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	<title>Revista Tempo Verde</title>
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	<title>Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:26:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Daniel Sobreira Rodrigues, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG. O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Daniel Sobreira Rodrigues</strong>, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de Minas Gerais. Embora nas regiões Norte e Centro Oeste do Brasil, ocorra já há algum tempo, apenas agora está atingindo de forma significativa o nosso Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação dos produtores procede, pois, com a introdução dessa enfermidade, o setor está observando o custo de produção se elevar de forma definitiva. Isso, porque além da perda de animais, dos altos gastos com tratamentos e da redução do desempenho produtivo do rebanho, a doença tem caráter endêmico. Isso quer dizer que, infelizmente, ela deve continuar por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, mas o que as moscas tem a ver com essa história? A questão é que a transmissão da doença se dá por via sanguínea, e insetos que se alimentam de sangue e agulhas contaminadas costumam ser as principais fontes de infecção. Diferentemente do Pantanal, onde os surtos da doença estão relacionados principalmente às “mutucas”, aqui o principal inseto transmissor é a “mosca dos estábulos”, que, por causa de suas dolorosas picadas, também causa grande incômodo aos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mosca tem o aspecto muito parecido com o da “mosca comum” ou “mosca doméstica” e, assim como ela, também aumenta sua população a partir de agora, com a chegada do calor e das chuvas. Em propriedades produtoras de leite da Região Central do Estado, o esterco de bovinos acumulado ao ar livre geralmente é o criatório mais significativo. Portanto, o manejo de esterco desempenha um importante papel, sendo considerada a medida mais eficiente para o controle dessas populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, existem diversas alternativas, como: cobrir os montes com lona por período de 90 dias ou mais; distribuir em finas camadas o material acumulado por até sete dias, em áreas de pastagem, capineira ou cultura; utilizar os sistemas de esterqueiras cobertas, produção de húmus, compostagem, biodigestores, lagoas de estabilização, até sistemas de tratamento mais complexos, que envolvem a aeração do efluente e a recirculação do lodo. Todos, manejados corretamente, irão reduzir drasticamente a proliferação de moscas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, adotar qualquer das alternativas citadas, parece significar a incorporação de mais uma tarefa a uma rotina já sobrecarregada, e mais um elemento ao custo de produção. No entanto, na verdade, a destinação dos efluentes gerados é uma etapa obrigatória do sistema. Não há como evitá-la. Além disso, se bem feita, gera uma série de benefícios diretos e indiretos que precisam ser considerados. O que ocorre é que, muitas vezes, essa questão é relegada a um segundo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com o advento da tripanosomose em nosso meio, o assunto surge novamente, mas dessa vez em caráter de urgência. Juntamente com a não introdução de animais de regiões afetadas e a não reutilização de seringas, essa é uma das principais formas disponíveis para se conter a expansão e o impacto da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o produtor tenha maiores chances de sucesso no controle da “mosca dos estábulos” e utilize as opções mais adequadas para a sua realidade, como sempre, se recomenda um acompanhamento técnico de qualidade.</p>
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		<title>Rancho Fundo à Conceição do Mato Dentro: tradição, amizade e superação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:55:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Diego Squaranti Entre os dias 17 e 20 de junho de 2026, vivemos mais um capítulo marcante da história do Rancho Fundo. Foram dias de muita emoção, companheirismo, desafios e paisagens inesquecíveis, fortalecendo ainda mais os laços que unem nossa equipe. Nossa jornada teve início na quarta-feira, 17 de junho. Saímos da Chácara do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Diego Squaranti</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 17 e 20 de junho de 2026, vivemos mais um capítulo marcante da história do Rancho Fundo. Foram dias de muita emoção, companheirismo, desafios e paisagens inesquecíveis, fortalecendo ainda mais os laços que unem nossa equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa jornada teve início na quarta-feira, 17 de junho. Saímos da Chácara do pai do nosso amigo Osmar, em Santana de Pirapama. Seguimos rumo a Santana do Riacho, onde fomos muito bem recebidos para o pernoite na pousada do Celso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 18, retomamos nossa cavalgada em direção à encantadora