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	<title>Cavalgando Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>Cavalgando Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>38ª Cavalgada Riachão à Conceição</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 22:16:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os integrantes da Tradicional Comitiva são familiares e amigos de longa data, escolhidos a dedo. A escolha foi feita com cuidado, pois a convivência de nove dias e oito noites, para ser prazerosa e harmoniosa, carece de entrosamento, obediência, compreensão e sabedoria. Não precisamos ser extraordinários em tudo; ser consistentes nas coisas simples nos leva [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os integrantes da Tradicional Comitiva são familiares e amigos de longa data, escolhidos a dedo. A escolha foi feita com cuidado, pois a convivência de nove dias e oito noites, para ser prazerosa e harmoniosa, carece de entrosamento, obediência, compreensão e sabedoria. Não precisamos ser extraordinários em tudo; ser consistentes nas coisas simples nos leva ao destino. Uma atitude simples pode mudar uma história.<br>As cangalhas (conjunto de madeira, couro cru e sola para os muares levarem as cargas), as bruacas (bolsas de couro cru para transporte de cargas) e algumas selas foram reformadas na Selaria Sete. A divisão correta segue o critério de mesmo peso em cada bruaca; qualquer diferença fará o lado mais pesado puxar para aquele lado.<br>O que mantém a carga equilibrada é o pêndulo, não o aperto da sobrecarga com o cambito. Os muares são escolhidos entre tantos, sempre os de boa índole. E assim acontece: sem apavorar, com suavidade, o dia vai passando e se despedindo de nós.<br>Os pousos, com boa alimentação e fartas pastagens para os animais, foram ajeitados, conversados, combinados e contratados. São proprietários amigos e velhos conhecidos, com tradição na recepção da Tradicional Comitiva: Barra do Riachão; Lagoa dos Patos, do Lê; Extrema, no Carlos Magno; Barra do Extrema, no Marco Antônio; João Carrinho; Família Queirós, na região da Parauninha; e Zilma, Jordana, Beatriz, Fernando e família, em Conceição do Mato Dentro.<br>João Carrinho ajeitou a trilha na subida da serra. Sabemos que a felicidade não depende do que falta, mas sim do bom uso daquilo que já temos. Seguindo em frente e procurando fazer o bem, essa prática nos torna mais fortes. Na verdade, o que fazemos aos outros serve também a nós mesmos.<br>Estamos organizando a 38ª Cavalgada Riachão a Conceição para participarmos do 239º Jubileu do Senhor Bom Jesus, que acontece de 13 a 24 de junho, em Conceição do Mato Dentro. Essa cavalgada sempre revela uma enorme força e um novo pensamento, com fé, paciência e sabedoria para aceitar tudo aquilo que foge ao nosso controle.<br>Vamos descobrindo os segredos da Serra Mãe, uma serra que prega, ensina, mas também cobra humildade naquelas trilhas. Seguimos apreciando a natureza e agradecendo, pois temos certeza de que, sem o Senhor Bom Jesus, nada podemos fazer. Ele já preparou uma cavalgada abençoada e cheia de vitórias.<br>Naquelas paragens, nem sempre o caminho será fácil, mas Ele sempre nos mostrará as montarias adequadas. Cavalgar com fé e sabedoria é o remédio que nos mantém motivados diante dos obstáculos, sempre encarados como desafios.<br>Junho é o mês de fazermos nossa sonhada cavalgada, de transformar cada etapa em um passo na direção daquilo que faz nosso coração vibrar de alegria e nosso espírito sentir-se verdadeiramente abençoado e vivo. Confiando, sabemos que o Senhor Bom Jesus vai cavalgar conosco.<br>Marcos Aurélio Batista ferrou boa parte da tropa que participa desta tradicional cavalgada, sem fazer uso da violência, sempre com pedidos delicados, recompensas, elogios e poucas punições.<br>Com capricho, procurando fazer o melhor com as condições que temos, não sei até quando, mas vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Feriado do Dia do Trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa) Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.O Dia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Ti Rei</strong> (Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.