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	<title>Coopersete Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>Coopersete Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Revista COOPERANDO de maio disponível na Coopersete e aqui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição: Manejo do Milho para Alta Produtividade O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Revista COOPERANDO de 15 de junho está disponível gratuitamente na Coopersete. O PDF da mesma edição pode ser baixado aqui. Abaixo, resumo das informações contidas na edição:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manejo do Milho para Alta Produtividade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O manejo adequado do milho é fundamental para alcançar altas produtividades, com destaque para o evento técnico que ocorrerá em 27 de junho no Parque de Exposições JK.﻿ Evento técnico sobre manejo do milho para altas produtividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: 27 de junho.﻿ Local: Parque de Exposições JK. Foco em tecnologias que impactam o bolso do produtor. Importância do conhecimento para produtividade.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavra da Direção e Planejamento Agrícola</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretoria reforça a importância do planejamento para o manejo de insumos, água e produção de silagem, especialmente em períodos de seca.﻿ Planejar compra de insumos para evitar dificuldades futuras.﻿ Investir na conservação de nascentes e reservatórios de água. Organização da produção de silagem para enfrentar a estiagem.﻿ Compra de insumos na Coopesete com preços atrativos e facilidades de pagamento.﻿ Cada compra fortalece a cooperativa e o produtor.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia de Silagem de Custo Zero</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da silagem depende do manejo na retirada do silo, com recomendações para evitar deterioração e perdas.﻿ Fermentação anaeróbica dura cerca de 3 semanas.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exposição ao ar causa deterioração por fungos e leveduras.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Remover a silagem rapidamente, de 20 a 30 cm por dia.﻿ Dimensionar o silo conforme o consumo diário do rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Técnicas de corte e manejo sem custo garantem qualidade e economia.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Plantas Invasoras nas Pastagens</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Controle do sapé e rabo-de-burro é essencial para manter pastagens produtivas, com métodos como arrancar touceiras e uso de herbicidas ou aração.﻿ Rabo-de-burro controlado por arrancamento antes da floração.﻿ Sapé controlado por aração ou herbicida, seguido de plantio de gramíneas.﻿ Queima antes da aração em áreas altamente infestadas.﻿ Evitar superlotação para prevenir reinfestação.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recuperação de Vacas sem Cio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vacas magras com anestro podem levar mais de 8 meses para recuperar a atividade ovariana, dependendo do ganho de peso diário. Necessitam de 30% ou mais de aumento de peso para retomar o ciclo.﻿ Recuperação lenta se o peso não for recuperado adequadamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Causas da Ausência de Cio em Vacas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de cio é geralmente causada por fatores nutricionais ou patologias uterinas e ovarianas.﻿ Diagnóstico de gestação e condição corporal são essenciais.﻿ Vacas em boa condição podem não apresentar cio devido a problemas de saúde.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização da Cavalgada Riachão a Conceição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cavalgada é uma tradição de nove dias, promovendo fé, paciência e união, com preparação cuidadosa de equipamentos e animais.﻿ Participação no Jubileu do Senhor Bom Jesus.﻿ Encontros com amigos e familiares. Organização de trilhas, cargas e alimentação dos animais. Enfatiza valores de simplicidade, fé e convivência harmoniosa.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados na Produção de Leite no Inverno</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho exige atenção ao manejo, alimentação, sanidade e planejamento para manter a produção de leite durante a seca.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejar armazenamento de alimentos conservados.﻿ Monitorar estoques e suplementação mineral.﻿ Revisar lotes de produção e condição corporal. Garantir água limpa e fresca para o rebanho.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Separar vacas por níveis de produção para melhor aproveitamento.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforço na Reprodução e Sanidade de Bezerras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Junho é ideal para revisar protocolos reprodutivos, realizar diagnósticos e cuidar das bezerras para garantir longevidade e produtividade futura.﻿ Melhor clima para índices reprodutivos.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter calendário de vacinação atualizado.﻿ Monitorar verminoses, carrapatos e moscas.﻿ Investir no desenvolvimento de bezerras com abrigos e alimentação adequada.﻿</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produtores de Maior Destaque</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores de leite em maio de 2026 tiveram destaque na quantidade de leite produzida, com Victor Collin liderando com 1.077.121 litros. Na sequência, Mauro Antônio Costa de Araújo: 812.665 litros.﻿ Outros destaques incluem Celina Puntel, Carlos Gonzaga e Agropecuária Teixeira Machado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores produtores representam uma parcela significativa da produção mensal.<strong></strong></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/COOPERANDO_678_JUN_2026.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de COOPERANDO_678_JUN_2026."></object><a id="wp-block-file--media-19ff3079-78d4-4ebd-bdfc-2974728dad99" href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/COOPERANDO_678_JUN_2026.pdf">COOPERANDO_678_JUN_2026</a><a href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/COOPERANDO_678_JUN_2026.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-19ff3079-78d4-4ebd-bdfc-2974728dad99">Baixar</a></div>



