurais usam um único CNPJ para tudo. Se você planta e também faz loteamento ou aluga imóveis, tem receitas mistas. A lei exige separar essas &#8220;gavetas&#8221;. A atividade rural tem benefício; a imobiliária não. Jogar tudo no mesmo bolo atrai multas pesadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. O Calendário de Setembro: A incerteza do Crédito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do crédito para quem compra de produtor pequeno mudará todo ano em setembro. Em contratos de longo prazo, é vital colocar uma cláusula prevendo ajuste de preço caso o governo mude essa regra, protegendo sua margem de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: O que fazer agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não aceita mais o &#8220;jeitinho&#8221;.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Organize suas receitas: Saiba quanto vem da roça, quanto vem de serviços e quanto vem de aluguéis.</li>



<li>Faça as contas: Avalie com seu contador se os créditos das compras (diesel/máquinas) compensam a tributação da venda.</li>



<li>Não fuja da tecnologia: Mesmo o pequeno precisará de acesso ao sistema para não travar o dinheiro da venda.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo: No novo sistema, quem se organizar primeiro e souber gerir seus créditos, vai lucrar mais e dominar o mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Telefone para contato 31 98837 0733</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>e-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Semana Santa,então é lua cheia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:18:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.Se você tem pressa, o que mais vai [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.<br>Se você tem pressa, o que mais vai encontrar no futuro é saudade do passado. Vou em frente numa marcha suave, recuso acelerar o passo; a vida é tão rara…<br>Conforme o combinado, familiares e amigos chegam aqui na roça para aproveitar o feriado prolongado da Semana Santa, que acontece sempre na lua cheia. Por um tempo, observei: o simples de Deus é extraordinário.<br>Me alembro e sinto saudades do tempo que já passou. Com meus pais, minhas irmãs e meu irmão, participávamos das celebrações da Semana Santa.<br>No Domingo de Ramos, cada um levava um pequeno feixe de capim-sapé ou folhas de palmeira. Depois de abençoados, levávamos para casa, para proteção da família.<br>Na segunda-feira, participávamos da Procissão dos Passos. A imagem de Jesus carregando a cruz era levada para a igreja do outro lado do rio.<br>Na terça-feira, Jesus mostrava aos seguidores seus poderes, amaldiçoando uma figueira; ele tinha poder para eliminar seus inimigos. E nós, na esperança de força, enfrentávamos a semana com determinação.<br>Na quarta-feira, eu e meu irmão íamos com meu pai para o outro lado do rio participar da procissão com Jesus Cristo carregando a cruz — só os homens. Minhas irmãs, com minha mãe, iam para a igreja matriz, de onde saíam em procissão com Nossa Senhora das Dores — só as mulheres.<br>Em frente à igreja de baixo, acontecia o encontro. Em silêncio, a procissão, com mãe e filho, seguia para a igreja matriz.<br>Na quinta-feira, às 12h13 — faltava um pouquinho —, ouvia-se muito barulho: eram as matracas, anunciando o luto pela morte de Jesus.<br>Na sexta-feira, jejum — e, para nós naquela idade, era muito sofrido. À noite, participávamos da procissão do enterro. Eu ficava ali, perto da banda de música, com o maestro Zé Torres Pessoa, meu tio, tocando marcha fúnebre.<br>No sábado, era dia de reforçar a “segurança”: pegavam coisas das casas para levar para o quintal do Judas, que ficava no adro da matriz, até que os proprietários viessem buscá-las.<br>Às 00h01, já no domingo, os sinos anunciavam a Páscoa da Ressurreição. Comungávamos todos.<br>No domingo, o almoço era mais reforçado para comemorar a Páscoa. Naquela época, os coelhos ainda não botavam — não havia ovos de Páscoa. À tarde, muita gente voltava para suas casas na roça.<br>Naquela ocasião, saímos de madrugada, quando a cidade ainda adormecia.<br>Não pude ver as primas e os primos, nem ao menos lhes dizer adeus.<br>Dos meus olhos, vermelhos e sombrios, lágrimas caíam.<br>Vou cavalgando… pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Carnaval, então é lua nova</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:14:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e colocar no forno do fogão a lenha pra tirar o excesso de gordura. E comer o tanto que eu quiser. Pra compensar não vou beber bebida alcoólica. Eu consigo, uai. Ouvindo aqueles sucessos maravilhosos dos anos 70 e 80.<br>Depois que fiz 71 anos, sou às vezes esquecido. Descobri que algumas coisas da vida devem mesmo ser esquecidas. Procurar recordar das coisas boas, claro uai. Coisas ruim quebram o coração da gente. Apesar que coração partido nos dá força, compreensão, compaixão, sabedoria.<br>Oh procevê. Esqueci de olhar o celular. Fui ver, tinha mensagem que a turma vai chegar no final dá tarde, sábado véspera do Carnaval, conforme o combinado. E que seja cativante cada gesto de carinho entre amigos e familiares que aqui chegam. O Carnaval acontece na lua nova, a semana Santa é que é na lua cheia…<br>Fiquei incumbido de cortar a grama no entorno da casa. Deixei algumas éguas fazerem o serviço. Ficou ótimo. Até que enfim chegaram, é por não saber o dia de amanhã que cada hoje é um enorme presente. Que seja alegre, que seja ótimo, que seja leve, que seja abençoado.