<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Revista Cooperando Archives - Revista Tempo Verde</title>
	<atom:link href="https://tempoverde.agr.br/tag/revista-cooperando/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tempoverde.agr.br/tag/revista-cooperando/</link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 14:39:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-favicon-32x32.jpg</url>
	<title>Revista Cooperando Archives - Revista Tempo Verde</title>
	<link>https://tempoverde.agr.br/tag/revista-cooperando/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Lagoas do Leite começa dia 6 de agosto</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/lagoas-do-leite-comeca-dia-6-de-agosto/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/lagoas-do-leite-comeca-dia-6-de-agosto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[exposição agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoas do Leite]]></category>
		<category><![CDATA[parque de exposições jk]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=3063</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 6ª edição do Lagoas do Leite 2026 acontecerá de 6 a 9 de agosto de 2026, no Parque de Exposições JK em Sete Lagoas, com entrada gratuita. Será excelente oportunidade para o produtor de leite fazer bons negócios, ampliar seu conhecimento e conectar com os principais profissionais do setor. O maior evento do agronegócio [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/lagoas-do-leite-comeca-dia-6-de-agosto/">Lagoas do Leite começa dia 6 de agosto</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 6ª edição do Lagoas do Leite 2026 acontecerá de 6 a 9 de agosto de 2026, no Parque de Exposições JK em Sete Lagoas, com entrada gratuita. Será excelente oportunidade para o produtor de leite fazer bons negócios, ampliar seu conhecimento e conectar com os principais profissionais do setor. O maior evento do agronegócio da região trará exposições de animais, shows sertanejos todas as noites a partir das 20 horas e a inédita 1ª Ranqueada do Cavalo Pônei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentando animais de alto padrão genético e trazendo empresas de máquinas, implementos, insumos, e serviços voltados ao agronegócio, a Lagoas do Leite será uma oportunidade de conhecer novas tecnologias e fechar negócios. A Coopersete e a Cooperativa Central de Produtores Rurais (CCPR), em seu estande, vão vender medicamentos veterinários, adubos, sementes, defensivos agrícolas e rações com preços diferenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação e Atrações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exposição e Julgamentos</strong>: Mais de 400 animais em mostra e julgamentos de raças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palestras e Negócios</strong>: Feiras de negócios, estandes comerciais e rodadas técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontro das Mulheres do Agro:</strong> Debates sobre liderança e inovação no setor rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Competições e Lazer:</strong> Provas de Ranch Sorting e shows sertanejos diários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/lagoas-do-leite-comeca-dia-6-de-agosto/">Lagoas do Leite começa dia 6 de agosto</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/lagoas-do-leite-comeca-dia-6-de-agosto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/controle-de-da-mosca-do-curral-e-o-tripanosoma/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/controle-de-da-mosca-do-curral-e-o-tripanosoma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Epamig]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[moscas no curral]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=3038</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Daniel Sobreira Rodrigues, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG. O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/controle-de-da-mosca-do-curral-e-o-tripanosoma/">Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Daniel Sobreira Rodrigues</strong>, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de Minas Gerais. Embora nas regiões Norte e Centro Oeste do Brasil, ocorra já há algum tempo, apenas agora está atingindo de forma significativa o nosso Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação dos produtores procede, pois, com a introdução dessa enfermidade, o setor está observando o custo de produção se elevar de forma definitiva. Isso, porque além da perda de animais, dos altos gastos com tratamentos e da redução do desempenho produtivo do rebanho, a doença tem caráter endêmico. Isso quer dizer que, infelizmente, ela deve continuar por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, mas o que as moscas tem a ver com essa história? A questão é que a transmissão da doença se dá por via sanguínea, e insetos que se alimentam de sangue e agulhas contaminadas costumam ser as principais fontes de infecção. Diferentemente do Pantanal, onde os surtos da doença estão relacionados principalmente às “mutucas”, aqui o principal inseto transmissor é a “mosca dos estábulos”, que, por causa de suas dolorosas picadas, também causa grande incômodo aos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mosca tem o aspecto muito parecido com o da “mosca comum” ou “mosca doméstica” e, assim como ela, também aumenta sua população a partir de agora, com a chegada do calor e das chuvas. Em propriedades produtoras de leite da Região Central do Estado, o esterco de bovinos acumulado ao ar livre geralmente é o criatório mais significativo. Portanto, o manejo de esterco desempenha um importante papel, sendo considerada a medida mais eficiente para o controle dessas populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, existem diversas alternativas, como: cobrir os montes com lona por período de 90 dias ou mais; distribuir em finas camadas o material acumulado por até sete dias, em áreas de pastagem, capineira ou cultura; utilizar os sistemas de esterqueiras cobertas, produção de húmus, compostagem, biodigestores, lagoas de estabilização, até sistemas de tratamento mais complexos, que envolvem a aeração do efluente e a recirculação do lodo. Todos, manejados corretamente, irão reduzir drasticamente a proliferação de moscas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, adotar qualquer das alternativas citadas, parece significar a incorporação de mais uma tarefa a uma rotina já sobrecarregada, e mais um elemento ao custo de produção. No entanto, na verdade, a destinação dos efluentes gerados é uma etapa obrigatória do sistema. Não há como evitá-la. Além disso, se bem feita, gera uma série de benefícios diretos e indiretos que precisam ser considerados. O que ocorre é que, muitas vezes, essa questão é relegada a um segundo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com o advento da tripanosomose em nosso meio, o assunto surge novamente, mas dessa vez em caráter de urgência. Juntamente com a não introdução de animais de regiões afetadas e a não reutilização de seringas, essa é uma das principais formas disponíveis para se conter a expansão e o impacto da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o produtor tenha maiores chances de sucesso no controle da “mosca dos estábulos” e utilize as opções mais adequadas para a sua realidade, como sempre, se recomenda um acompanhamento técnico de qualidade.</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/controle-de-da-mosca-do-curral-e-o-tripanosoma/">Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/controle-de-da-mosca-do-curral-e-o-tripanosoma/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conforto térmico e bem-estar de equinos no inverno: cuidados essenciais nas estações frias</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/conforto-termico-e-bem-estar-de-equinos-no-inverno-cuidados-essenciais-nas-estacoes-frias/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/conforto-termico-e-bem-estar-de-equinos-no-inverno-cuidados-essenciais-nas-estacoes-frias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 16:07:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalos]]></category>
