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	<title>NOTÍCIAS Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>NOTÍCIAS Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Licitação da estrada entre Sete Lagoas e Araçaí é homologada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:11:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pavimentação da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí deu um passo importante. A licitação para execução da obra, no valor de R$ 69,4 milhões, foi homologada. A vencedora foi a empresa L.M. Empreendimentos e Consultoria Ltda. Os próximos procedimentos são a assinatura do contrato, a emissão da ordem de serviço e, posteriormente, o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A pavimentação da estrada que liga Sete Lagoas a Araçaí deu um passo importante. A licitação para execução da obra, no valor de R$ 69,4 milhões, foi homologada. A vencedora foi a empresa L.M. Empreendimentos e Consultoria Ltda. Os próximos procedimentos são a assinatura do contrato, a emissão da ordem de serviço e, posteriormente, o início das obras. A pavimentação é uma antiga reivindicação dos moradores de Sete Lagoas, Estiva, Silva Xavier e Araçaí. A distância entre Sete Lagoas e Araçaí é de 33 km. O tempo estimado do percurso da viagem entre as duas cidades é de aproximadamente 41 minutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma notícia muito importante para Sete Lagoas e para toda a região. A licitação está homologada, já temos a empresa vencedora e o próximo passo é a assinatura do contrato para que, muito em breve, possamos iniciar essa obra tão sonhada pela população. Quem passa pela Estiva, por Silva Xavier e por Araçaí sabe o quanto essa pavimentação vai transformar a vida das pessoas, melhorar o deslocamento e trazer novas oportunidades para toda a região”, destacou o prefeito de Sete Lagoas, Douglas Melo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer ao governador Mateus Simões, que deu continuidade a esse projeto, e também ao ex-governador Romeu Zema e ao DER-MG, que foram importantes nessa caminhada. Quando ainda era deputado estadual, trabalhamos para incluir essa obra no acordo da Vale e garantir os recursos. Hoje, estamos muito próximos de transformar esse sonho em realidade”, afirmou.</p>
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		<title>Capacitação para emissão do Cartão do Produtor Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Sete Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agropecuária (SMDETA), realiza no dia 17 de agosto, segunda-feira, a capacitação “Emissão do Cartão do Produtor Rural”. Voltado aos produtores rurais do município e região, acontece das 8h às 12h no Sebrae Minas (Rua Paulo Frontim, 152 – Centro). As [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Sete Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agropecuária (SMDETA), realiza no dia 17 de agosto, segunda-feira, a capacitação “Emissão do Cartão do Produtor Rural”. Voltado aos produtores rurais do município e região, acontece das 8h às 12h no Sebrae Minas (Rua Paulo Frontim, 152 – Centro). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo aplicativo 7L Resolve. As vagas são limitadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação tem apoio da Sala Mineira do Empreendedor, Sebrae e Emater-MG. O objetivo é orientar de forma prática os agricultores e pecuaristas sobre como emitir o documento e esclarecer dúvidas com orientação especializada. A palestrante será a advogada Dra. Jhennyffer Eloá Santos Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cartão do Produtor Rural é o documento de identificação e comprovação do cadastro informatizado da Inscrição Estadual de Produtor Rural (pessoa física) junto à Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG). Ele substitui o antigo talão de notas físico e regulariza a atividade do produtor no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais benefícios estão a emissão de notas fiscais de produtor para a comercialização legal de safras e mercadorias; o acesso facilitado a crédito rural e financiamentos, como o Pronaf; a conexão com os sistemas de defesa sanitária animal e vegetal (incluindo a emissão da Guia de Trânsito Animal – GTA pelo portal do IMA); e o auxílio na comprovação de atividade para fins de aposentadoria rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agropecuária, Anderson Moura, destaca a importância da iniciativa: “Estamos levando informação prática e qualificada diretamente ao produtor rural. O Cartão do Produtor é ferramenta essencial para formalização, acesso a crédito e comercialização segura. Queremos que nossos agricultores e pecuaristas estejam preparados e aproveitem todos os benefícios que a regularização oferece”, ressaltou.</p>