<br>Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.<br>O Dia do Trabalho nasce da luta, não do acaso.<br>Conforme o combinado, a turma estava chegando da cidade para participar da cavalgada e abrilhantar as comemorações do Dia do Trabalho.<br>Na véspera, matei um capado, aproveitando a lua. É sabido que, semana que vem, é lua minguante, e, na minguante, o toucinho fica aguado, meio molengo. Mas tinha muita carne; fez um farturão danado de bom.<br>Na hora combinada, com algumas selas recém-reformadas na Selaria Sete, foi aquela serviçama prazerosa de escolher, encabrestar, raspar e selar alguns animais.<br>Amizade não é comprada, é conquistada. É uma laçada que não prende, não aperta. Existiam ali pessoas amigas e abençoadas, ajeitando suas respectivas montarias, entre perguntas e respostas, esforçando-se para fazer o melhor no arreamento da tropa.<br>O dia ia ser ótimo, pois aquele gesto, por mais simples que fosse, seria inesquecível.<br>— Oh, um gato entrou no cômodo das selas! É para inibir a presença de ratos. E não é gato, é gata. Veja: tem três cores.<br>Na letra da música diz que gato de três cores ainda não nasceu. Li em algum lugar que, nos gatos, as cores são determinadas pelo cromossomo X, o feminino.<br>As três cores — preto, alaranjado e branco — num mesmo animal indicam que é fêmea.<br>O capim andropogon já emborrachou e está pendoando com força total. Hora de colocar boca para cortar, hora de fazer o manejo.<br>O capim-braquiária sementou bem; as chuvas caíram na hora certa.<br>Em alguns lugares, o capim-andropogon invadiu as trilhas, com o pendão pesado. Pasto tem que sobrar; se não sobrou, é porque faltou.<br>Seguíamos em frente, com paciência para aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que posso e sabedoria para compreender e tomar a decisão certa. Não existe vida perfeita, e sim você dando o melhor todos os dias.<br>Seguíamos atentos e felizes. Uai, coisa boa atrai coisa boa. Acreditar que é possível é sempre o primeiro passo para dar certo.<br>E, depois de algumas horas bem dilatadas, aproveitando as belas paisagens, aproximávamo-nos do destino.<br>Cavalgando, admirei inúmeras paisagens, falei com estranhos e lembrei de alguns que vejo sempre.<br>Já saí angustiado, com raiva, e voltei para casa com paz no coração.<br>Dizem que é perigoso. Uai, tem perigo, sim, mas o significado da coragem é avançar mesmo sentindo medo.<br>Cavalgando, sinto o quanto é maravilhoso estar montado. Nem comento mais com quem não gosta de cavalgar; naturalmente, essas pessoas não entendem.<br>A égua tordilha seguia em frente e avante. Quando nasceu, me contaram que havia nascido uma potra preta. Depois, quando ficasse mais velha, ficaria com a pelagem russa, da cor de vaca branca.<br>Com capricho, procurando fazer o melhor, dentro da condição que temos, vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Semana Santa,então é lua cheia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:18:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.Se você tem pressa, o que mais vai [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A semana é nova, mas o pedido é o mesmo: que o Senhor Bom Jesus nos abençoe, nos acompanhe e nos proteja. O pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza. Se não podemos ser perfeitos, podemos ser melhores. A vida é breve; vamos viver com sabedoria.<br>Se você tem pressa, o que mais vai encontrar no futuro é saudade do passado. Vou em frente numa marcha suave, recuso acelerar o passo; a vida é tão rara…<br>Conforme o combinado, familiares e amigos chegam aqui na roça para aproveitar o feriado prolongado da Semana Santa, que acontece sempre na lua cheia. Por um tempo, observei: o simples de Deus é extraordinário.<br>Me alembro e sinto saudades do tempo que já passou. Com meus pais, minhas irmãs e meu irmão, participávamos das celebrações da Semana Santa.<br>No Domingo de Ramos, cada um levava um pequeno feixe de capim-sapé ou folhas de palmeira. Depois de abençoados, levávamos para casa, para proteção da família.<br>Na segunda-feira, participávamos da Procissão dos Passos. A imagem de Jesus carregando a cruz era levada para a igreja do outro lado do rio.