		<category><![CDATA[Conforto Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[equinos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=3002</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/conforto-termico-e-bem-estar-de-equinos-no-inverno-cuidados-essenciais-nas-estacoes-frias/">Conforto térmico e bem-estar de equinos no inverno: cuidados essenciais nas estações frias</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abrigos: proteção contra vento e umidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O frio intenso, aliado ao vento e à chuva, pode comprometer significativamente o conforto dos equinos. Por isso, a disponibilidade de abrigos adequados é um dos principais cuidados nesta época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os abrigos devem oferecer proteção contra correntes de ar e umidade excessiva, além de permitir boa ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Árvores, galpões abertos e estruturas cobertas podem servir como refúgio, desde que mantenham o piso seco e proporcionem espaço suficiente para todos os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição prolongada à chuva e ao vento aumenta a perda de calor corporal e pode favorecer o surgimento de problemas respiratórios e queda na imunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de mantas: quando são necessárias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de mantas pode ser um aliado importante em determinadas situações, mas não deve ser adotado indiscriminadamente. Cavalos saudáveis, com boa condição corporal e pelagem natural preservada, geralmente conseguem manter a temperatura corporal sem necessidade de proteção adicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, animais tosados, idosos, debilitados, muito magros ou submetidos a atividades esportivas intensas podem se beneficiar do uso de mantas apropriadas para o clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as mantas estejam sempre limpas, secas e ajustadas corretamente ao corpo do animal, evitando desconfortos, assaduras ou restrição de movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Água morna estimula a hidratação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um cuidado frequentemente negligenciado durante o inverno é a ingestão de água. Com as temperaturas mais baixas, muitos cavalos tendem a reduzir o consumo hídrico, aumentando o risco de desidratação e problemas digestivos, como cólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer água em temperatura amena ou morna pode estimular a ingestão voluntária. Além disso, os bebedouros devem ser verificados diariamente para garantir que a água permaneça limpa e acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hidratação adequada é fundamental para o funcionamento do sistema digestivo e para a manutenção da saúde geral dos equinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção especial aos equinos idosos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cavalos idosos merecem cuidados diferenciados durante o inverno. Com o avanço da idade, a capacidade de regular a temperatura corporal pode diminuir, tornando esses animais mais sensíveis às baixas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da proteção contra o frio, é importante monitorar a condição corporal, a saúde dentária e a qualidade da alimentação. Dietas balanceadas, acompanhamento veterinário regular e ambientes confortáveis contribuem para preservar a saúde e o bem-estar dos animais mais velhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bem-estar em todas as estações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir conforto térmico durante o inverno vai além de proteger os cavalos do frio. Trata-se de oferecer condições adequadas para que expressem seus comportamentos naturais, mantenham boa saúde e enfrentem as mudanças climáticas com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com manejo adequado, acesso a abrigo, hidratação eficiente e atenção especial aos animais mais vulneráveis, é possível promover o bem-estar dos equinos durante toda a estação fria, assegurando qualidade de vida e melhor desempenho para os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tem alguma informação a mais para acrescentar? Comente abaixo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/conforto-termico-e-bem-estar-de-equinos-no-inverno-cuidados-essenciais-nas-estacoes-frias/">Conforto térmico e bem-estar de equinos no inverno: cuidados essenciais nas estações frias</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/conforto-termico-e-bem-estar-de-equinos-no-inverno-cuidados-essenciais-nas-estacoes-frias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atenção, pecuaristas: termina em 30 de junho o prazo para vacinação contra a brucelose</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/atencao-pecuaristas-termina-em-30-de-junho-o-prazo-para-vacinacao-contra-a-brucelose/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/atencao-pecuaristas-termina-em-30-de-junho-o-prazo-para-vacinacao-contra-a-brucelose/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 22:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[IMA]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação brucelose]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2996</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Minas Gerais, o prazo para vacinar bezerras bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, contra brucelose, vai até 30 de junho. E a declaração da vacinação deve ser feita até 10 de julho no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A imunização dos animais que atingirem a idade de vacinação no segundo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/atencao-pecuaristas-termina-em-30-de-junho-o-prazo-para-vacinacao-contra-a-brucelose/">Atenção, pecuaristas: termina em 30 de junho o prazo para vacinação contra a brucelose</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em Minas Gerais, o prazo para vacinar bezerras bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, contra brucelose, vai até 30 de junho. E a declaração da vacinação deve ser feita até 10 de julho no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A imunização dos animais que atingirem a idade de vacinação no segundo semestre, deve ser realizada até 31 de dezembro, com declaração até 10 de janeiro de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é obrigatória e fundamental para proteger o rebanho contra uma doença que provoca abortos, infertilidade e prejuízos econômicos, além de representar risco à saúde humana. Após a imunização, o produtor deve apresentar a declaração ao IMA até o dia 10 de julho. O descumprimento dos prazos pode resultar em multas e restrições na emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a brucelose?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A brucelose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Brucella abortus, que afeta principalmente bovinos e bubalinos. A enfermidade provoca abortos, nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, infertilidade e queda na produção de leite, gerando grandes prejuízos para os pecuaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida aos seres humanos por meio do contato com animais infectados ou do consumo de leite e derivados sem a devida pasteurização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem deve ser vacinado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é obrigatória para todas as bezerras bovinas e bubalinas com idade entre 3 e 8 meses. A aplicação deve ser realizada por médico-veterinário cadastrado ou vacinador autorizado, conforme as normas vigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Benefícios da vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais vantagens da vacinação contra a brucelose estão: Redução dos índices de aborto no rebanho; Maior eficiência reprodutiva; Aumento da produtividade; Proteção da saúde dos trabalhadores rurais e consumidores; Valorização comercial dos animais; Contribuição para o controle e futura erradicação