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		<title>Proteja sua atividade e fazenda constituindo uma holding rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 00:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Seu Advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rural]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa da Silva, advogado Acidentes podem trazer problemas para o produtor rural, atrapalhando o desempenho das atividades e até seu patrimônio pessoal. Um produtor rural, que vamos chamar de Marcos para preservar sua privacidade, enfrentou um processo judicial após um acidente com um vizinho. E teve sérios prejuízos. Se ele tivesse constituído [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa da Silva</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acidentes podem trazer problemas para o produtor rural, atrapalhando o desempenho das atividades e até seu patrimônio pessoal. Um produtor rural, que vamos chamar de Marcos para preservar sua privacidade, enfrentou um processo judicial após um acidente com um vizinho. E teve sérios prejuízos. Se ele tivesse constituído antes uma holding familiar, como planejamento familiar, seus bens pessoais estariam mais protegidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é verídico. Chegou até nosso escritório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos é um produtor rural que além de sua atividade rural, ainda fazia serviços com seu trator para os vizinhos. Marcos sempre realizava o serviço com um auxiliar, responsável por guiar a bica da máquina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dia, seu vizinho Jorge o contratou para fazer o serviço de cortar, moer o capim e fazer o silo. Jorge não queria gastar dinheiro com o auxiliar e resolveu ele mesmo fazer o serviço de guiar a bica. Não deu certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o serviço, Jorge desequilibrou e caiu, sendo atingido pela máquina. Perdeu parte do braço. Mesmo prestando socorro, o Marcos teve muitos problemas. O pior deles foi responder um processo de indenização movido pelo Jorge. Alegou que o trator estava com defeito e por isso aconteceu o acidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos se viu em uma situação muito difícil. Não tinha dinheiro para pagar a indenização que o Jorge pedia e estava extremamente preocupado. O prejuízo poderia atingir sua pequena propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem nunca passou pelo problema de um funcionário machucar durante o trabalho? Ou era um boi que avançou contra a pessoa, ou era uma cobra que picou o funcionário, o peão que caiu do cavalo, dentre outras situações. O produtor rural tem que ter em mente: todos os problemas do seu negócio irão atingir a sua pessoa e irá refletir em seu patrimônio. Isso é certo. Como evitar esse tipo de risco que atingiu o Marcos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Solução: Holding Rural e Proteção Patrimonial</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum o produtor rural prestar serviços com seu maquinário para os vizinhos e terceiros. Se a propriedade de Marcos estivesse vinculada a uma holding, ele não correria o risco de perder seu patrimônio pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação de uma holding separa os bens da pessoa física dos riscos da atividade operacional, criando uma proteção das suas terras e ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a máquina poderia estar em nome de uma outra empresa. Ou o Marcos ser somente o prestador de serviços. Ou ainda, o Marcos poderia desenvolver sua atividade rural, sem ter terra, sem ter maquinário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor rural não ser o dono das máquinas ou do imóvel, não impede o uso do imóvel ou das máquinas agrícolas. Vai depender do que for planejado para o produtor rural. Vai depender do que for mais econômico e mais interessante para evitar que problemas e dívidas decorrentes da atividade operacional venha a atingir a empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como fica o patrimônio nesse sistema? Já falamos em outro artigo aqui na TEMPO VERDE. contudo, sempre vem a pergunta: Se doei as cotas da empresa para os meus filhos, como posso fazer locação em meu nome? A situação é possível. Numa Holding Rural existem diversas regras contratuais que permitem ao antigo dono continuar comandando os negócios enquanto for vivo. Existem regras para que isso possa acontecer e depende de um bom