Lapinha da Serra, encerrando o dia na acolhedora casa da Gracinha, onde renovamos as energias para mais uma etapa da aventura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no dia 19, ainda de madrugada e enfrentando o frio intenso de aproximadamente 13 graus, iniciamos a desafiadora subida da Serra da Lapinha, seguindo em direção ao Tabuleiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esforço foi recompensado pelas paisagens deslumbrantes e pela chegada à Pousada Chalé Vila Tabuleiro. Tivemos a oportunidade de contemplar uma das maiores riquezas naturais de Minas Gerais: a magnífica Cachoeira do Tabuleiro, um espetáculo da natureza que ficará para sempre em nossa memória. Ali passamos mais uma noite de confraternização e descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 20, concluímos nossa jornada, seguindo para Conceição do Mato Dentro e encerrando com sucesso mais uma cavalgada histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o percurso, enfrentamos alguns contratempos que, longe de nos desanimar, trouxeram importantes aprendizados.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="832" style="aspect-ratio: 464 / 832;" width="464" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Video-Rancho-Fundo-a-Conceicao.mp4"></video></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">Cada desafio superado fortaleceu nosso grupo, aumentando nossa experiência e preparando-nos para uma cavalgada ainda melhor no próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso sincero agradecimento a cada companheiro que participou desta aventura, contribuindo para tornar este momento verdadeiramente histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rancho Fundo mais uma vez cumpriu sua missão de proporcionar experiências inesquecíveis, fortalecer amizades e criar laços por todos os lugares por onde passamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agradecimentos Especiais ao Osmar (Organizador), Júlio (Diretor do Rancho Fundo), Heider (Administração), Diego (Tesoureiro), Alan (Marketing), Lelé (Cozinheiro), Bruno (Carro de Apoio), Alexssander (Guia de Frente), Marquinho Max (Socorrista e Apoio em Casos de Emergência)</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="472" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1024x472.jpeg" alt="" class="wp-image-3033" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1024x472.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-300x138.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-768x354.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1536x708.jpeg 1536w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">A todos vocês, nossa gratidão pelo empenho, dedicação e espírito de equipe. Que venham as próximas cavalgadas, com a mesma união, amizade e paixão que fizeram desta jornada um grande sucesso.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rancho Fundo — Mais que uma cavalgada, uma família.</strong></p>
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		<title>Suplementação com misturas múltiplas na seca</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:43:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[volumosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Karina Toledo da Silva, Pesquisadora EPAMIG; Clério Hickmann, Engenheiro Agrônomo; Israel Campos Silva, Bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG/EPAMIG. O período da seca é caracterizado pela escassez de forragem, onde existe pouca oferta e baixa qualidade, fatores limitantes para a produção animal. O animal consome pouco, pois nessa fase a forragem apresenta baixos teores de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Karina Toledo da Silva</strong>, Pesquisadora EPAMIG; <strong>Clério Hickmann</strong>, Engenheiro Agrônomo; I<strong>srael Campos Silva</strong>, Bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG/EPAMIG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período da seca é caracterizado pela escassez de forragem, onde existe pouca oferta e baixa qualidade, fatores limitantes para a produção animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O animal consome pouco, pois nessa fase a forragem apresenta baixos teores de proteína e minerais e alto teor de fibra, que possui baixa digestibilidade e baixa degradação, permanecendo muito tempo no trato até ser degradada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de atingir ou manter um determinado nível de desempenho animal (ganho de peso, produção de leite, etc.) é o fator determinante da demanda por alimento dentro de um sistema de produção. Assim, é essencial que se elimine as fases negativas de desenvolvimento, proporcionando condições adequadas para o animal se desenvolver normalmente, durante todo o ano. Para tanto, se faz necessário manter o suprimento de alimento em equilíbrio com os requerimentos dos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das formas de se complementar o déficit de proteína e energia que as pastagens apresentam durante esse período do ano é através da suplementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é feita principalmente com alimentos concentrados ou com volumosos de boa qualidade. No entanto, é importante ajustar os níveis de energia e proteína do suplemento em relação à forragem. A suplementação dos animais em pastejo pode ser realizada com o objetivo de corrigir a deficiência de nutrientes da forragem e aumentar a sua capacidade de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A condição básica para se promover a suplementação é que haja elevada disponibilidade de massa forrageira na pastagem, mesmo sendo de baixa qualidade. Neste caso, o consumo, a digestão, absorção ou metabolismo estão sendo adversamente influenciados por uma deficiência nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação de animais com fontes proteicas com alta degradabilidade ruminal, tem sido utilizada para corrigir dietas desbalanceadas, devido ao atendimento imediato dos requerimentos de amônia para o crescimento e atividade microbiana. Assim, promoverá maior digestão da forragem, bem como uma taxa de renovação mais rápida da digesta pelo rúmen, proporcionando um maior consumo e produção animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fonte de proteína degradável no rúmen (PDR) mais barata existente no mercado é a ureia, que quando utilizada associada às misturas minerais e grãos, possibilita redução na deficiência proteica de bovinos de corte durante o período de secas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período da seca, para obtenção de ganhos de peso diários acima de 800 g, deve-se liberar o consumo de suplementos. Portanto, ureia e sal são usados para satisfazer às exigências nutricionais e otimizar a eficiência microbiana, consumo e utilização de forragens, sem a preocupação de controle de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As misturas múltiplas, conhecidas também como sais proteinados, são suplementos obtidos pela mistura de fontes proteicas, nitrogênio não-proteico (ureia), energia, macro minerais e micro minerais. As fontes proteicas e energéticas adicionam nutrientes e também funcionam como palatabilizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundamento do uso das misturas múltiplas é suprir a deficiência de nutrientes para as bactérias ruminais, principalmente nitrogênio, para aumentar o consumo e a digestibilidade de forragens de baixa qualidade, alterando a situação de perda de peso para obtenção de ganho de peso moderado, em torno de 200 a 300 g por animal por dia, dependendo da disponibilidade de forragem. Um aspecto importante é que, embora seja fornecido para animais que estão em pastagens, o consumo é limitado e controlado pelo próprio animal, facilitando o manejo e racionalizando a utilização de mão-de-obra na distribuição desses produtos, a qual pode ser semanal ou quinzenal. Para que o consumo seja limitado a valores previamente estabelecidos, recorre-se ao uso de controladores de consumo, tal como o sal comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fornecimento da ureia com o sal mineral ou a utilização de mistura múltipla, com um consumo variando de 0,2 a 0,6 kg/animal/dia, para bovinos mantidos em pastagens e/ou alimentados com volumosos tropicais, contribui para diminuir a perda de peso, satisfazendo as exigências de mantença ou possibilitando pequenos acréscimos no peso vivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação no período seco, visa otimizar o uso da forragem disponibilizando nesse período crítico um aporte de nitrogênio ao sistema que servirá para estimular o consumo minimizando as perdas e, podendo até resultar em pequenos aumentos de produção. Possivelmente os resultados virão como ganho satisfatório no período das águas, onde se obterão maior ganho de peso e/ou maiores produções de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas alternativas devem ser ponderadas, para que se tenha uma relação entre custo e benefício que otimize o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Matéria publicada na edição 451 da Revista COOPERANDO – maio de 2013</strong></em></p>



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		<title>SILAGEM: Tecnologia de custo zero que impacta diretamente no bolso do produtor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Epamig]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Silagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Fernanda de Kássia Gomes, Pesquisadora/EPAMIG Centro-Oeste; Raissa da Silva Rodrigues, bolsista PIBIC/CNPq; e Karina Toledo da Silva, Pesquisadora/EPAMIG Centro-Oeste Para o produtor, a silagem representa meses de planejamento, investimento e trabalho na lavoura, além de ser a principal fonte de volumoso do rebanho durante a seca.É natural que grande parte da atenção no processo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por: <strong>Fernanda de Kássia Gomes</strong>, Pesquisadora/EPAMIG Centro-Oeste; <strong>Raissa da Silva Rodrigues</strong>, bolsista PIBIC/CNPq; e <strong>Karina Toledo da Silva</strong>, Pesquisadora/EPAMIG Centro-Oeste</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o produtor, a silagem representa meses de planejamento, investimento e trabalho na lavoura, além de ser a principal fonte de volumoso do rebanho durante a seca.