da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/atencao-pecuaristas-termina-em-30-de-junho-o-prazo-para-vacinacao-contra-a-brucelose/">Atenção, pecuaristas: termina em 30 de junho o prazo para vacinação contra a brucelose</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/atencao-pecuaristas-termina-em-30-de-junho-o-prazo-para-vacinacao-contra-a-brucelose/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DER prepara edital e asfaltamento entre Sete Lagoas e Araçaí avança</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/der-prepara-edital-e-asfaltamento-entre-sete-lagoas-e-aracai-avanca/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/der-prepara-edital-e-asfaltamento-entre-sete-lagoas-e-aracai-avanca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 23:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada Araçaí]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2914</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma das obras mais aguardadas da região Central de Minas Gerais está prestes a avançar. O projeto de pavimentação do trecho que liga Sete Lagoas ao município de Araçaí foi concluído e já segue para a fase final de orçamentação, com previsão de publicação do edital de licitação nos próximos 15 dias. O anúncio foi [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/der-prepara-edital-e-asfaltamento-entre-sete-lagoas-e-aracai-avanca/">DER prepara edital e asfaltamento entre Sete Lagoas e Araçaí avança</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma das obras mais aguardadas da região Central de Minas Gerais está prestes a avançar. O projeto de pavimentação do trecho que liga Sete Lagoas ao município de Araçaí foi concluído e já segue para a fase final de orçamentação, com previsão de publicação do edital de licitação nos próximos 15 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), Matheus Guimarães, durante reunião realizada na semana passada na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, com a presença do prefeito de Sete Lagoas, Douglas Melo, vereadores e lideranças comunitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o diretor, os trâmites estão em estágio avançado. “A expectativa é que, dentro de aproximadamente 15 dias, seja publicado o edital de licitação, permitindo o início do processo para execução da obra. O projeto já está concluído e avançamos para a etapa de orçamentação”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pavimentação do trecho é uma demanda histórica da população, especialmente de comunidades como Silva Xavier e Estiva, que enfrentam há décadas dificuldades de acesso, principalmente em períodos chuvosos. São cerca de 35 km de estrada de terra entre Sete Lagoas e o município de Araçaí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, o prefeito Douglas Melo destacou a importância da articulação junto ao Governo de Minas para viabilizar o projeto. “Quero agradecer ao governador Matheus Simões, que desde o início priorizou obras importantes para nossa região. Essa é uma conquista muito aguardada. Com o edital sendo lançado nos próximos dias, damos um passo concreto para a realização do asfaltamento da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram do encontro o presidente da Câmara Municipal, Ivan Luiz, e os vereadores Alber Enfermeiro, Leôncio Lopes e Walisson Lelé, além de representantes das comunidades que serão diretamente beneficiadas pela obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Fonte: setelagoas.mg.gov.br)</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/der-prepara-edital-e-asfaltamento-entre-sete-lagoas-e-aracai-avanca/">DER prepara edital e asfaltamento entre Sete Lagoas e Araçaí avança</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/der-prepara-edital-e-asfaltamento-entre-sete-lagoas-e-aracai-avanca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carnaval, então é lua nova</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/carnaval-entao-e-lua-nova/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/carnaval-entao-e-lua-nova/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Sete]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Ti Rei]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2908</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/carnaval-entao-e-lua-nova/">Carnaval, então é lua nova</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem vai me tirar o prazer de escolher o leite da vaca mais sadia, com o bezerro mais velho, cozinhar bem cozido com uma pitada de sal. À tarde, saborear a nata amarela e grossa. Ou vai me censurar se resolvo cozinhar uma maçã de peito, depois colocar esta maçã de peito no tabuleiro e colocar no forno do fogão a lenha pra tirar o excesso de gordura. E comer o tanto que eu quiser. Pra compensar não vou beber bebida alcoólica. Eu consigo, uai. Ouvindo aqueles sucessos maravilhosos dos anos 70 e 80.<br>Depois que fiz 71 anos, sou às vezes esquecido. Descobri que algumas coisas da vida devem mesmo ser esquecidas. Procurar recordar das coisas boas, claro uai. Coisas ruim quebram o coração da gente. Apesar que coração partido nos dá força, compreensão, compaixão, sabedoria.<br>Oh procevê. Esqueci de olhar o celular. Fui ver, tinha mensagem que a turma vai chegar no final dá tarde, sábado véspera do Carnaval, conforme o combinado. E que seja cativante cada gesto de carinho entre amigos e familiares que aqui chegam. O Carnaval acontece na lua nova, a semana Santa é que é na lua cheia…<br>Fiquei incumbido de cortar a grama no entorno da casa. Deixei algumas éguas fazerem o serviço. Ficou ótimo. Até que enfim chegaram, é por não saber o dia de amanhã que cada hoje é um enorme presente. Que seja alegre, que seja ótimo, que seja leve, que seja abençoado.<br>Iara, Wellington e os filhos Lys e Téo; Roberta, Marquinhos e a filha Manuela; Daniel Beiçola e a filha Helena; Rosa, Nica, Ana Lucia; Polly, Michell e o filho Ravi; Gut, Bruna e os filhos Isis e Bernardo; Patrícia, Jonathan e o filho Gabriel; Nandinho, Ana Paula e o filho Bernardo; Gabriel, Regiane, Alemão, Reinaldo, Tania.<br>E foi aquela serviçama prazerosa. Descarregar os veículos, ajeitar os quartos, colchões, roupa de cama. Nas geladeiras foram colocadas as feiras.<br>O Nica disse: “Finalmente o Carnaval chegou, que seja maravilhoso, com paz e tranquilidade, dando a esses dias a possibilidade de ser os melhores de nossas vidas…”<br>No fogão à lenha, a fogueira ardia, a suã de porco fervia. Um dos os olhos do Beiçola preso nas coloridas labaredas; o outro, na filha Helena que adulava a cadela Bina.<br>Todos ali fazendo de um tudo. As cervejas, na cervejeira que marcava menos -4.8 graus. Então foi experimentar. E para agradar aos presentes busquei minha relíquia, um LP de marchinhas de Carnaval, e coloquei na radiola. As músicas “A turma do funil”, “Me dá um dinheiro aí”, “Bandeira Branca”,” Saca rolha”, “Marcha do remador”, “Quem sabe, sabe”, “Daqui não saio”, “Jardineira”, “Máscara negra”,” Mulatas”, Cachaça”. A garotada manifestou logo: “Que isso vovô”. Acharam estranho, mas lembramos dos bailes de carnaval, no Iporanga e Democrata. Quanto riso, oh, quantas saudades…<br>Valorizando as pessoas que nos acolhem na vida e no coração. Ajeitando para que sua capacidade de se encantar com a vida nunca adormeça, mesmo em dia ensolarado e escaldante. Quem faz o dia lindo somos nós mesmos.<br>Com capricho, correndo aqui e acola, procurando fazer o melhor com as condições que temos, vou cavalgando, pedaços de mim vou deixando…</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/carnaval-entao-e-lua-nova/">Carnaval, então é lua nova</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/carnaval-entao-e-lua-nova/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cooperando de 15 de abril disponível na Coopersete</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/cooperando-de-15-de-abril-disponivel-na-coopersete/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/cooperando-de-15-de-abril-disponivel-na-coopersete/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Lagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2892</guid>