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		<title>Feriado do Dia do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa) Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.O Dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Ti Rei</strong> (Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.<br>Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.<br>O Dia do Trabalho nasce da luta, não do acaso.<br>Conforme o combinado, a turma estava chegando da cidade para participar da cavalgada e abrilhantar as comemorações do Dia do Trabalho.<br>Na véspera, matei um capado, aproveitando a lua. É sabido que, semana que vem, é lua minguante, e, na minguante, o toucinho fica aguado, meio molengo. Mas tinha muita carne; fez um farturão danado de bom.<br>Na hora combinada, com algumas selas recém-reformadas na Selaria Sete, foi aquela serviçama prazerosa de escolher, encabrestar, raspar e selar alguns animais.<br>Amizade não é comprada, é conquistada. É uma laçada que não prende, não aperta. Existiam ali pessoas amigas e abençoadas, ajeitando suas respectivas montarias, entre perguntas e respostas, esforçando-se para fazer o melhor no arreamento da tropa.<br>O dia ia ser ótimo, pois aquele gesto, por mais simples que fosse, seria inesquecível.<br>— Oh, um gato entrou no cômodo das selas! É para inibir a presença de ratos. E não é gato, é gata. Veja: tem três cores.<br>Na letra da música diz que gato de três cores ainda não nasceu. Li em algum lugar que, nos gatos, as cores são determinadas pelo cromossomo X, o feminino.<br>As três cores — preto, alaranjado e branco — num mesmo animal indicam que é fêmea.<br>O capim andropogon já emborrachou e está pendoando com força total. Hora de colocar boca para cortar, hora de fazer o manejo.<br>O capim-braquiária sementou bem; as chuvas caíram na hora certa.<br>Em alguns lugares, o capim-andropogon invadiu as trilhas, com o pendão pesado. Pasto tem que sobrar; se não sobrou, é porque faltou.<br>Seguíamos em frente, com paciência para aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que posso e sabedoria para compreender e tomar a decisão certa. Não existe vida perfeita, e sim você dando o melhor todos os dias.<br>Seguíamos atentos e felizes. Uai, coisa boa atrai coisa boa. Acreditar que é possível é sempre o primeiro passo para dar certo.<br>E, depois de algumas horas bem dilatadas, aproveitando as belas paisagens, aproximávamo-nos do destino.<br>Cavalgando, admirei inúmeras paisagens, falei com estranhos e lembrei de alguns que vejo sempre.<br>Já saí angustiado, com raiva, e voltei para casa com paz no coração.<br>Dizem que é perigoso. Uai, tem perigo, sim, mas o significado da coragem é avançar mesmo sentindo medo.<br>Cavalgando, sinto o quanto é maravilhoso estar montado. Nem comento mais com quem não gosta de cavalgar; naturalmente, essas pessoas não entendem.<br>A égua tordilha seguia em frente e avante. Quando nasceu, me contaram que havia nascido uma potra preta. Depois, quando ficasse mais velha, ficaria com a pelagem russa, da cor de vaca branca.<br>Com capricho, procurando fazer o melhor, dentro da condição que temos, vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Cooperando de maio disponível na COOPERSETE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 19:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A COOPERANDO de 15 de maio está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A seguir, resumo das principais notícias. Sete Lagoas e a Feira do Setor Florestal Sete Lagoas sediará a Expo Minas Florestal de 19 a 21 de maio de 2026, com foco na indústria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A COOPERANDO de 15 de maio está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A seguir, resumo das principais notícias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sete Lagoas e a Feira do Setor Florestal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sete Lagoas sediará a Expo Minas Florestal de 19 a 21 de maio de 2026, com foco na indústria florestal, inovação e sustentabilidade.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evento será no Parque de Exposições JK, reunindo maquinários, insumos e soluções para o setor.</li>



<li>Setor de reflorestamento é a maior cultura agrícola de Minas Gerais, com mais de 2,3 milhões de hectares de florestas plantadas.</li>



<li>Eucalipto representa 96,8% das árvores cultivadas, predominando na silvicultura.</li>



<li>A feira contará com eventos técnicos, como o 5º Encontro Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional, Viveirotech, Carvão Verde Brasil e o Evolution.</li>



<li>Objetivos incluem promover negócios, tecnologia, inovação, sustentabilidade e integração da cadeia produtiva.</li>



<li>Apoio do Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Lagoas, Sistema FAEMG/Senar e Prefeitura de Sete Lagoas, com parceria da AMIF.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Região de Sete Lagoas e Atividades Florestais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sete Lagoas é uma cidade estratégica próxima a Belo Horizonte, com forte presença de empresas nos setores florestal, siderúrgico e de madeira de florestas plantadas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localizada a aproximadamente 80 km de Belo Horizonte e uma hora do aeroporto de Confins.</li>



<li>Abriga os principais elos da cadeia produtiva desses setores.</li>



<li>Participa de investigações ambientais e de manejo florestal (SIF).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento Técnico de Manejo do Milho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtores rurais são convidados para o primeiro evento técnico sobre manejo de milho para altas produtividades, promovido pelo Sindicato Rural de Sete Lagoas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Data: 27 de junho, às 8h, no Parque de Exposições JK.</li>



<li>Objetivo: aprendizado, troca de experiências e atualização técnica.</li>



<li>Apoio de patrocinadores: Dekalb, Bioma, Fertiliti.</li>



<li>Apoiadores: Sindicato dos Produtores Rurais, Copersete, ABMS.</li>



<li>Atividades: conexão com o agro, balcão de negócios, palestras e networking.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Enfrentando a Seca na Produção de Leite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A seca impacta a produção leiteira, exigindo planejamento e manejo estratégico para manter a produtividade e reduzir custos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maio é um mês crucial para organizar reservas alimentares, revisar pastagens, cuidar da sanidade, preparar instalações e ajustar o manejo nutricional.</li>