<br>Na terça-feira, Jesus mostrava aos seguidores seus poderes, amaldiçoando uma figueira; ele tinha poder para eliminar seus inimigos. E nós, na esperança de força, enfrentávamos a semana com determinação.<br>Na quarta-feira, eu e meu irmão íamos com meu pai para o outro lado do rio participar da procissão com Jesus Cristo carregando a cruz — só os homens. Minhas irmãs, com minha mãe, iam para a igreja matriz, de onde saíam em procissão com Nossa Senhora das Dores — só as mulheres.<br>Em frente à igreja de baixo, acontecia o encontro. Em silêncio, a procissão, com mãe e filho, seguia para a igreja matriz.<br>Na quinta-feira, às 12h13 — faltava um pouquinho —, ouvia-se muito barulho: eram as matracas, anunciando o luto pela morte de Jesus.<br>Na sexta-feira, jejum — e, para nós naquela idade, era muito sofrido. À noite, participávamos da procissão do enterro. Eu ficava ali, perto da banda de música, com o maestro Zé Torres Pessoa, meu tio, tocando marcha fúnebre.<br>No sábado, era dia de reforçar a “segurança”: pegavam coisas das casas para levar para o quintal do Judas, que ficava no adro da matriz, até que os proprietários viessem buscá-las.<br>Às 00h01, já no domingo, os sinos anunciavam a Páscoa da Ressurreição. Comungávamos todos.<br>No domingo, o almoço era mais reforçado para comemorar a Páscoa. Naquela época, os coelhos ainda não botavam — não havia ovos de Páscoa. À tarde, muita gente voltava para suas casas na roça.<br>Naquela ocasião, saímos de madrugada, quando a cidade ainda adormecia.<br>Não pude ver as primas e os primos, nem ao menos lhes dizer adeus.<br>Dos meus olhos, vermelhos e sombrios, lágrimas caíam.<br>Vou cavalgando… pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Carnaval, então é lua nova</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:14:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e colocar no forno do fogão a lenha pra tirar o excesso de gordura. E comer o tanto que eu quiser. Pra compensar não vou beber bebida alcoólica. Eu consigo, uai. Ouvindo aqueles sucessos maravilhosos dos anos 70 e 80.<br>Depois que fiz 71 anos, sou às vezes esquecido. Descobri que algumas coisas da vida devem mesmo ser esquecidas. Procurar recordar das coisas boas, claro uai. Coisas ruim quebram o coração da gente. Apesar que coração partido nos dá força, compreensão, compaixão, sabedoria.<br>Oh procevê. Esqueci de olhar o celular. Fui ver, tinha mensagem que a turma vai chegar no final dá tarde, sábado véspera do Carnaval, conforme o combinado. E que seja cativante cada gesto de carinho entre amigos e familiares que aqui chegam. O Carnaval acontece na lua nova, a semana Santa é que é na lua cheia…<br>Fiquei incumbido de cortar a grama no entorno da casa. Deixei algumas éguas fazerem o serviço. Ficou ótimo. Até que enfim chegaram, é por não saber o dia de amanhã que cada hoje é um enorme presente. Que seja alegre, que seja ótimo, que seja leve, que seja abençoado.<br>Iara, Wellington e os filhos Lys e Téo; Roberta, Marquinhos e a filha Manuela; Daniel Beiçola e a filha Helena; Rosa, Nica, Ana Lucia; Polly, Michell e o filho Ravi; Gut, Bruna e os filhos Isis e Bernardo; Patrícia, Jonathan e o filho Gabriel; Nandinho, Ana Paula e o filho Bernardo; Gabriel, Regiane, Alemão, Reinaldo, Tania.<br>E foi aquela serviçama prazerosa. Descarregar os veículos, ajeitar os quartos, colchões, roupa de cama. Nas geladeiras foram colocadas as feiras.<br>O Nica disse: “Finalmente o Carnaval chegou, que seja maravilhoso, com paz e tranquilidade, dando a esses dias a possibilidade de ser os melhores de nossas vidas…”<br>No fogão à lenha, a fogueira ardia, a suã de porco fervia. Um dos os olhos do Beiçola preso nas coloridas labaredas; o outro, na filha Helena que adulava a cadela Bina.<br>Todos ali fazendo de um tudo. As cervejas, na cervejeira que marcava menos -4.8 graus. Então foi experimentar. E para agradar aos presentes busquei minha relíquia, um LP de marchinhas de Carnaval, e coloquei na radiola. As músicas “A turma do funil”, “Me dá um dinheiro aí”, “Bandeira Branca”,” Saca rolha”, “Marcha do remador”, “Quem sabe, sabe”, “Daqui não saio”, “Jardineira”, “Máscara negra”,” Mulatas”, Cachaça”. A garotada manifestou logo: “Que isso vovô”. Acharam estranho, mas lembramos dos bailes de carnaval, no Iporanga e Democrata. Quanto riso, oh, quantas saudades…<br>Valorizando as pessoas que nos acolhem na vida e no coração. Ajeitando para que sua capacidade de se encantar com a vida nunca adormeça, mesmo em dia ensolarado e escaldante. Quem faz o dia lindo somos nós mesmos.