					<description><![CDATA[<p>A COOPERANDO de 15 de abril está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A edição apresenta como matéria de capa a assembleia geral, que aprovou o balanço de 2025 e elegeu o Conselho Fiscal para o período 2026/2027. Também informações técnicas sobre controle de pragas na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/cooperando-de-15-de-abril-disponivel-na-coopersete/">Cooperando de 15 de abril disponível na Coopersete</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A COOPERANDO de 15 de abril está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A edição apresenta como matéria de capa a assembleia geral, que aprovou o balanço de 2025 e elegeu o Conselho Fiscal para o período 2026/2027. Também informações técnicas sobre controle de pragas na horticultura e qualidade do leite, além da relação dos melhores e maiores fornecedores da entidade e classificados de produtos.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de COOPERANDO ABRIL 2026."></object><a id="wp-block-file--media-371642a9-1cf1-49a7-8cb2-91ef5606bbc4" href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf">COOPERANDO ABRIL 2026</a><a href="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/04/COOPERANDO_676_ABR_2026.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-371642a9-1cf1-49a7-8cb2-91ef5606bbc4">Baixar</a></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Controle de Tripes na Horticultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Métodos alternativos de controle de tripes, incluindo controle biológico, práticas culturais e uso de extratos botânicos, estão sendo estudados para reduzir o uso de defensivos químicos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tripes causam danos por prateamento, deformações e transmissão de viroses em hortaliças.</li>