<li>Com menos chuva, a qualidade do capim diminui, reduzindo a produção de massa verde e aumentando a necessidade de compra de ração mais cara.</li>



<li>Recomenda-se produção de silagem de milho ou sorgo, corte e armazenamento de cana, produção de feno, formação de capineiras e planejamento de suplementação mineral e proteica.</li>



<li>Planejamento antecipado evita perdas, melhora a eficiência e garante a manutenção da produção, qualidade do leite e rentabilidade.</li>



<li>Revisão da dieta do rebanho deve equilibrar energia, proteína, fibra, minerais e volumoso, com acompanhamento técnico.</li>



<li>Silagem bem feita é uma alternativa eficiente e econômica, exigindo ponto correto de colheita, compactação e vedação adequada.</li>



<li>Controle de superpastejo e reserva de piquetes estratégicos ajudam na recuperação das pastagens.</li>



<li>Vacas leiteiras continuam exigindo 60 a 100 litros de água limpa por dia, mesmo na seca.</li>



<li>Maio também é período para reforçar a sanidade, com foco na mastite, higiene na ordenha, vacinação, vermifugação e controle de doenças respiratórias e de casco.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importância da Suplementação na Seca</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação é fundamental para manter a sanidade, eficiência reprodutiva e produtividade do rebanho durante a seca.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando o pasto seca, a suplementação evita prejuízos na produção e na reprodução, nutrindo as bactérias do rúmen.</li>



<li>Oferecer proteína, energia ou sal proteinado melhora a digestão do capim seco e fortalece o sistema imunológico do animal.</li>



<li>Animais bem nutridos mantêm sistema imunológico fortalecido, reduzindo vulnerabilidade a doenças e parasitas.</li>



<li>Para cria e recria, a suplementação é essencial para evitar perda de escore corporal, melhorar taxas de concepção e produção de leite.</li>



<li>Manejo de cocho e qualidade da água são essenciais para retorno do investimento.</li>



<li>Planejamento de suplementação deve considerar manejo de cocho, água limpa e adequada, além de controle de doenças.</li>



<li>Investir na suplementação estratégica é um gasto que se transforma em investimento na saúde e produtividade do rebanho.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Carrapatos e Plantas Tóxicas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A aplicação de carrapaticidas deve ser feita de forma estratégica para evitar infestações e problemas de saúde.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tratamento de todos os animais 5 a 6 vezes ao ano, com intervalos de 21 dias.</li>



<li>Melhor período de controle na região Sul, Sudeste e Centro-Oeste é de outubro a dezembro ou janeiro a março.</li>



<li>Na região Nordeste, o controle deve focar nos meses que antecedem o período chuvoso, com atenção ao crescimento de carrapatos no inverno.</li>



<li>Manejo de pastagens deve evitar superpastejo, que degrada a pastagem e favorece plantas tóxicas.</li>



<li>Conhecer e combater plantas tóxicas na região é importante para evitar intoxicações nos animais.</li>
</ul>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/COOPERANDO_677_MAI_2026.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de COOPERANDO_677_MAI_2026."></object><a id="wp-block-file--media-e4d30685-993f-4a25-a84e-e6999dd45237" href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/COOPERANDO_677_MAI_2026.pdf">COOPERANDO_677_MAI_2026</a><a href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/COOPERANDO_677_MAI_2026.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-e4d30685-993f-4a25-a84e-e6999dd45237">Baixar</a></div>
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		<title>IBS e CBS são impostos que ninguém conseguirá escapar &#8211; Como proteger seu lucro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Advogado]]></category>
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		<category><![CDATA[CBS]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado. Com a chegada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Lei Complementar nº 214/2025 e a Lei complementar 227/2026, o governo mudou a forma de cobrar impostos sobre tudo isso. Agora, o produtor rural precisa entender que o fisco olha para a fazenda como um &#8220;pacote de negócios&#8221;.<br>Dia 29/04/2026 foi publicado o regulamento (<a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%2012.955-2026?OpenDocument">DECRETO Nº 12.955, DE 29 DE ABRIL DE</a> 2026), agora não tem mais desculpas, todos terão que se adaptar a essa nova forma de tributação e o prazo é curto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O &#8220;Número Mágico&#8221;: R$3,6&nbsp;milhões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com o seu faturamento bruto anual. O valor de R$3,6&nbsp;milhões é o divisor de águas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abaixo disso: Você é considerado &#8220;Não Contribuinte&#8221;. O governo te deixa fora da burocracia principal, mas você fica dependente do sistema de &#8220;crédito presumido&#8221;.</li>



<li>Acima disso: Você é &#8220;Contribuinte Obrigatório&#8221;. Precisa emitir notas com os novos impostos (IBS e CBS) e fazer a contabilidade completa.</li>