<br>Com capricho, correndo aqui e acola, procurando fazer o melhor com as condições que temos, vou cavalgando, pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Cavalgada de aniversário</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 23:24:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa) Acordei quando a madrugada ainda dominava o tempo, deitado no catre, com o pelego grande servindo de colchão, e com a capa 3 Coqueiros me protegendo por inteiro. Além do barulho da chuva fina que caia mansamente, ouvia também o barulho da égua pastando a grama chata recém brotada com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordei quando a madrugada ainda dominava o tempo, deitado no catre, com o pelego grande servindo de colchão, e com a capa 3 Coqueiros me protegendo por inteiro. Além do barulho da chuva fina que caia mansamente, ouvia também o barulho da égua pastando a grama chata recém brotada com as últimas e tão esperadas chuvas. Abri a porta do rancho, sai na varandinha, fui recebido por um vento frio acariciando meu rosto úmido. A égua parou de pastar, olhou pra mim: “É Fama, é já que vamos embora”. Ela acenou afirmativo.<br>Aticei o fogo na fornalha, coloquei a água e o açúcar pra ferver. Madrugada é hora pra pensar. Abrindo a porteira da ideia, colocando nesta imensidão de Serra, meus pensamentos, livres, imaginativos, sem esbarrar em nada, revivendo, fazendo planos, sonhando. Sonhar é bom, pesadelo é que é ruim mesmo. Lembrei dos lindos filhos e da mulher amada. Só não vieram porque não avisei.<br>A fogueira ardia, a água fervia, meus olhos presos nas coloridas labaredas, e o cheiro inconfundível da candeia, usada como lenha. Coloquei aquela medida que sabemos do pó de café, na água, misturei bem. Um bom pedaço de queijo derretido dentro do pão. Café cheiroso, saboroso, com a mesma doçura da vida.<br>Em meu corpo fiz o sinal da cruz, lembrando de dar o tradicional balanço, nas boas e más ações. Lembrei das inúmeras cavalgadas. Estava feliz. Eu combino muito bem comigo. Então é colocar na balança da vida, até os 70 anos, tudo bom, tudo que me foi destinado. A balança ficou com os pratos equilibrados assim que coloquei na concha os merecimentos.<br>A justiça Divina é implacável, precisa. Pedi que nesta idade que inicia, 71 anos, eu tivesse a felicidade que merecesse. Estou chegando aos meus melhores anos, eu já sorri, eu já chorei, meus melhores amigos estão sempre ao meu lado.<br>Quantos anos em tenho? 70 anos eu já vivi. Quero viver bem os anos que ainda me restam. Nossa maior força nasce na nossa capacidade de superar os problemas, não na ausência deles.<br>A neblina não deixou o sol aparecer. A chuva parou. Encabrestei a égua. Com o facão raspei o lombo antes de colocar a manta protetora. Égua selada, ajeitei os pertences no alforje, aquele um recém ajeitado na Selaria Sete. A capa no porta-capa, coloquei o pelego sobre a sela.<br>Entrei no Rancho, conferi tudo e tranquei, ajeitei o cabresto, a rédea, coloquei o pé esquerdo no estribo, passei a perna direita sobre a anca gorda da égua, sentei confortável sobre sela, recolhendo as rédeas entre os dedos. Com um leve toque de esporas sinalei ao animal que a cavalgada, com esta nova idade, 71 anos, começava. Maciamente, numa marcha batida, de triple apoio alternado, e a sobre-pegada, a marcha era em frente e avante.<br>Os estribos firmavam as vigorosas pernas. Um alivio na rédea facilitava a tarefa de escolher o local onde pisar com as patas ferradas. Cheiro de terra molhada. Lembrei que há 8 dias a cagaita quase caiu. E cagaitera não cai na poeira. Eu sabia que seria feliz nesta nova etapa. Assim como todos os meus…<br>Procurando fazer o melhor com as condições que temos, vou cavalgando, pedaços de mim vou deixando.</p>
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