planejamento, para que tudo possa fluir conforme a intenção do produtor rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pais, antigos proprietários, podem locar os bens tanto pela pessoa jurídica quanto pela física. No entanto, é importante lembrar que a tributação na pessoa física pode chegar a 27,5%. Em alguns casos, dividir o direito de locação entre matriarca e patriarca pode reduzir significativamente essa carga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber mais sobre como proteger seu patrimônio e evitar prejuízos como o de Marcos? Deixe suas dúvidas nos comentários ou entre em contato para entender como a holding rural pode ser a melhor solução para o seu caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Telefone para contato 31 98837 0733</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>e-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Lagoas do Leite começa dia 6 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 6ª edição do Lagoas do Leite 2026 acontecerá de 6 a 9 de agosto de 2026, no Parque de Exposições JK em Sete Lagoas, com entrada gratuita. Será excelente oportunidade para o produtor de leite fazer bons negócios, ampliar seu conhecimento e conectar com os principais profissionais do setor. O maior evento do agronegócio [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 6ª edição do Lagoas do Leite 2026 acontecerá de 6 a 9 de agosto de 2026, no Parque de Exposições JK em Sete Lagoas, com entrada gratuita. Será excelente oportunidade para o produtor de leite fazer bons negócios, ampliar seu conhecimento e conectar com os principais profissionais do setor. O maior evento do agronegócio da região trará exposições de animais, shows sertanejos todas as noites a partir das 20 horas e a inédita 1ª Ranqueada do Cavalo Pônei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentando animais de alto padrão genético e trazendo empresas de máquinas, implementos, insumos, e serviços voltados ao agronegócio, a Lagoas do Leite será uma oportunidade de conhecer novas tecnologias e fechar negócios. A Coopersete e a Cooperativa Central de Produtores Rurais (CCPR), em seu estande, vão vender medicamentos veterinários, adubos, sementes, defensivos agrícolas e rações com preços diferenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação e Atrações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exposição e Julgamentos</strong>: Mais de 400 animais em mostra e julgamentos de raças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palestras e Negócios</strong>: Feiras de negócios, estandes comerciais e rodadas técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontro das Mulheres do Agro:</strong> Debates sobre liderança e inovação no setor rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Competições e Lazer:</strong> Provas de Ranch Sorting e shows sertanejos diários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Azedinha: sabor, saúdee segurança alimentar</title>
		<link>https://tempoverde.agr.br/azedinha-sabor-saudee-seguranca-alimentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Antonio Henrique de Souza, Bolsista FAPEMIG; e Marinalva Woods Pedrosa, Pesquisadora da EPAMIG Centro-Oeste &#8211; Prudente de Morais, MG Atualmente, a escolha do consumidor está cada vez mais orientada para alimentos de alta qualidade que priorizam suas propriedades nutricionais. As hortaliças desempenham um importante papel na dieta humana e ocupam um lugar de destaque [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Antonio Henrique de Souza</strong>, Bolsista FAPEMIG; e <strong>Marinalva Woods Pedrosa</strong>, Pesquisadora da EPAMIG Centro-Oeste &#8211; Prudente de Morais, MG</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a escolha do consumidor está cada vez mais orientada para alimentos de alta qualidade que priorizam suas propriedades nutricionais. As hortaliças desempenham um importante papel na dieta humana e ocupam um lugar de destaque entre as culturas alimentares, normalmente designadas como “alimentos protetores”, pois fornecem quantidades adequadas de vitaminas e minerais, além de serem fontes de antioxidantes naturais, como polifenóis, carotenoides e vitaminas C e E. Globalmente, a diversidade de culturas e o valor nutricional das hortaliças são essenciais para melhorar a soberania, segurança alimentar e nutricional (SSAN). A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária mínima de 400 gramas de frutas e vegetais para adultos (excluindo batatas e outros alimentos ricos em amido) para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, além de auxiliar a prevenção de várias deficiências