<li>Controle químico é eficiente, mas aumenta custos e favorece resistência.</li>



<li>Inimigos naturais, como ácaros e insetos predadores, são utilizados como bioinsumos.</li>



<li>Condições ambientais, como temperatura e umidade, influenciam a sucesso do controle biológico.</li>



<li>Outras estratégias incluem telas anti-inseto, manejo de adubação, eliminação de plantas hospedeiras e monitoramento constante.</li>



<li>Estudos na EPAMIG Centro-Oeste focam no controle de Caliothrips phaseoli em feijão.</li>



<li>Contato para mais informações: italo.marcossi@epamig.br.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mastite e Qualidade do Leite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite, silenciosa e de impacto significativo, prejudica a produção e a qualidade do leite, exigindo manejo adequado e monitoramento constante.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pode ser clínica ou subclínica; a subclínica é mais comum e difícil de detectar.</li>



<li>Reduz a quantidade e altera a composição do leite, afetando gordura, proteína e lactose.</li>



<li>Índices elevados de CCS podem gerar penalizações ao produtor.</li>



<li>Boas práticas de higiene na ordenha, como pré e pós-dipping, são essenciais.</li>



<li>Manutenção de ambientes limpos e secos evita proliferação de bactérias.</li>



<li>Equipamentos de ordenha devem estar em bom estado e revisados periodicamente.</li>