<li>O Pulo do Gato: Esse limite não é só da venda do boi ou da soja. O governo soma toda a sua renda. Se você ganhou R$2 milhões com a soja e R$1,7 milhões alugando galpões na cidade ou prestando serviços, você passou do limite e virou contribuinte obrigatório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O que gera imposto na fazenda? (Os Fatos Geradores)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o IBS e a CBS incidem sobre quase tudo o que você faz:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Venda de Produção (Grãos e Animais): Fato gerador principal. No momento da saída da carga, o imposto acontece, mas com desconto de 60% na alíquota.</li>



<li>Aluguel de Pasto e Galpões: Perigo! Aluguel tem regra própria (regime imobiliário). Se misturar o dinheiro do aluguel com o do gado sem separar na contabilidade, pode pagar a alíquota cheia (sem desconto) sobre tudo.</li>



<li>Serviços (Destoca, Frete): Usar máquinas na terra do vizinho é prestação de serviço. O imposto incide aqui e a alíquota pode ser diferente do produto rural.</li>



<li>Parcerias e Integração: Se você é integrado (aves/suínos), a lei te trata como não contribuinte, mas você deve validar os créditos para a integradora não perder dinheiro.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="472" height="473" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg" alt="" class="wp-image-2936" style="aspect-ratio:0.9979010494752624;width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg 472w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-300x300.jpg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. A Estratégia: Ser ou não ser Contribuinte?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você fatura menos de R$3,6&nbsp;milhões, tem uma escolha que pode salvar ou queimar seu lucro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vantagens de ser Contribuinte: Recupera o imposto pago no diesel, máquinas e adubos (créditos); paga apenas 40% da alíquota na venda; e tem preferência de compra por Tradings e Frigoríficos.</li>



<li>Vantagens de ficar de fora: Menos burocracia e contabilidade simplificada. Mas cuidado: você terá que validar cada venda no computador para que o comprador não perca o crédito e peça desconto no seu preço.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O Impacto no seu Fluxo de Caixa: Por que isso é uma &#8220;Guerra de Margens&#8221;?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo sistema, o imposto não é mais apenas um custo, mas um ativo financeiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para o Grande Empreendimento: O IBS e a CBS pagos na compra de tecnologia e infraestrutura geram créditos que podem zerar o imposto da venda. A gestão tributária vira lucro direto no caixa.</li>



<li>Para o Pequeno Produtor: Sua competitividade depende da sua &#8220;saúde digital&#8221;. Se você não validar sua venda no sistema, o seu produto ficará &#8220;caro&#8221; para o comprador. No mercado moderno, ninguém quer pagar pelo imposto que o fornecedor não validou.</li>



<li>O Governo traçou regras para proteger o pequeno produtor rural, contudo, tudo é uma questão de colocar todos os cálculos no papel e avaliar o que é melhor para o produtor rural, onde e como ele irá economizar no imposto a ponto de aumentar a sua rentabilidade e competitividade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. O Perigo das &#8220;Atividades Mistas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos empresários rurais usam um único CNPJ para tudo. Se você planta e também faz loteamento ou aluga imóveis, tem receitas mistas. A lei exige separar essas &#8220;gavetas&#8221;. A atividade rural tem benefício; a imobiliária não. Jogar tudo no mesmo bolo atrai multas pesadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. O Calendário de Setembro: A incerteza do Crédito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do crédito para quem compra de produtor pequeno mudará todo ano em setembro. Em contratos de longo prazo, é vital colocar uma cláusula prevendo ajuste de preço caso o governo mude essa regra, protegendo sua margem de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: O que fazer agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não aceita mais o &#8220;jeitinho&#8221;.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Organize suas receitas: Saiba quanto vem da roça, quanto vem de serviços e quanto vem de aluguéis.</li>



<li>Faça as contas: Avalie com seu contador se os créditos das compras (diesel/máquinas) compensam a tributação da venda.</li>