nutricionais. Essa quantidade deve ser distribuída em cinco porções ao longo do dia, sendo essencial que pelo menos uma delas inclua vegetais de folhas verdes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesse contexto, as plantas alimentícias não convencionais (PANC) emergem como alternativas promissoras, pois aliam elevado valor nutricional à grande diversidade de usos culinários. Essas plantas são ingredientes importantes na culinária de diferentes regiões brasileiras e apresentam potencial para se tornarem elementos-chave no combate à insegurança alimentar. No Brasil, há uma grande diversidade de espécies vegetais consideradas PANC, sendo tradicionalmente consumidas frescas ou usadas para fazer sucos, ensopados, saladas, doces, geleias, sorvetes, refogados e bolos. Dentre as hortaliças folhosas azedinha, almeirão-de-árvore, beldroega, capuchinha, ora-pro-nóbis, peixinho e taioba são algumas das PANC que vêm ganhando destaque.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A azedinha pertence ao gênero Rumex composto por cerca de 200 espécies e algumas dessas espécies podem ser consideradas ervas daninhas, enquanto outras são incorporadas em dietas, usadas como forragem, plantas melíferas e/ou medicinais. No Brasil, a azedinha (Rumex acetosa L.) raramente floresce devido às condições climáticas. Em razão disso a propagação é realizada de forma vegetativa pela divisão de touceiras. É uma planta herbácea perene, de fácil propagação e cultivo, além de alta resistência a pragas, doenças e às condições ambientais adversas. As folhas da azedinha são ricas em compostos fenólicos, com efeitos antioxidantes, bem como cardioprotetores, promotores do sistema imunológico, antibacterianos, anticancerígenos e anti-inflamatórios. O consumo das folhas se dá principalmente em saladas e sucos, podendo também compor pratos assados e ensopados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Dessa forma, a azedinha se apresenta como hortaliça de grande potencial para integrar a alimentação dos brasileiros. Valorizar seu cultivo e consumo significa incentivar a agrobiodiversidade, fortalecer a agricultura familiar e ampliar o acesso da população a alimentos mais saudáveis e diversificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Mais informações: (31) 2120-0159 ou epamigcentrooeste@epamig.br</strong></em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Matéria técnica extraída da Revista <a href="https://www.cooperando.agr.br" data-type="link" data-id="www.cooperando.agr.br"><strong>COOPERANDO</strong></a>, edição 679, de 15 de julho de 2026</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mais uma missão cumprida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cavalgando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por TI Rei (Reinaldo Pessoa) A vida continua passando. Sei que o meu tempo diminui a cada dia. Quanto tempo me resta, eu não sei. Então, vou viver o que me resta fazendo o que gosto. Isso, sim, é qualidade de vida. A felicidade não depende do que falta, mas do bom uso daquilo que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>TI Rei </strong>(Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida continua passando. Sei que o meu tempo diminui a cada dia. Quanto tempo me resta, eu não sei. Então, vou viver o que me resta fazendo o que gosto. Isso, sim, é qualidade de vida. A felicidade não depende do que falta, mas do bom uso daquilo que já temos. Se eu não parar para celebrar, a vida vira apenas uma enorme lista de tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Quando era criança, não imaginava como seria quando me tornasse um idoso. Não imaginei ser prefeito, governador, presidente, médico, dono de banco… nada disso. Agora sei que ser idoso é bem divertido. Posso acordar tarde, tirar um cochilo depois do almoço. Não tenho lição de casa nem provas; quem tem é minha neta. Não preciso tirar leite: essa tarefa é dos bezerros, e eles a fazem com muito prazer.<br>Posso selar uma das minhas éguas, cavalgar à beira do rio, aproveitar a brisa fresca ou ir à casa do vizinho na hora do café. Nas trilhas, pessoas gentis até abrem as porteiras para mim. Posso comer o que quiser, porque ninguém me impede. Posso simplesmente fazer o que gosto: cantar, ouvir música, assistir a filmes e novelas, fazer trilhas e, quando tenho dinheiro no bolso, ir aonde quiser. Muitos da minha idade não percebem o quanto são abençoados e livres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Assim organizamos e realizamos a 38ª Cavalgada Riachão à Conceição, para participar do 239º Jubileu do Senhor Bom Jesus. A cavalgada é outra, mas o pedido continua o mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Senhor Bom Jesus, abençoe nossos projetos. Viabilize sua realização, amenize as dificuldades e direcione Tua luz para nossas ideias. Conceda-nos criatividade e sabedoria para atingir nossos objetivos. Dá-nos proteção e paz para encontrarmos serenidade, fé para seguir em frente e esperança de alcançar nossas conquistas. Diante dos desafios, clamamos por força e determinação; coragem para superar a insegurança e enfrentar o que for preciso; paciência para esperar o momento certo de agir e sabedoria para distinguir quando não devemos arriscar. Que possamos tomar nossas decisões com discernimento.