<br>Iara, Wellington e os filhos Lys e Téo; Roberta, Marquinhos e a filha Manuela; Daniel Beiçola e a filha Helena; Rosa, Nica, Ana Lucia; Polly, Michell e o filho Ravi; Gut, Bruna e os filhos Isis e Bernardo; Patrícia, Jonathan e o filho Gabriel; Nandinho, Ana Paula e o filho Bernardo; Gabriel, Regiane, Alemão, Reinaldo, Tania.<br>E foi aquela serviçama prazerosa. Descarregar os veículos, ajeitar os quartos, colchões, roupa de cama. Nas geladeiras foram colocadas as feiras.<br>O Nica disse: “Finalmente o Carnaval chegou, que seja maravilhoso, com paz e tranquilidade, dando a esses dias a possibilidade de ser os melhores de nossas vidas…”<br>No fogão à lenha, a fogueira ardia, a suã de porco fervia. Um dos os olhos do Beiçola preso nas coloridas labaredas; o outro, na filha Helena que adulava a cadela Bina.<br>Todos ali fazendo de um tudo. As cervejas, na cervejeira que marcava menos -4.8 graus. Então foi experimentar. E para agradar aos presentes busquei minha relíquia, um LP de marchinhas de Carnaval, e coloquei na radiola. As músicas “A turma do funil”, “Me dá um dinheiro aí”, “Bandeira Branca”,” Saca rolha”, “Marcha do remador”, “Quem sabe, sabe”, “Daqui não saio”, “Jardineira”, “Máscara negra”,” Mulatas”, Cachaça”. A garotada manifestou logo: “Que isso vovô”. Acharam estranho, mas lembramos dos bailes de carnaval, no Iporanga e Democrata. Quanto riso, oh, quantas saudades…<br>Valorizando as pessoas que nos acolhem na vida e no coração. Ajeitando para que sua capacidade de se encantar com a vida nunca adormeça, mesmo em dia ensolarado e escaldante. Quem faz o dia lindo somos nós mesmos.<br>Com capricho, correndo aqui e acola, procurando fazer o melhor com as condições que temos, vou cavalgando, pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Cavalgada de aniversário</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 23:24:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa) Acordei quando a madrugada ainda dominava o tempo, deitado no catre, com o pelego grande servindo de colchão, e com a capa 3 Coqueiros me protegendo por inteiro. Além do barulho da chuva fina que caia mansamente, ouvia também o barulho da égua pastando a grama chata recém brotada com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordei quando a madrugada ainda dominava o tempo, deitado no catre, com o pelego grande servindo de colchão, e com a capa 3 Coqueiros me protegendo por inteiro. Além do barulho da chuva fina que caia mansamente, ouvia também o barulho da égua pastando a grama chata recém brotada com as últimas e tão esperadas chuvas. Abri a porta do rancho, sai na varandinha, fui recebido por um vento frio acariciando meu rosto úmido. A égua parou de pastar, olhou pra mim: “É Fama, é já que vamos embora”. Ela acenou afirmativo.<br>Aticei o fogo na fornalha, coloquei a água e o açúcar pra ferver. Madrugada é hora pra pensar. Abrindo a porteira da ideia, colocando nesta imensidão de Serra, meus pensamentos, livres, imaginativos, sem esbarrar em nada, revivendo, fazendo planos, sonhando. Sonhar é bom, pesadelo é que é ruim mesmo. Lembrei dos lindos filhos e da mulher amada. Só não vieram porque não avisei.<br>A fogueira ardia, a água fervia, meus olhos presos nas coloridas labaredas, e o cheiro inconfundível da candeia, usada como lenha. Coloquei aquela medida que sabemos do pó de café, na água, misturei bem. Um bom pedaço de queijo derretido dentro do pão. Café cheiroso, saboroso, com a mesma doçura da vida.<br>Em meu corpo fiz o sinal da cruz, lembrando de dar o tradicional balanço, nas boas e más ações. Lembrei das inúmeras cavalgadas. Estava feliz. Eu combino muito bem comigo. Então é colocar na balança da vida, até os 70 anos, tudo bom, tudo que me foi destinado. A balança ficou com os pratos equilibrados assim que coloquei na concha os merecimentos.<br>A justiça Divina é implacável, precisa. Pedi que nesta idade que inicia, 71 anos, eu tivesse a felicidade que merecesse. Estou chegando aos meus melhores anos, eu já sorri, eu já chorei, meus melhores amigos estão sempre ao meu lado.<br>Quantos anos em tenho? 70 anos eu já vivi. Quero viver bem os anos que ainda me restam. Nossa maior força nasce na nossa capacidade de superar os problemas, não na ausência deles.<br>A neblina não deixou o sol aparecer. A chuva parou. Encabrestei a égua. Com o facão raspei o lombo antes de colocar a manta protetora. Égua selada, ajeitei os pertences no alforje, aquele um recém ajeitado na Selaria Sete. A capa no porta-capa, coloquei o pelego sobre a sela.<br>Entrei no Rancho, conferi tudo e tranquei, ajeitei o cabresto, a rédea, coloquei o pé esquerdo no estribo, passei a perna direita sobre a anca gorda da égua, sentei confortável sobre sela, recolhendo as rédeas entre os dedos. Com um leve toque de esporas sinalei ao animal que a cavalgada, com esta nova idade, 71 anos, começava. Maciamente, numa marcha batida, de triple apoio alternado, e a sobre-pegada, a marcha era em frente e avante.<br>Os estribos firmavam as vigorosas pernas. Um alivio na rédea facilitava a tarefa de escolher o local onde pisar com as patas ferradas. Cheiro de terra molhada. Lembrei que há 8 dias a cagaita quase caiu. E cagaitera não cai na poeira. Eu sabia que seria feliz nesta nova etapa. Assim como todos os meus…<br>Procurando fazer o melhor com as condições que temos, vou cavalgando, pedaços de mim vou deixando.</p>
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