<li>Não fuja da tecnologia: Mesmo o pequeno precisará de acesso ao sistema para não travar o dinheiro da venda.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo: No novo sistema, quem se organizar primeiro e souber gerir seus créditos, vai lucrar mais e dominar o mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Telefone para contato 31 98837 0733</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>e-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Semana Santa,então é lua cheia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.Se você tem pressa, o que mais vai [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.<br>Se você tem pressa, o que mais vai encontrar no futuro é saudade do passado. Vou em frente numa marcha suave, recuso acelerar o passo; a vida é tão rara…<br>Conforme o combinado, familiares e amigos chegam aqui na roça para aproveitar o feriado prolongado da Semana Santa, que acontece sempre na lua cheia. Por um tempo, observei: o simples de Deus é extraordinário.<br>Me alembro e sinto saudades do tempo que já passou. Com meus pais, minhas irmãs e meu irmão, participávamos das celebrações da Semana Santa.<br>No Domingo de Ramos, cada um levava um pequeno feixe de capim-sapé ou folhas de palmeira. Depois de abençoados, levávamos para casa, para proteção da família.<br>Na segunda-feira, participávamos da Procissão dos Passos. A imagem de Jesus carregando a cruz era levada para a igreja do outro lado do rio.<br>Na terça-feira, Jesus mostrava aos seguidores seus poderes, amaldiçoando uma figueira; ele tinha poder para eliminar seus inimigos. E nós, na esperança de força, enfrentávamos a semana com determinação.<br>Na quarta-feira, eu e meu irmão íamos com meu pai para o outro lado do rio participar da procissão com Jesus Cristo carregando a cruz — só os homens. Minhas irmãs, com minha mãe, iam para a igreja matriz, de onde saíam em procissão com Nossa Senhora das Dores — só as mulheres.<br>Em frente à igreja de baixo, acontecia o encontro. Em silêncio, a procissão, com mãe e filho, seguia para a igreja matriz.<br>Na quinta-feira, às 12h13 — faltava um pouquinho —, ouvia-se muito barulho: eram as matracas, anunciando o luto pela morte de Jesus.<br>Na sexta-feira, jejum — e, para nós naquela idade, era muito sofrido. À noite, participávamos da procissão do enterro. Eu ficava ali, perto da banda de música, com o maestro Zé Torres Pessoa, meu tio, tocando marcha fúnebre.<br>No sábado, era dia de reforçar a “segurança”: pegavam coisas das casas para levar para o quintal do Judas, que ficava no adro da matriz, até que os proprietários viessem buscá-las.<br>Às 00h01, já no domingo, os sinos anunciavam a Páscoa da Ressurreição. Comungávamos todos.<br>No domingo, o almoço era mais reforçado para comemorar a Páscoa. Naquela época, os coelhos ainda não botavam — não havia ovos de Páscoa. À tarde, muita gente voltava para suas casas na roça.<br>Naquela ocasião, saímos de madrugada, quando a cidade ainda adormecia.<br>Não pude ver as primas e os primos, nem ao menos lhes dizer adeus.<br>Dos meus olhos, vermelhos e sombrios, lágrimas caíam.<br>Vou cavalgando… pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Mastite: o problema silencioso que afeta a qualidade do leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 00:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Sete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mastite é uma das principais enfermidades que impactam a pecuária leiteira, sendo responsável por prejuízos significativos tanto na produção quanto na qualidade do leite. Muitas vezes silenciosa, especialmente em sua forma subclínica, a doença pode evoluir sem sinais visíveis, comprometendo a saúde do rebanho e reduzindo a rentabilidade da atividade.Caracterizada pela inflamação da glândula [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A mastite é uma das principais enfermidades que impactam a pecuária leiteira, sendo responsável por prejuízos significativos tanto na produção quanto na qualidade do leite. Muitas vezes silenciosa, especialmente em sua forma subclínica, a doença pode evoluir sem sinais visíveis, comprometendo a saúde do rebanho e reduzindo a rentabilidade da atividade.<br>Caracterizada pela inflamação da glândula mamária, a mastite pode ser causada por diferentes tipos de microrganismos, sendo classificada, de forma geral, em mastite clínica e subclínica. A forma clínica é mais fácil de identificar, pois apresenta alterações visíveis no leite, como grumos, pus ou aspecto aquoso, além de inchaço e sensibilidade no úbere. Já a mastite subclínica não apresenta sinais aparentes, sendo detectada principalmente por meio de exames como a Contagem de Células Somáticas (CCS).<br>Mesmo sem sintomas visíveis, a mastite subclínica é responsável por grandes perdas. Ela reduz a produção de leite, altera sua composição — afetando teores de gordura, proteína e lactose — e compromete a qualidade da matéria-prima. Além disso, índices elevados de CCS podem resultar em penalizações ao produtor.<br>O controle da mastite começa com boas práticas de manejo, especialmente durante a ordenha. A higiene dos tetos é fundamental para evitar a entrada de microrganismos. A realização correta do pré-dipping, com tempo adequado de ação do produto, seguida da secagem com papel descartável, contribui significativamente para a redução da contaminação. O pós-dipping, por sua vez, é essencial para proteger o canal do teto após a ordenha, quando ele permanece mais vulnerável.<br>Locais úmidos, com presença de lama e acúmulo de matéria orgânica, favorecem a proliferação de bactérias causadoras de mastite ambiental. Manter camas, piquetes e áreas de descanso limpos e secos é uma medida simples, mas altamente eficaz na prevenção da doença.<br>A manutenção adequada dos equipamentos de ordenha também merece atenção. Teteiras desgastadas, falhas no vácuo ou pulsação irregular podem causar lesões nos tetos, facilitando a entrada de agentes infecciosos. Revisões periódicas garantem o bom funcionamento do sistema e contribuem para a saúde do úbere.<br>O monitoramento do rebanho é uma ferramenta indispensável. A realização de testes como o CMT permite identificar precocemente vacas com mastite subclínica, possibilitando intervenções rápidas. O acompanhamento dos resultados de CCS deve ser constante, auxiliando na tomada de decisões e no controle da doença dentro da propriedade.<br>È fundamental adotar medidas de manejo adequadas para vacas no período seco. A secagem bem conduzida reduz o risco de novas infecções e prepara o animal para a próxima lactação com melhores condições sanitárias.<br>Com disciplina na rotina, cuidados com o ambiente e acompanhamento técnico, é possível reduzir significativamente sua incidência, melhorar a qualidade do leite e aumentar a rentabilidade da atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dicas práticas para o controle da mastite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Realize corretamente o pré-dipping e o pós-dipping em todas as ordenhas<br>. Seque bem os tetos com papel descartável<br>. Mantenha camas e áreas de descanso sempre limpas e secas<br>. Faça manutenção periódica da ordenhadeira<br>. Utilize o CMT para identificar mastite subclínica<br>. Separe e trate rapidamente vacas com mastite clínica<br>. Acompanhe os índices de CCS do rebanho.<br>. Planeje corretamente a secagem das vacas.<br>.</p>
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		<title>Cooperando de 15 de abril disponível na Coopersete</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A COOPERANDO de 15 de abril está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A edição apresenta como matéria de capa a assembleia geral, que aprovou o balanço de 2025 e elegeu o Conselho Fiscal para o período 2026/2027. Também informações técnicas sobre controle de pragas na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A COOPERANDO de 15 de abril está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A edição apresenta como matéria de capa a assembleia geral, que aprovou o balanço de 2025 e elegeu o Conselho Fiscal para o período 2026/2027. Também informações técnicas sobre controle de pragas na horticultura e qualidade do leite, além da relação dos melhores e maiores fornecedores da entidade e classificados de produtos.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de COOPERANDO ABRIL 2026."></object><a id="wp-block-file--media-371642a9-1cf1-49a7-8cb2-91ef5606bbc4" href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf">COOPERANDO ABRIL 2026</a><a href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-371642a9-1cf1-49a7-8cb2-91ef5606bbc4">Baixar</a></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Tripes na Horticultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Métodos alternativos de controle de tripes, incluindo controle biológico, práticas culturais e uso de extratos botânicos, estão sendo estudados para reduzir o uso de defensivos químicos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tripes causam danos por prateamento, deformações e transmissão de viroses em hortaliças.</li>