<li>Testes como o CMT ajudam na detecção precoce da mastite subclínica.</li>



<li>Cuidados na secagem das vacas no período seco previnem novas infecções.</li>



<li>A disciplina no manejo melhora a qualidade do leite e aumenta a rentabilidade.</li>
</ul>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/cooperando-de-15-de-abril-disponivel-na-coopersete/">Cooperando de 15 de abril disponível na Coopersete</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/cooperando-de-15-de-abril-disponivel-na-coopersete/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caboclo d’água</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/caboclo-dagua/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/caboclo-dagua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 22:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Sete]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2857</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Márcio Vicente Em minhas idas a Pirapama uma visita que jamais deixei de fazer, mesmo se o tempo fosse curto, era ao Zezito, amigo de meu pai. Ele fora ajudante de caminhão de nosso tio Arquimínio, “valendo por dois” pela força física e disposição para o trabalho. Dizem que era valentão e que, certa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/caboclo-dagua/">Caboclo d’água</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Márcio Vicente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em minhas idas a Pirapama uma visita que jamais deixei de fazer, mesmo se o tempo fosse curto, era ao Zezito, amigo de meu pai. Ele fora ajudante de caminhão de nosso tio Arquimínio, “valendo por dois” pela força física e disposição para o trabalho. Dizem que era valentão e que, certa vez em Belo Horizonte, enfrentara dois guardas-civis, pondo-os para correr. Fez apenas o curso primário, era polido no trato com as pessoas e possuía inteligência privilegiada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando meu nosso foi prefeito e, numa parceria da Prefeitura com a Paróquia de Sant’Ana a cidade ganhou seu primeiro sistema de iluminação elétrica, o Zezito foi contratado para “tomar conta” do equipamento. Para girar a pesadíssima manivela e fazer o grande motor a diesel “pegar”, só mesmo alguém com força física como a dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendo como instrutor o empresário e mecânico Cleto Verdolin, de Sete Lagoas, Zezito não só aprendeu a pôr a máquina para funcionar como, também, assimilou conhecimentos para reparar seus pequenos defeitos. O sistema elétrico funcionou assim por muitos anos, até que, ainda no governo de nosso papai, a Prefeitura contratou com a Companha Cedro Cachoeira o fornecimento de 100 kilowats de energia, produzida em sua usina da Serra do Cipó e que chegava a Pirapama através de uma rede de alta tensão que tinha início em Jequitibá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Zezito ampliou seus conhecimentos e aprendeu o ofício de eletricista. Aliás, numa de minhas visitas, mostrou-me um livrinho de capa dura – “Manual do Eletricista” – chamando a atenção para a inscrição da contracapa. Lá estava: “Impresso na França”. Diante de minha curiosidade sobre a data da publicação (1949), explicou: “Foi presente de seu pai, e guardo como lembrança. Devo a ele muitas obrigações”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa de minhas visitas e depois de colher informações sobre a história de Pirapama, que ele conhece como ninguém, perguntei sobre aquela “arenga antiga” de o Antônio Cabeçudo ser filho de caboclo d’água&#8230; Meu interesse tinha razão de ser: Cabeçudo, exímio furador de cisternas, era meu companheiro de pescarias no Rio das Velhas. Garoto ainda, papai só me permitia essa “aventura” com ele: excelente nadador e canoeiro conhecia, como ninguém, as traiçoeiras do rio, e tinha uma exagerada sorte para a pescaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sou testemunha de que enfiava a cabeça n’água, dizia estar “assuntando” os peixes para escolher o anzol adequado e a melhor isca. Mostrava-se infalível em sua investigação. Cabeçudo era também compadre de papai, e acredito que, já bem velho e fraquejando, tenha sido contratado para fazer pequenos serviços em nossa casa. Lembro-me, ainda, de que gostava de uma boa cachaça e, quando exagerava nas doses, fazia-se de valentão e provocava briga. Desafiava colegas de bebedeira dizendo ser “mais macho” do que qualquer um deles. A cena se repetia: abria a braguilha e exibia os colhões, onde quem quisesse poderia conferir: havia três “bagos”&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Zezito, ante a pergunta sobre a origem misteriosa do Cabeçudo, que todos em Pirapama “sabiam” ser mesmo filho de caboclo d’água, mostra-se surpreso: “Então ocê não conhece a história?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avô de Zezito era canoeiro e ganhava a vida negociando com os moradores das margens do Rio das Velhas: enchia sua grande canoa com ferramentas, armarinhos, sapatos, chapéus, armas e munição (e “mil” outros produtos) que adquiria a crédito no comércio do arraial e os vendia rio abaixo. Viagem de quatro dias descendo (segunda a quinta), ajudado pela correnteza, e de dois dias subindo (sexta e sábado), navegando devagar, à força do remo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre dormia na embarcação, e tinha os pontos certos onde poitar para passar a noite. Um desses locais era a barra de um córrego, nas proximidades da Fazenda da Taboquinha, próspera e afamada propriedade da Família Monteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certo fim de tarde e já se preparando para o pernoite, o barqueiro sente a canoa adernar; e nem demorou a descobrir a causa: duas grandes mãos, peludas, seguravam nas bodas da embarcação. Num átimo, pega o facão e dá um golpe. Vê quatro dedos caírem a seus pés, no fundo da embarcação, e ouve o grito lancinante de um vulto que mergulha no caudal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imediatamente, a água se turva de vermelho e o barqueiro não sufoca um grito: “Meu Deus. É caboclo d’água”. Recolhe a poita e, com remadas vigorosas, desce o rio até pouso mais seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na fazenda, a mulher do proprietário reclama com o capataz que “tem gente roubando milho na horta”. De fato, ela cultivava pequena quantidade do cereal nos fundos da casa grande, junto com as hortaliças, para ter à mão, com rapidez e facilidade, algumas espigas verdes para fazer mingau ou assar – iguarias que todos muito apreciavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empregado logo se prontifica a dar uma incerta no local e pegar o ladrão. E fez isso já no dia seguinte. Com o auxílio de alguns vaqueiros, tão espertos quanto curiosos, o cerco foi montado. Já de madrugadinha, eles escutam barulho de pés de milho sendo quebrados e correm para o local. Logo identificam um vulto e partem para aprisioná-lo com o auxílio de laços e arreatas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há luta, gritos e imprecações, mas o ladrão acaba dominado e levado para o paiol da fazenda. Lá, a surpresa: era um homem nu, peludo, baixinho e muito feio, que “rosnava” e babava, atacando quem se atrevesse a se aproximar. E havia nele algo de curioso: faltavam quatro dedos na mão esquerda. Sinhá foi avisada e, com grande acompanhamento de serviçais, foi ao paiol. Não precisou se aproximar muito para identificar o intruso: “É caboclo d’água! E agora, meu Deus?