<br>É natural que grande parte da atenção no processo de produção de silagem esteja voltada às etapas de colheita, picagem, enchimento e compactação, determinantes para a qualidade do material. No entanto, após a abertura do silo, inicia-se uma nova fase igualmente importante e, muitas vezes, negligenciada: o desabastecimento.<br>A fermentação anaeróbica se completa em aproximadamente três semanas e o material se preserva por longo período em silagem compactada adequadamente.<br>No entanto, esse estado de preservação pode ser alterado assim que inicia a retirar o material. Durante este processo, a silagem entra em contato com o ar, iniciando a fermentação aeróbica. Fungos e leveduras começam a crescer, fazendo a silagem perder valor nutritivo e gerar prejuízo. Por isso, minimizar a exposição da face do silo ao ar é fundamental.<br>O segredo para evitar a deterioração está na velocidade de avanço na retirada da silagem do painel. A remoção diária da fatia deve ser rápida o suficiente para superar a velocidade de deterioração pela entrada do ar.<br>Em regiões de clima tropical, como o Brasil, recomenda-se retirar uma fatia entre 20 e 30 cm por dia em toda a extensão do painel. Essa recomendação é importante porque o oxigênio pode penetrar de 1 a 2 metros horizontalmente na massa ensilada. Com um avanço de 30 cm, por exemplo, a silagem exposta permanece na face do silo por cerca de três dias antes de ser fornecida aos animais, reduzindo as perdas.<br>Portanto, o tamanho e as dimensões do silo tipo trincheira deverão ser planejados de acordo com a necessidade diária do rebanho.<br>Um erro frequente é utilizar silos já existentes ou construir novos sem considerar a previsão da camada diária a ser removida do silo, em função do número de animais. Isto representa elevada fonte de perdas de silagem por ocasião do fornecimento. Desse modo, o dimensionamento do silo deve começar pelo manejo de desabastecimento.<br>O primeiro passo é calcular o consumo diário do rebanho. Em seguida, definem-se as dimensões do silo com base no volume necessário e na densidade esperada da massa ensilada, utilizando como referência dados históricos da fazenda ou de sistemas semelhantes.<br>Outro ponto importante é a orientação do corte do painel, que deve ser feito sempre de cima para baixo, usando a fresa do vagão ou o garfo hidráulico, deixando a parede reta e compacta.<br>O erro mais comum é entrar com a concha do trator por baixo e forçar para cima; isso racha o silo por dentro, criando caminhos de entrada de oxigênio. Essas práticas são tecnologias que sem custo, que garantem que a silagem de qualidade da silagem produzida continue no cocho, protege a saúde do rebanho e valorizando cada centavo investido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações entrar em contato por e-mail: <a href="mailto:fernanda.gomes@epamig.br">fernanda.gomes@epamig.br</a></p>



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		<title>Festas Juninas: tradição, sabores e a riqueza dos ingredientes da roça mineira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 01:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Junho chega trazendo o friozinho, o colorido das bandeirinhas e o aroma irresistível das comidas típicas das festas juninas. As barraquinhas montadas em escolas, comunidades rurais, igrejas e parques de exposições são templos da gastronomia caipira. O milho, a mandioca, o amendoim, o gengibre, a canela e a cachaça se transformam em quitandas, doces e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Junho chega trazendo o friozinho, o colorido das bandeirinhas e o aroma irresistível das comidas típicas das festas juninas. As barraquinhas montadas em escolas, comunidades rurais, igrejas e parques de exposições são templos da gastronomia caipira. O milho, a mandioca, o amendoim, o gengibre, a canela e a cachaça se transformam em quitandas, doces e bebidas que aquecem o corpo e fortalecem os laços entre famílias e amigos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma celebração da cultura rural</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As festas juninas vão muito além da diversão. Elas representam a valorização da cultura rural, da agricultura familiar e dos alimentos produzidos no campo. Ao consumir produtos como milho, mandioca, amendoim e derivados do leite, os participantes das festas ajudam a movimentar a economia local e a fortalecer pequenos produtores rurais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma tradição gastronômica, as comidas típicas juninas contam histórias, preservam saberes e mantêm viva uma herança cultural que faz parte da identidade de Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O milho: rei absoluto das festas juninas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se existe um ingrediente que simboliza as festas