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="576" style="aspect-ratio: 1024 / 576;" width="1024" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/07/260723-Cavalgando-Video.mp4"></video></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Seguimos cavalgando com o coração de portas abertas para receber tudo de bom que a vida nos reserva. As cangalhas e as selas, bem ajustadas pela Selaria Sete e usadas com sabedoria, não causam machucaduras.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ânimos se exaltaram quando avisaram que o próximo pouso não estava longe. O anfitrião era um companheiro prestativo, honrado e acolhedor, estimado por todos nós, gente da melhor qualidade. Encontramos ótima alimentação para os cavalgantes e fartas pastagens para os animais. Todos ficamos maravilhados com a recepção dos anfitriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ali na cozinha, a lenha queimava no fogão, o frango fervia cheiroso, e o caldo começava a engrossar. Os olhos se dividiam entre as labaredas coloridas e a travessa de angu com quiabo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo pode passar depressa: horas, dias e meses. Mas os meus momentos, meus sentimentos e as pessoas de quem gosto ninguém conseguirá levar. Sei que envelhecemos cedo demais e nos tornamos sábios tarde demais.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta 38ª Cavalgada, aconteceu tudo aquilo que nos faz bem. Confirmamos que, quando acreditamos em nós mesmos e colocamos nossa fé no Senhor Bom Jesus, tudo dá certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Obrigado!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com capricho, fazendo o melhor com as condições que temos, não sei até quando, mas vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando…</p>
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		<title>Antes da primavera, o que fazer para garantir a produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:38:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Julho e agosto são meses estratégicos para a pecuária leiteira, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O período seco exige maior atenção do produtor. A redução das chuvas diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, impactando diretamente a produção de leite, a reprodução do rebanho e os custos da atividade. Ao mesmo tempo, esse [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Julho e agosto são meses estratégicos para a pecuária leiteira, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O período seco exige maior atenção do produtor. A redução das chuvas diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, impactando diretamente a produção de leite, a reprodução do rebanho e os custos da atividade. Ao mesmo tempo, esse é o momento ideal para preparar a propriedade para a chegada da primavera, quando as pastagens voltam a crescer.<br>O primeiro ponto de atenção é a alimentação do rebanho. Nesta época do ano, o capim apresenta menor crescimento e perde valor nutritivo. É fundamental utilizar os alimentos conservados produzidos anteriormente, como silagem de milho, silagem de sorgo, feno e cana-de-açúcar com suplementação adequada. A oferta de concentrado deve ser ajustada conforme a produção de leite de cada lote, evitando desperdícios e mantendo a eficiência.<br>Outro cuidado importante é o monitoramento da condição corporal das vacas. Animais que perdem peso durante a seca apresentam menor fertilidade, produzem menos leite e ficam mais suscetíveis a doenças.<br>A disponibilidade de água limpa e fresca é prioridade, mesmo durante o inverno. Uma vaca leiteira pode consumir entre 70 e 120 litros de água por dia. Bebedouros devem ser limpos frequentemente e mantidos em perfeitas condições de funcionamento.