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem Zezito sabia como aquele “elementar” foi tratado, acostumou-se com a vida na fazenda, aprendeu uma linguagem rudimentar, com a qual se fazia entender e já prestava alguns pequenos serviços, como buscar lenha e varrer o terreiro&#8230; Tal processo de “aculturação” foi lento e de pouca utilidade. Caboclo – era assim que o chamavam – dormia numa cama improvisada no paiol, não adquiriu hábitos civilizado para comer e nem nutria algum tipo de afeição por alguém.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante certo tempo, foi alvo da curiosidade dos que visitavam a antiga, grande e famosa propriedade rural. Depois, nada mais parecia perturbar a rotina dos Monteiros, exceto o dia em que uma empregada chamou a atenção da patroa para uma “novidade”: Ritinha – uma boba adotada, de mais ou menos vinte anos e que vivia na fazenda (aliás, no sertão, toda fazenda abrigava um bobo&#8230;) – apareceu de barriga “inchada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico saltou à vista: estava grávida&#8230; do Caboclo. Dessa união natural, ditada pelo extinto, nasceu Cabeçudo&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De volta a Sete Lagoas, silencioso e mergulhado em pensamentos que me levavam à velha terra e aos meus tempos de criança, tento lembrar-me como era o amigo. Baixinho, pernas e braços curtos e peludos, cabeça grande e desproporcional com o tronco, cabeça “simiesca” (só agora, recompondo seu retrato, posso notar os detalhes), de fato, nada no Cabeçudo se parecia com “gente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vendo-me como em estado de enlevo e perplexidade, Vera pergunta: “Você acreditou nessa história?” Meu Deus! Como duvidar? Convivi com ele&#8230;</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/02/260224-Caboclo-Dagua-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2862" style="width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/02/260224-Caboclo-Dagua-768x1024.jpg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/02/260224-Caboclo-Dagua-225x300.jpg 225w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/02/260224-Caboclo-Dagua-1152x1536.jpg 1152w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/02/260224-Caboclo-Dagua.jpg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Na mitologia Tupi-Guarani, o caboclo-d&#8217;água, também chamado negro-d&#8217;água e bicho-d&#8217;água, é um dos mitos aquáticos mais populares na região do vale do rio São Francisco.<br><br>Ninguém sabe de onde surgiu. Vive nas barrancas e alagadiços. Segundo as descrições mais comuns, é baixo, troncudo, musculoso, muito forte, tem a pele negra. Apesar de seu tipo físico, movimenta-se de forma muito rápida e ágil.<br><br>Às vezes sai do rio e caminha pela terra, geralmente para praticar alguma vingança ou fazer algum favor, mas nunca se afasta muito das margens. Para muitos, é um só e possui poderes para estar em vários lugares ao mesmo tempo.<br><br>Dizem que possui o temperamento enfezado e não nutre grandes simpatias para com os pescadores e remeiros. Agarra o fundo das canoas e barcos, balançando-os até os virar ou encalhando-os. Seu corpo é à prova de balas. Para evitar encontrá-lo, deve-se fincar uma faca no fundo da embarcação. Porém, se for bem tratado, o caboclo torna-se benfazejo, ajudando nas pescarias e evitando enchentes. Para agradá-lo, basta oferecer-lhe fumo.</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/caboclo-dagua/">Caboclo d’água</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/caboclo-dagua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fevereiro no campo: cuidados essenciais para manter a qualidade do leite no verão</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/fevereiro-no-campo-cuidados-essenciais-para-manter-a-qualidade-do-leite-no-verao/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/fevereiro-no-campo-cuidados-essenciais-para-manter-a-qualidade-do-leite-no-verao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 17:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Sucessório]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2848</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mês de fevereiro impõe desafios importantes à produção leiteira. Calor intenso, alta umidade e chuvas frequentes criam um ambiente favorável à queda da qualidade do leite, exigindo atenção redobrada do produtor em todas as etapas do processo produtivo. Nesse período, manter bons índices de qualidade não depende apenas de genética ou alimentação, mas, principalmente, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/fevereiro-no-campo-cuidados-essenciais-para-manter-a-qualidade-do-leite-no-verao/">Fevereiro no campo: cuidados essenciais para manter a qualidade do leite no verão</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O mês de fevereiro impõe desafios importantes à produção leiteira. Calor intenso, alta umidade e chuvas frequentes criam um ambiente favorável à queda da qualidade do leite, exigindo atenção redobrada do produtor em todas as etapas do processo produtivo. Nesse período, manter bons índices de qualidade não depende apenas de genética ou alimentação, mas, principalmente, de manejo, higiene e rapidez no resfriamento do leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estresse térmico é um dos principais fatores que afetam a qualidade da matéria-prima durante o verão. Vacas submetidas a temperaturas elevadas reduzem o consumo de matéria seca, o que impacta diretamente a produção e a composição do leite, com queda nos teores de gordura e proteína. Além disso, o estresse térmico compromete o sistema imunológico dos animais, aumentando a susceptibilidade a mastites, especialmente as de origem ambiental, comuns nessa época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conforto animal deve ser encarado como uma ferramenta direta de melhoria da qualidade do leite. Sombras naturais ou artificiais, ventilação adequada, acesso irrestrito à água limpa e fresca e manejo que evite longos períodos de espera antes da ordenha ajudam a minimizar os efeitos do calor. Pequenas melhorias no ambiente refletem em maior bem-estar, menor incidência de doenças e leite de melhor qualidade no tanque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crítico em fevereiro é a higiene na ordenha. O excesso de lama nos piquetes, corredores e áreas de espera favorece a contaminação dos tetos, elevando os riscos de aumento da Contagem Bacteriana Total. A rotina de ordenha precisa ser rigorosamente seguida, com atenção especial ao pré-dipping, tempo de ação do produto, secagem correta dos tetos com papel descartável e descarte dos primeiros jatos. O pós-dipping continua sendo indispensável para a proteção do teto após a ordenha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resfriamento rápido do leite é um dos fatores mais determinantes para a preservação da qualidade no verão. O leite deve atingir a temperatura de quatro graus no menor tempo possível após a ordenha. Em fevereiro, problemas como quedas de energia, sobrecarga dos tanques e falhas de manutenção tornam-se mais frequentes. Por isso, é fundamental realizar revisões periódicas nos equipamentos e garantir a correta limpeza do tanque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite merece atenção especial nessa época do ano. As mastites ambientais tendem a aumentar devido à umidade e à maior presença de microrganismos no ambiente. Manter camas secas, melhorar a drenagem das áreas de descanso e monitorar regularmente a Contagem de Células Somáticas são práticas essenciais. O acompanhamento da CCS deve ser visto como ferramenta de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dicas simples de manejo para o produtor no mês de fevereiro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite deixar as vacas esperando na sala de ordenha por longos períodos, especialmente sob sol ou calor excessivo.</li>