juninas, esse ingrediente é o milho. Colhido justamente nesta época do ano em muitas regiões do país, ele dá origem a uma infinidade de pratos tradicionais. Além de saboroso, o milho é fonte de energia, fibras, vitaminas do complexo B e antioxidantes, tornando-se um alimento importante para a dieta humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pamonha, curau, bolo de milho, milho cozido, canjica, mingau e broas são apenas algumas das delícias preparadas a partir desse cereal, que faz parte da alimentação dos brasileiros desde os tempos dos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Canjica: conforto em forma de doce</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A canjica ocupa lugar especial nas festas juninas mineiras. Preparada com milho branco cozido lentamente, leite, açúcar, canela e, muitas vezes, leite condensado e coco ralado, é uma das sobremesas aguardadas das quermesses. O segredo está no cozimento lento, que permite aos grãos absorverem os sabores e adquirirem uma textura cremosa e macia. Em muitas famílias, a receita passa de geração em geração e ganha ingredientes especiais, como amendoim torrado, paçoca esfarelada ou doce de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mandioca: versatilidade da agricultura familiar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ingrediente indispensável na culinária junina é a mandioca, cultura amplamente presente nas propriedades rurais mineiras. Com ela são preparados bolos, biscoitos, broas, tapiocas e o tradicional bolo de mandioca, conhecido em algumas regiões como &#8220;mané pelado&#8221;. Sua textura macia e sabor marcante fazem sucesso em qualquer festa. Representa a força da agricultura familiar, sendo uma cultura adaptada a diferentes tipos de solo e clima, além de possuir grande importância econômica para pequenos produtores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quentão: bebida que aquece as noites frias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma festa junina está completa sem o tradicional quentão. A bebida, preparada com gengibre, açúcar caramelizado, canela, cravo e cachaça, ajuda a enfrentar as baixas temperaturas típicas do inverno mineiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em versões sem álcool, muito apreciadas por crianças e por quem prefere evitar bebidas alcoólicas, a cachaça é substituída por suco de frutas ou água, mantendo o sabor característico das especiarias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do efeito de aquecimento, o gengibre é conhecido por suas propriedades digestivas e estimulantes, tornando-se um ingrediente valorizado na culinária popular.</p>
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		<title>A vaca, o despenhadeiro e o despertar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 01:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma antiga história conta que dois monges peregrinavam pelo mundo, atravessando vilarejos e pequenas propriedades rurais. O primeiro era sereno, observador e acreditava que cada pessoa deveria encontrar seu próprio caminho. O segundo era inquieto e costumava dizer que, às vezes, é preciso um choque para provocar mudanças. Certo dia, já anoitecendo, chegaram a uma [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma antiga história conta que dois monges peregrinavam pelo mundo, atravessando vilarejos e pequenas propriedades rurais. O primeiro era sereno, observador e acreditava que cada pessoa deveria encontrar seu próprio caminho. O segundo era inquieto e costumava dizer que, às vezes, é preciso um choque para provocar mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certo dia, já anoitecendo, chegaram a uma pequena propriedade rural. Foram convidados a pernoitar pela família, um casal e seus filhos. A casa era simples, a terra pouco produtiva e os recursos escassos. Os monges perguntaram como sobreviviam. O pai respondeu: “Nossa renda vem desta vaca. Vendemos parte do leite, fazemos queijo para consumo próprio e assim conseguimos manter a família.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã seguinte os monges partiram. Avistaram a vaca pastando próxima a um penhasco. O monge inquieto voltou e empurrou o animal despenhadeiro abaixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, os monges voltaram à mesma região. Ao se aproximarem da propriedade, onde ficaram hospedados, tudo havia mudado. A antiga casa simples foi reformada e ampliada. Havia um pomar produtivo, hortas bem cuidadas, galinhas, colmeias e novas construções. O lugar transmitia prosperidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram recebidos pela mesma família. O monge inquieto, então, fez a pergunta que carregava consigo há anos: “O que aconteceu aqui? Quando estivemos pela última vez nesta propriedade, vocês dependiam de uma única vaca para sobreviver.