<li>Controle químico é eficiente, mas aumenta custos e favorece resistência.</li>



<li>Inimigos naturais, como ácaros e insetos predadores, são utilizados como bioinsumos.</li>



<li>Condições ambientais, como temperatura e umidade, influenciam a sucesso do controle biológico.</li>



<li>Outras estratégias incluem telas anti-inseto, manejo de adubação, eliminação de plantas hospedeiras e monitoramento constante.</li>



<li>Estudos na EPAMIG Centro-Oeste focam no controle de Caliothrips phaseoli em feijão.</li>



<li>Contato para mais informações: italo.marcossi@epamig.br.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mastite e Qualidade do Leite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite, silenciosa e de impacto significativo, prejudica a produção e a qualidade do leite, exigindo manejo adequado e monitoramento constante.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pode ser clínica ou subclínica; a subclínica é mais comum e difícil de detectar.</li>



<li>Reduz a quantidade e altera a composição do leite, afetando gordura, proteína e lactose.</li>



<li>Índices elevados de CCS podem gerar penalizações ao produtor.</li>



<li>Boas práticas de higiene na ordenha, como pré e pós-dipping, são essenciais.</li>



<li>Manutenção de ambientes limpos e secos evita proliferação de bactérias.</li>



<li>Equipamentos de ordenha devem estar em bom estado e revisados periodicamente.</li>



<li>Testes como o CMT ajudam na detecção precoce da mastite subclínica.</li>



<li>Cuidados na secagem das vacas no período seco previnem novas infecções.</li>



<li>A disciplina no manejo melhora a qualidade do leite e aumenta a rentabilidade.</li>
</ul>
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		<title>Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura Regional na UFSJ, em 15 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 01:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) promove, dia 15 de MAIO, o 2º Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura na Região Central Mineira. O evento tem como principal objetivo difundir conhecimentos técnicos, científicos e tecnológicos, promovendo a troca de experiências entre produtores, pesquisadores, técnicos e estudantes. A proposta vai além da simples transmissão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) promove, dia 15 de MAIO, o 2º Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura na Região Central Mineira. O evento tem como principal objetivo difundir conhecimentos técnicos, científicos e tecnológicos, promovendo a troca de experiências entre produtores, pesquisadores, técnicos e estudantes. A proposta vai além da simples transmissão de conteúdo: busca incentivar a diversificação produtiva, ampliar a adoção de tecnologias no campo e fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão.</p>