<li>Garanta água limpa, fresca e em quantidade suficiente nos piquetes e próximo à ordenha.</li>



<li>Mantenha corredores, áreas de espera e entradas da ordenha livres de lama sempre que possível.</li>



<li>Revise o funcionamento do tanque de resfriamento e do termostato ao menos uma vez por semana.</li>



<li>Nunca misture leite quente com leite já resfriado por longos períodos.</li>



<li>Troque regularmente as soluções de pré-dipping e pós-dipping.</li>



<li>Observe diariamente os tetos e descarte imediatamente vacas com sinais de mastite clínica.</li>



<li>Limpe bem o tanque e os equipamentos após cada coleta.</li>



<li>Utilize os resultados de CCS e CBT como ferramenta de correção, não apenas de controle.</li>
</ul>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/fevereiro-no-campo-cuidados-essenciais-para-manter-a-qualidade-do-leite-no-verao/">Fevereiro no campo: cuidados essenciais para manter a qualidade do leite no verão</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/fevereiro-no-campo-cuidados-essenciais-para-manter-a-qualidade-do-leite-no-verao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tilápia: problema ou parte da solução ambiental</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/tilapia-problema-ou-parte-da-solucao-ambiental/</link>
					<comments>https://tempoverde.agr.br/tilapia-problema-ou-parte-da-solucao-ambiental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 23:42:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
		<category><![CDATA[Tilápia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tempoverde.agr.br/?p=2826</guid>

					<description><![CDATA[<p>A recente inclusão da tilápia em uma lista preliminar de espécies exóticas com potencial invasor reacendeu um debate antigo na piscicultura brasileira. A suspensão temporária dessa lista, anunciada para permitir novas consultas aos setores produtivos, evidencia a necessidade de cautela, diálogo e análise técnica em um tema que envolve produção de alimentos e conservação ambiental. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/tilapia-problema-ou-parte-da-solucao-ambiental/">Tilápia: problema ou parte da solução ambiental</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A recente inclusão da tilápia em uma lista preliminar de espécies exóticas com potencial invasor reacendeu um debate antigo na piscicultura brasileira. A suspensão temporária dessa lista, anunciada para permitir novas consultas aos setores produtivos, evidencia a necessidade de cautela, diálogo e análise técnica em um tema que envolve produção de alimentos e conservação ambiental.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2830" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-768x1024.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-225x300.jpeg 225w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-1152x1536.jpeg 1152w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>A produção responsável de peixe cultivado pode contribuir para reduzir a pressão da pesca sobre os estoques naturais</em></strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Conceitualmente, a tilápia é classificada como exótica por não ser nativa do Brasil, tendo origem no continente africano, na bacia do rio Nilo. Essa condição, entretanto, não significa, por si só, que a espécie provoque desequilíbrios ambientais, o que justifica avaliações técnicas caso a caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal tem destacado que a iniciativa busca aprimorar medidas de controle e boas práticas produtivas, e não impor proibições ou inviabilizar cadeias consolidadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tilapicultura brasileira opera sob mecanismos formais de licenciamento, monitoramento e controle ambiental e apresenta avanços tecnológicos. Investimentos em melhoramento genético ampliaram a eficiência produtiva, enquanto o controle reprodutivo e as práticas de manejo fazem com que a maior parte dos cultivos utilize peixes masculinizados, reduzindo os riscos de reprodução no ambiente natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a preocupação com eventuais escapes deve ser compreendida como estímulo ao aprimoramento das técnicas de produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a pressão exercida pela pesca extrativa sobre a biodiversidade aquática seja amplamente reconhecida, o papel do cultivo de peixes como alternativa organizada à captura recebe menos atenção. Em bacias como a do rio São Francisco, estoques de espécies nativas vêm sendo reduzidos ao longo das últimas décadas em razão da sobrepesca associada a alterações ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o aumento do consumo de peixe cultivado, como a tilápia, contribui para reduzir a demanda por pescado oriundo da pesca extrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Experiências internacionais reforçam essa lógica. Em escala global, a produção de salmão é hoje majoritariamente sustentada pela aquicultura, responsável por grande parte do abastecimento mundial, enquanto a captura de estoques selvagens permanece estável ou em declínio. Esse modelo demonstra que a produção organizada pode atender à demanda por pescado sem ampliar a pressão sobre populações naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As características produtivas da tilápia — qualidade nutricional, oferta regular, facilidade de acesso e preço competitivo — explicam sua ampla aceitação no mercado brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao oferecer uma alternativa contínua à pesca, o cultivo responsável de tilápias contribui para aliviar a pressão sobre espécies nativas e ambientes aquáticos sensíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Proteger a biodiversidade brasileira é fundamental, mas esse objetivo precisa caminhar de forma integrada à produção sustentável de alimentos. Nesse sentido, a tilapicultura, quando bem regulada e tecnicamente conduzida, pode atuar como aliada na conciliação entre segurança alimentar, desenvolvimento regional e preservação dos recursos naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://tempoverde.agr.br/tilapia-problema-ou-parte-da-solucao-ambiental/">Tilápia: problema ou parte da solução ambiental</a> appeared first on <a href="https://tempoverde.agr.br">Revista Tempo Verde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://tempoverde.agr.br/tilapia-problema-ou-parte-da-solucao-ambiental/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