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pai sorriu: “Depois da visita de vocês, nossa vaca caiu no despenhadeiro e morreu. Pensamos que seria o fim. Perdemos nossa única fonte de renda. Depois do desespero inicial, percebemos que precisávamos encontrar outras alternativas. Começamos a cultivar hortaliças para vender na cidade. Minha esposa passou a produzir doces e quitandas. As crianças aprenderam ofícios. Criamos galinhas, iniciamos uma pequena apicultura e plantamos árvores frutíferas. Foi difícil. Trabalhamos muito, cometemos erros e enfrentamos incertezas. Hoje entendemos que a vaca, que era nosso sustento, também era nossa acomodação.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A LIÇÃO</strong> &#8211; A &#8220;vaca&#8221; pode assumir muitas formas: um hábito, uma atividade, um emprego, uma crença ou até mesmo um modelo de negócio que já não permite evoluir. Quem sabe não está na sua hora de empurrar a vaca despenhadeiro abaixo. Em um cenário de constantes mudanças tecnológicas, climáticas e econômicas, buscar conhecimento, diversificar, inovar são atitudes necessárias que podem ajudar a construir um futuro seguro e sustentável.</p>



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		<title>Conforto térmico e bem-estar de equinos no inverno: cuidados essenciais nas estações frias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 16:07:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalos]]></category>
		<category><![CDATA[Conforto Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[equinos]]></category>
		<category><![CDATA[gado de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Cooperando]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
		<category><![CDATA[tempo verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abrigos: proteção contra vento e umidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O frio intenso, aliado ao vento e à chuva, pode comprometer significativamente o conforto dos equinos. Por isso, a disponibilidade de abrigos adequados é um dos principais cuidados nesta época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os abrigos devem oferecer proteção contra correntes de ar e umidade excessiva, além de permitir boa ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Árvores, galpões abertos e estruturas cobertas podem servir como refúgio, desde que mantenham o piso seco e proporcionem espaço suficiente para todos os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição prolongada à chuva e ao vento aumenta a perda de calor corporal e pode favorecer o surgimento de problemas respiratórios e queda na imunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de mantas: quando são necessárias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de mantas pode ser um aliado importante em determinadas situações, mas não deve ser adotado indiscriminadamente. Cavalos saudáveis, com boa condição corporal e pelagem natural preservada, geralmente conseguem manter a temperatura corporal sem necessidade de proteção adicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, animais tosados, idosos, debilitados, muito magros ou submetidos a atividades esportivas intensas podem se beneficiar do uso de mantas apropriadas para o clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as mantas estejam sempre limpas, secas e ajustadas corretamente ao corpo do animal, evitando desconfortos, assaduras ou restrição de movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Água morna estimula a hidratação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um cuidado frequentemente negligenciado durante o inverno é a ingestão de água. Com as temperaturas mais baixas, muitos cavalos tendem a reduzir o consumo hídrico, aumentando o risco de desidratação e problemas digestivos, como cólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer água em temperatura amena ou morna pode estimular a ingestão voluntária. Além disso, os bebedouros devem ser verificados diariamente para garantir que a água permaneça limpa e acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hidratação adequada é fundamental para o funcionamento do sistema digestivo e para a manutenção da saúde geral dos equinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção especial aos equinos idosos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cavalos idosos merecem cuidados diferenciados durante o inverno. Com o avanço da idade, a capacidade de regular a temperatura corporal pode diminuir, tornando esses animais mais sensíveis às baixas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da proteção contra o frio, é importante monitorar a condição corporal, a saúde dentária e a qualidade da alimentação. Dietas balanceadas, acompanhamento veterinário regular e ambientes confortáveis contribuem para preservar a saúde e o bem-estar dos animais mais velhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bem-estar em todas as estações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir conforto térmico durante o inverno vai além de proteger os cavalos do frio. Trata-se de oferecer condições adequadas para que expressem seus comportamentos naturais, mantenham boa saúde e enfrentem as mudanças climáticas com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com