<br>Julho e agosto também são excelentes meses para realizar o planejamento forrageiro da próxima safra. O produtor deve avaliar o estoque de silagem, calcular a necessidade de alimento para os meses seguintes e definir a área destinada ao plantio de milho ou sorgo para ensilagem. Quem pretende reformar pastagens deve aproveitar este período para fazer análise de solo, adquirir sementes e programar a aplicação de calcário e fertilizantes antes do início das chuvas.<br>A análise química é uma ferramenta indispensável. Com base nos resultados, é possível corrigir a acidez e planejar uma adubação mais eficiente, reduzindo custos e aumentando a produtividade das pastagens.<br>Na área sanitária, o inverno favorece algumas enfermidades respiratórias, principalmente em bezerras mantidas em ambientes fechados e com pouca ventilação. A limpeza das instalações, o fornecimento de cama seca e o manejo adequado ajudam a reduzir esses problemas.<br>O controle de mastite merece atenção permanente. A higiene durante a ordenha, a manutenção dos equipamentos, a desinfecção dos tetos antes e após a ordenha e a realização do teste da caneca de fundo preto continuam sendo práticas essenciais para reduzir perdas de produção e melhorar a qualidade do leite.<br>Julho e agosto também são períodos indicados para revisar ordenhadeiras mecânicas, tanques de resfriamento, tratores, vagões forrageiros e demais equipamentos da propriedade. Na reprodução, é importante revisar os índices zootécnicos do rebanho. Um bom planejamento reprodutivo garante maior número de partos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10 ações que fazem diferença na rentabilidade da fazenda leiteira</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Faça um inventário dos alimentos<br>Calcule quanto resta de silagem, feno, pré-secado e concentrados. O objetivo é garantir alimentação de qualidade até o retorno das chuvas, evitando mudanças bruscas na dieta.</li>



<li>Avalie o escore corporal das vacas<br>Vacas muito magras apresentam menor produção de leite e redução na taxa de prenhez. O escore corporal deve ser acompanhado periodicamente, principalmente nas vacas em lactação e no pré-parto.</li>



<li>Não economize na água<br>Mesmo no inverno, uma vaca de alta produção pode consumir mais de 100 litros de água por dia. Bebedouros limpos e com água fresca refletem diretamente na produção de leite.</li>



<li>Prepare as pastagens para a primavera<br>Realize análise de solo, programe a calagem, adquira fertilizantes e sementes e organize o cronograma de recuperação das áreas de pastejo antes do início das chuvas.</li>



<li>Revise a ordenhadeira<br>Troque mangueiras desgastadas, confira teteiras, pulsadores, sistema de vácuo e faça manutenção preventiva. Equipamentos regulados reduzem casos de mastite e melhoram a qualidade do leite.</li>



<li>Atenção às bezerras<br>Proteja os animais do frio, mantenha camas sempre secas e ofereça alimentação adequada para evitar queda no desempenho e doenças respiratórias.</li>



<li>Atualize o calendário sanitário<br>Revise vacinas, controle de verminoses, ectoparasitas e demais procedimentos recomendados pelo médico-veterinário responsável pela propriedade.</li>



<li>Analise os números da fazenda<br>Acompanhe indicadores como produção por vaca, custo por litro de leite, taxa de prenhez, intervalo entre partos e Contagem de Células Somáticas (CCS). Gestão eficiente começa com informação.</li>



<li>Capacite a equipe<br>Treinamentos em boas práticas de ordenha, bem-estar animal, manejo de pastagens e segurança no trabalho aumentam a eficiência e reduzem perdas.</li>



<li>Planeje a próxima safra<br>Julho e agosto são meses ideais para definir metas de produção, estimar investimentos e organizar o planejamento forrageiro da propriedade.</li>
</ol>
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		<title>Controle de da “Mosca do Curral” e o Tripanosoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:26:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Daniel Sobreira Rodrigues, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG. O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Daniel Sobreira Rodrigues</strong>, Pesquisador &#8211; Controle de Ecto e Endoparasitoses &#8211; Fazenda Experimental Santa Rita/Epamig, em Prudente de Morais, MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle da “mosca dos estábulos” ou “mosca do curral” é uma importante medida para a prevenção e o controle da tripanossomíase, um novo problema sanitário que está preocupando o produtor de leite de Minas Gerais. Embora nas regiões Norte e Centro Oeste do Brasil, ocorra já há algum tempo, apenas agora está atingindo de forma significativa o nosso Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação dos produtores procede, pois, com a introdução dessa enfermidade, o