<p class="wp-block-paragraph"><strong>Café: força econômica e nova fronteira regional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais segue como o maior produtor de café do Brasil, sendo referência mundial na produção e qualidade do grão. Dentro desse cenário, a região Central Mineira começa a se destacar como uma nova área promissora, mesmo diante de desafios relacionados às condições edafoclimáticas — especialmente solo e clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Avanços recentes têm mostrado que, com manejo adequado, escolha correta de cultivares e uso de tecnologias modernas, é possível viabilizar a produção de café em áreas antes consideradas pouco aptas. Esse movimento abre novas oportunidades para produtores locais, que passam a enxergar na cafeicultura uma alternativa estratégica de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o cenário internacional favorece esse avanço. O mercado global de café tem apresentado valorização consistente, o que estimula agricultores a investir na cultura e diversificar suas atividades produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação prática e foco no produtor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro será realizado em um único dia, 15 de MAIO, com programação distribuída entre manhã e tarde. As atividades incluem credenciamento, abertura oficial, palestra técnica e uma série de estações práticas organizadas em estandes temáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses estandes abordarão temas essenciais para o sucesso da cafeicultura na região, como: Adaptação de cultivares, Manejo fitossanitário, Fertilidade do solo, Tecnologias de pós-colheita, Irrigação e Crédito Rural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-03-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2899" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-03-819x1024.jpeg 819w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-03-240x300.jpeg 240w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-03-768x960.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-03.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="2901" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-02-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2901" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-02-819x1024.jpeg 819w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-02-240x300.jpeg 240w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-02-768x960.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/260417-Cafe-02.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A dinâmica será baseada na rotação de grupos, com duração média de 20 minutos por estação, permitindo contato direto com especialistas e troca de experiências de forma prática e objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente de eventos acadêmicos tradicionais, não haverá submissão de trabalhos científicos nem cobrança de taxa de inscrição. A prioridade é a difusão de tecnologias, o compartilhamento de experiências de campo e o diálogo técnico entre os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parcerias que fortalecem o setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento conta com o apoio do Departamento de Ciências Agrárias e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias da UFSJ, além de importantes instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os parceiros estão Embrapa Milho e Sorgo, Emater-MG, Epamig, Senar, Sicredi, Syngenta, além de empresas locais e o apoio da Prefeitura de Sete Lagoas. Essa rede reforça a importância do encontro como espaço estratégico para o desenvolvimento regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um passo importante para o futuro da cafeicultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um evento técnico, o 2º Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura representa um movimento de transformação. Ao promover conhecimento, inovação e integração entre diferentes agentes do setor, a iniciativa contribui diretamente para consolidar a cafeicultura na Região Central Mineira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para produtores, estudantes e profissionais do agro, trata-se de uma oportunidade única de aprendizado e conexão — um passo importante rumo a uma cafeicultura mais forte, sustentável e adaptada às novas realidades do campo.</p>
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		<title>Março – Alimentação em Transição de Estação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 17:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Seu veterinário]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[equinos]]></category>
		<category><![CDATA[manejo alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de março representa um ponto de inflexão no manejo alimentar dos equinos. A transição do verão para o outono provoca alterações importantes na qualidade das pastagens, no comportamento alimentar dos animais e nas exigências nutricionais do plantel. Ignorar esse período de ajuste pode resultar em perda de peso, queda de desempenho, distúrbios digestivos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O mês de março representa um ponto de inflexão no manejo alimentar dos equinos. A transição do verão para o outono provoca alterações importantes na qualidade das pastagens, no comportamento alimentar dos animais e nas exigências nutricionais do plantel. Ignorar esse período de ajuste pode resultar em perda de peso, queda de desempenho, distúrbios digestivos e até predisposição a cólicas. À medida que as chuvas diminuem e as temperaturas começam a cair, as forrageiras reduzem o crescimento vegetativo, aumentando o teor de fibra e diminuindo a digestibilidade e o valor proteico. Por isso, o manejo nutricional nessa fase deve ser preventivo e planejado, evitando mudanças bruscas na dieta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avaliação das pastagens: entender antes de suplementar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação visual e técnica das pastagens é o primeiro passo. Capim muito passado, com colmos rígidos e folhas amareladas, indica menor teor de proteína bruta e maior lignificação da fibra, o que reduz o aproveitamento pelo cavalo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns pontos importantes a observar:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Altura e densidade do pasto; Presença de áreas rapadas ou superpastejadas; Uniformidade da forragem; Espécies predominantes e estágio de crescimento; Presença de plantas invasoras ou tóxicas. Sempre que possível, análises bromatológicas da forragem fornecem dados mais precisos sobre proteína, energia, fibra e minerais, permitindo ajustes nutricionais mais eficientes e econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transição gradual para volumosos conservados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a queda da qualidade do pasto, o uso de volumosos conservados torna-se essencial. O feno passa a ter papel central na dieta, especialmente para animais em trabalho, reprodução ou crescimento. A introdução do feno deve ser gradual, ao longo de 10 a 15 dias, para evitar alterações bruscas na microbiota intestinal. O fornecimento ideal gira em torno de 1,5% a 2% do peso vivo do animal em matéria seca, considerando também o consumo residual de pastagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fenos de boa qualidade devem apresentar: Cor verde-clara a verde-oliva; Aroma agradável; Ausência de poeira, mofo ou fungos; Talos finos e boa proporção de folhas. Silagens pré-secadas (haylage) também podem ser utilizadas, desde que bem manejadas, armazenadas corretamente e adaptadas gradualmente à dieta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ajuste