manejo adequado, acesso a abrigo, hidratação eficiente e atenção especial aos animais mais vulneráveis, é possível promover o bem-estar dos equinos durante toda a estação fria, assegurando qualidade de vida e melhor desempenho para os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tem alguma informação a mais para acrescentar? Comente abaixo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>38ª Cavalgada Riachão à Conceição</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 22:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Conceição do Mato Dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os integrantes da Tradicional Comitiva são familiares e amigos de longa data, escolhidos a dedo. A escolha foi feita com cuidado, pois a convivência de nove dias e oito noites, para ser prazerosa e harmoniosa, carece de entrosamento, obediência, compreensão e sabedoria. Não precisamos ser extraordinários em tudo; ser consistentes nas coisas simples nos leva [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os integrantes da Tradicional Comitiva são familiares e amigos de longa data, escolhidos a dedo. A escolha foi feita com cuidado, pois a convivência de nove dias e oito noites, para ser prazerosa e harmoniosa, carece de entrosamento, obediência, compreensão e sabedoria. Não precisamos ser extraordinários em tudo; ser consistentes nas coisas simples nos leva ao destino. Uma atitude simples pode mudar uma história.<br>As cangalhas (conjunto de madeira, couro cru e sola para os muares levarem as cargas), as bruacas (bolsas de couro cru para transporte de cargas) e algumas selas foram reformadas na Selaria Sete. A divisão correta segue o critério de mesmo peso em cada bruaca; qualquer diferença fará o lado mais pesado puxar para aquele lado.<br>O que mantém a carga equilibrada é o pêndulo, não o aperto da sobrecarga com o cambito. Os muares são escolhidos entre tantos, sempre os de boa índole. E assim acontece: sem apavorar, com suavidade, o dia vai passando e se despedindo de nós.<br>Os pousos, com boa alimentação e fartas pastagens para os animais, foram ajeitados, conversados, combinados e contratados. São proprietários amigos e velhos conhecidos, com tradição na recepção da Tradicional Comitiva: Barra do Riachão; Lagoa dos Patos, do Lê; Extrema, no Carlos Magno; Barra do Extrema, no Marco Antônio; João Carrinho; Família Queirós, na região da Parauninha; e Zilma, Jordana, Beatriz, Fernando e família, em Conceição do Mato Dentro.<br>João Carrinho ajeitou a trilha na subida da serra. Sabemos que a felicidade não depende do que falta, mas sim do bom uso daquilo que já temos. Seguindo em frente e procurando fazer o bem, essa prática nos torna mais fortes. Na verdade, o que fazemos aos outros serve também a nós mesmos.<br>Estamos organizando a 38ª Cavalgada Riachão a Conceição para participarmos do 239º Jubileu do Senhor Bom Jesus, que acontece de 13 a 24 de junho, em Conceição do Mato Dentro. Essa cavalgada sempre revela uma enorme força e um novo pensamento, com fé, paciência e sabedoria para aceitar tudo aquilo que foge ao nosso controle.<br>Vamos descobrindo os segredos da Serra Mãe, uma serra que prega, ensina, mas também cobra humildade naquelas trilhas. Seguimos apreciando a natureza e agradecendo, pois temos certeza de que, sem o Senhor Bom Jesus, nada podemos fazer. Ele já preparou uma cavalgada abençoada e cheia de vitórias.<br>Naquelas paragens, nem sempre o caminho será fácil, mas Ele sempre nos mostrará as montarias adequadas. Cavalgar com fé e sabedoria é o remédio que nos mantém motivados diante dos obstáculos, sempre encarados como desafios.<br>Junho é o mês de fazermos nossa sonhada cavalgada, de transformar cada etapa em um passo na direção daquilo que faz nosso coração vibrar de alegria e nosso espírito sentir-se verdadeiramente abençoado e vivo. Confiando, sabemos que o Senhor Bom Jesus vai cavalgar conosco.<br>Marcos Aurélio Batista ferrou boa parte da tropa que participa desta tradicional cavalgada, sem fazer uso da violência, sempre com pedidos delicados, recompensas, elogios e poucas punições.<br>Com capricho, procurando fazer o melhor com as condições que temos, não sei até quando, mas vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Atenção, pecuaristas: termina em 30 de junho o prazo para vacinação contra a brucelose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 22:10:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[IMA]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Minas Gerais, o prazo para vacinar bezerras bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, contra brucelose, vai até 30 de junho. E a declaração da vacinação deve ser feita até 10 de julho no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A imunização dos animais que atingirem a idade de vacinação no segundo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em Minas Gerais, o prazo para vacinar bezerras bovinas e bubalinas, entre 3 e 8 meses de idade, contra brucelose, vai até 30 de junho. E a declaração da vacinação deve ser feita até 10 de julho no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A imunização dos animais que atingirem a idade de vacinação no segundo semestre, deve ser realizada até 31 de dezembro, com declaração até 10 de janeiro de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é obrigatória e fundamental para proteger o rebanho contra uma doença que provoca abortos, infertilidade e prejuízos econômicos, além de representar risco à saúde humana. Após a imunização, o produtor deve apresentar a declaração ao IMA até o dia 10 de julho. O descumprimento dos prazos pode resultar em multas e restrições na emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a brucelose?