setor está observando o custo de produção se elevar de forma definitiva. Isso, porque além da perda de animais, dos altos gastos com tratamentos e da redução do desempenho produtivo do rebanho, a doença tem caráter endêmico. Isso quer dizer que, infelizmente, ela deve continuar por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, mas o que as moscas tem a ver com essa história? A questão é que a transmissão da doença se dá por via sanguínea, e insetos que se alimentam de sangue e agulhas contaminadas costumam ser as principais fontes de infecção. Diferentemente do Pantanal, onde os surtos da doença estão relacionados principalmente às “mutucas”, aqui o principal inseto transmissor é a “mosca dos estábulos”, que, por causa de suas dolorosas picadas, também causa grande incômodo aos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mosca tem o aspecto muito parecido com o da “mosca comum” ou “mosca doméstica” e, assim como ela, também aumenta sua população a partir de agora, com a chegada do calor e das chuvas. Em propriedades produtoras de leite da Região Central do Estado, o esterco de bovinos acumulado ao ar livre geralmente é o criatório mais significativo. Portanto, o manejo de esterco desempenha um importante papel, sendo considerada a medida mais eficiente para o controle dessas populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, existem diversas alternativas, como: cobrir os montes com lona por período de 90 dias ou mais; distribuir em finas camadas o material acumulado por até sete dias, em áreas de pastagem, capineira ou cultura; utilizar os sistemas de esterqueiras cobertas, produção de húmus, compostagem, biodigestores, lagoas de estabilização, até sistemas de tratamento mais complexos, que envolvem a aeração do efluente e a recirculação do lodo. Todos, manejados corretamente, irão reduzir drasticamente a proliferação de moscas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, adotar qualquer das alternativas citadas, parece significar a incorporação de mais uma tarefa a uma rotina já sobrecarregada, e mais um elemento ao custo de produção. No entanto, na verdade, a destinação dos efluentes gerados é uma etapa obrigatória do sistema. Não há como evitá-la. Além disso, se bem feita, gera uma série de benefícios diretos e indiretos que precisam ser considerados. O que ocorre é que, muitas vezes, essa questão é relegada a um segundo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com o advento da tripanosomose em nosso meio, o assunto surge novamente, mas dessa vez em caráter de urgência. Juntamente com a não introdução de animais de regiões afetadas e a não reutilização de seringas, essa é uma das principais formas disponíveis para se conter a expansão e o impacto da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o produtor tenha maiores chances de sucesso no controle da “mosca dos estábulos” e utilize as opções mais adequadas para a sua realidade, como sempre, se recomenda um acompanhamento técnico de qualidade.</p>
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		<title>Rancho Fundo à Conceição do Mato Dentro: tradição, amizade e superação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amigos e Cavalos]]></category>
		<category><![CDATA[COLUNISTAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Diego Squaranti Entre os dias 17 e 20 de junho de 2026, vivemos mais um capítulo marcante da história do Rancho Fundo. Foram dias de muita emoção, companheirismo, desafios e paisagens inesquecíveis, fortalecendo ainda mais os laços que unem nossa equipe. Nossa jornada teve início na quarta-feira, 17 de junho. Saímos da Chácara do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Diego Squaranti</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 17 e 20 de junho de 2026, vivemos mais um capítulo marcante da história do Rancho Fundo. Foram dias de muita emoção, companheirismo, desafios e paisagens inesquecíveis, fortalecendo ainda mais os laços que unem nossa equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa jornada teve início na quarta-feira, 17 de junho. Saímos da Chácara do pai do nosso amigo Osmar, em Santana de Pirapama. Seguimos rumo a Santana do Riacho, onde fomos muito bem recebidos para o pernoite na pousada do Celso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 18, retomamos nossa cavalgada em direção à encantadora Lapinha da Serra, encerrando o dia na acolhedora casa da Gracinha, onde renovamos as energias para mais uma etapa da aventura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no dia 19, ainda de madrugada e enfrentando o frio intenso de aproximadamente 13 graus, iniciamos a desafiadora