da dieta concentrada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março, muitos criadores observam queda no escore corporal dos animais. Antes de aumentar excessivamente o concentrado, é essencial garantir uma base volumosa de qualidade, pois o cavalo é um herbívoro dependente de fibra para o bom funcionamento do trato digestivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando necessário, a suplementação com ração deve considerar: Nível de atividade do animal (lazer, esporte, trabalho); Estado fisiológico (gestação, lactação, crescimento); Condição corporal atual. O fracionamento do concentrado em duas ou três refeições diárias ajuda a reduzir riscos de fermentação excessiva e cólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Suplementação mineral estratégica no outono</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crítico na transição de estação é a suplementação mineral. Pastagens em final de ciclo apresentam deficiência principalmente de fósforo, cobre, zinco e selênio, além de desequilíbrios na relação cálcio:fósforo. A oferta de suplemento mineral específico para equinos deve ser contínua, em cochos cobertos e de fácil acesso. Minerais quelatados e a inclusão de vitaminas A, D e E auxiliam na manutenção da imunidade, fertilidade e saúde muscular. Em animais submetidos a maior esforço físico, o uso de suplementos eletrolíticos pode ser mantido, mesmo com a redução das temperaturas, especialmente em regiões ainda quentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção de distúrbios digestivos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças de dieta são uma das principais causas de cólica em equinos. No outono, a redução da ingestão de água também merece atenção, pois temperaturas mais amenas fazem o animal beber menos, aumentando o risco de impactações intestinais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas preventivas incluem: Água limpa e fresca sempre disponível; Estímulo ao consumo hídrico; Uso de sal branco à vontade; Introdução lenta de novos alimentos; Manutenção de rotina alimentar regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condição corporal como indicador-chave</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento do escore de condição corporal (ECC) deve ser feito mensalmente. O ideal é manter os animais entre 5 e 6 na escala de 1 a 9. Perdas rápidas de condição indicam falhas no ajuste alimentar e devem ser corrigidas imediatamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Considerações finais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A transição alimentar do verão para o outono é um período estratégico e, ao mesmo tempo, delicado na criação de cavalos. Ajustes bem planejados garantem manutenção da saúde digestiva, estabilidade da condição corporal e melhor aproveitamento dos recursos disponíveis na propriedade. Antecipar-se à queda da qualidade das pastagens, investir em volumosos de qualidade e utilizar suplementos de forma racional são atitudes que diferenciam o manejo técnico do improviso. No campo, quem planeja o outono, colhe resultados positivos durante todo o inverno.</p>
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		<title>Fevereiro no campo: cuidados essenciais para manter a qualidade do leite no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 17:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Sucessório]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de fevereiro impõe desafios importantes à produção leiteira. Calor intenso, alta umidade e chuvas frequentes criam um ambiente favorável à queda da qualidade do leite, exigindo atenção redobrada do produtor em todas as etapas do processo produtivo. Nesse período, manter bons índices de qualidade não depende apenas de genética ou alimentação, mas, principalmente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O mês de fevereiro impõe desafios importantes à produção leiteira. Calor intenso, alta umidade e chuvas frequentes criam um ambiente favorável à queda da qualidade do leite, exigindo atenção redobrada do produtor em todas as etapas do processo produtivo. Nesse período, manter bons índices de qualidade não depende apenas de genética ou alimentação, mas, principalmente, de manejo, higiene e rapidez no resfriamento do leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estresse térmico é um dos principais fatores que afetam a qualidade da matéria-prima durante o verão. Vacas submetidas a temperaturas elevadas reduzem o consumo de matéria seca, o que impacta diretamente a produção e a composição do leite, com queda nos teores de gordura e proteína. Além disso, o estresse térmico compromete o sistema imunológico dos animais, aumentando a susceptibilidade a mastites, especialmente as de origem ambiental, comuns nessa época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conforto animal deve ser encarado como uma ferramenta direta de melhoria da qualidade do leite. Sombras naturais ou artificiais, ventilação adequada, acesso irrestrito à água limpa e fresca e manejo que evite longos períodos de espera antes da ordenha ajudam a minimizar os efeitos do calor. Pequenas melhorias no ambiente refletem em maior bem-estar, menor incidência de doenças e leite de melhor qualidade no tanque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crítico em fevereiro é a higiene na ordenha. O excesso de lama nos piquetes, corredores e áreas de espera favorece a contaminação dos tetos, elevando os riscos de aumento da Contagem Bacteriana Total. A rotina de ordenha precisa ser rigorosamente seguida, com atenção especial ao pré-dipping, tempo de ação do produto, secagem correta dos tetos com papel descartável e descarte dos primeiros jatos. O pós-dipping continua sendo indispensável para a proteção do teto após a ordenha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resfriamento rápido do leite é um dos fatores mais determinantes para a preservação da qualidade no verão. O leite deve atingir a temperatura de quatro graus no menor tempo possível após a ordenha. Em fevereiro, problemas como quedas de energia, sobrecarga dos tanques e falhas de manutenção tornam-se mais frequentes. Por isso, é fundamental realizar revisões periódicas nos equipamentos e garantir a correta limpeza do tanque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite merece atenção especial nessa época do ano. As mastites ambientais tendem a aumentar devido à umidade e à maior presença de microrganismos no ambiente. Manter camas secas, melhorar a drenagem das áreas de descanso e monitorar regularmente a Contagem de Células Somáticas são práticas essenciais. O acompanhamento da CCS deve ser visto como ferramenta de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dicas simples de manejo para o produtor no mês de fevereiro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite deixar as vacas esperando na sala de ordenha por longos períodos, especialmente sob sol ou calor excessivo.</li>



<li>Garanta água limpa, fresca e em quantidade suficiente nos piquetes e próximo à ordenha.</li>



<li>Mantenha corredores, áreas de espera e entradas da ordenha livres de lama sempre que possível.</li>



<li>Revise o funcionamento do tanque de resfriamento e do termostato ao menos uma vez por semana.</li>



<li>Nunca misture leite quente com leite já resfriado por longos períodos.</li>



<li>Troque regularmente as soluções de pré-dipping e pós-dipping.</li>



<li>Observe diariamente os tetos e descarte imediatamente vacas com sinais de mastite clínica.</li>



<li>Limpe bem o tanque e os equipamentos após cada coleta.</li>



<li>Utilize os resultados de CCS e CBT como ferramenta de correção, não apenas de controle.</li>
</ul>
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