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A brucelose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Brucella abortus, que afeta principalmente bovinos e bubalinos. A enfermidade provoca abortos, nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, infertilidade e queda na produção de leite, gerando grandes prejuízos para os pecuaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, trata-se de uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida aos seres humanos por meio do contato com animais infectados ou do consumo de leite e derivados sem a devida pasteurização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem deve ser vacinado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é obrigatória para todas as bezerras bovinas e bubalinas com idade entre 3 e 8 meses. A aplicação deve ser realizada por médico-veterinário cadastrado ou vacinador autorizado, conforme as normas vigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Benefícios da vacinação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais vantagens da vacinação contra a brucelose estão: Redução dos índices de aborto no rebanho; Maior eficiência reprodutiva; Aumento da produtividade; Proteção da saúde dos trabalhadores rurais e consumidores; Valorização comercial dos animais; Contribuição para o controle e futura erradicação da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Capim Branco recebe Exposição Especializada do Mangalarga Marchador entre os dias 2 e 4 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 00:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Capim Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Magalarga]]></category>
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		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Capim Branco será palco de uma das mais importantes exposições da raça Mangalarga Marchador da região Central de Minas Gerais. Entre os dias 2 e 4 de julho, criadores, expositores e apaixonados pela raça estarão reunidos para a Exposição Especializada Mangalarga Marchador de Capim Branco, evento que acontecerá no tradicional Haras do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Capim Branco será palco de uma das mais importantes exposições da raça Mangalarga Marchador da região Central de Minas Gerais. Entre os dias 2 e 4 de julho, criadores, expositores e apaixonados pela raça estarão reunidos para a Exposição Especializada Mangalarga Marchador de Capim Branco, evento que acontecerá no tradicional Haras do Lay, com organização da Pegasus Eventos – Flávio Andrade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição ganha ainda mais relevância por representar a última oportunidade para que muitos animais obtenham classificação para a Exposição Nacional do Mangalarga Marchador, principal vitrine da raça no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Haras do Lay é reconhecido por possuir uma das maiores e mais modernas pistas cobertas de Minas Gerais. A estrutura oferece conforto para animais, apresentadores, expositores e público, garantindo a realização das provas e julgamentos independentemente das condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa da organização é reunir exemplares de elevado padrão genético, reforçando a importância da região como um dos polos da criação do Mangalarga Marchador em Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Capim Branco está localizado na região Central de Minas Gerais, cerca de 60 quilômetros de Belo Horizonte e vizinha de Sete Lagoas. A cidade possui forte ligação com o setor agropecuário. Abriga importantes propriedades rurais voltadas para a pecuária, agricultura e criação de equinos, sendo reconhecido pelo ambiente favorável ao desenvolvimento da atividade rural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260616-Mangalarga-em-Capim-Branco-3-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2994" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260616-Mangalarga-em-Capim-Branco-3-819x1024.jpeg 819w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260616-Mangalarga-em-Capim-Branco-3-240x300.jpeg 240w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260616-Mangalarga-em-Capim-Branco-3-768x960.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260616-Mangalarga-em-Capim-Branco-3.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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