subida da Serra da Lapinha, seguindo em direção ao Tabuleiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esforço foi recompensado pelas paisagens deslumbrantes e pela chegada à Pousada Chalé Vila Tabuleiro. Tivemos a oportunidade de contemplar uma das maiores riquezas naturais de Minas Gerais: a magnífica Cachoeira do Tabuleiro, um espetáculo da natureza que ficará para sempre em nossa memória. Ali passamos mais uma noite de confraternização e descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 20, concluímos nossa jornada, seguindo para Conceição do Mato Dentro e encerrando com sucesso mais uma cavalgada histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o percurso, enfrentamos alguns contratempos que, longe de nos desanimar, trouxeram importantes aprendizados.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="832" style="aspect-ratio: 464 / 832;" width="464" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Video-Rancho-Fundo-a-Conceicao.mp4"></video></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-3034" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-1024x576.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-300x169.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-768x432.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Cada desafio superado fortaleceu nosso grupo, aumentando nossa experiência e preparando-nos para uma cavalgada ainda melhor no próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso sincero agradecimento a cada companheiro que participou desta aventura, contribuindo para tornar este momento verdadeiramente histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rancho Fundo mais uma vez cumpriu sua missão de proporcionar experiências inesquecíveis, fortalecer amizades e criar laços por todos os lugares por onde passamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agradecimentos Especiais ao Osmar (Organizador), Júlio (Diretor do Rancho Fundo), Heider (Administração), Diego (Tesoureiro), Alan (Marketing), Lelé (Cozinheiro), Bruno (Carro de Apoio), Alexssander (Guia de Frente), Marquinho Max (Socorrista e Apoio em Casos de Emergência)</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="472" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1024x472.jpeg" alt="" class="wp-image-3033" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1024x472.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-300x138.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-768x354.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1536x708.jpeg 1536w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-3031" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-1024x576.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-300x169.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-768x432.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A todos vocês, nossa gratidão pelo empenho, dedicação e espírito de equipe. Que venham as próximas cavalgadas, com a mesma união, amizade e paixão que fizeram desta jornada um grande sucesso.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rancho Fundo — Mais que uma cavalgada, uma família.</strong></p>
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		<title>Suplementação com misturas múltiplas na seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Karina Toledo da Silva, Pesquisadora EPAMIG; Clério Hickmann, Engenheiro Agrônomo; Israel Campos Silva, Bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG/EPAMIG. O período da seca é caracterizado pela escassez de forragem, onde existe pouca oferta e baixa qualidade, fatores limitantes para a produção animal. O animal consome pouco, pois nessa fase a forragem apresenta baixos teores de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Karina Toledo da Silva</strong>, Pesquisadora EPAMIG; <strong>Clério Hickmann</strong>, Engenheiro Agrônomo; I<strong>srael Campos Silva</strong>, Bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG/EPAMIG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período da seca é caracterizado pela escassez de forragem, onde existe pouca oferta e baixa qualidade, fatores limitantes para a produção animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O animal consome pouco, pois nessa fase a forragem apresenta baixos teores de proteína e minerais e alto teor de fibra, que possui baixa digestibilidade e baixa degradação, permanecendo muito tempo no trato até ser degradada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de atingir ou manter um determinado nível de desempenho animal (ganho de peso, produção de leite, etc.) é o fator determinante da demanda por alimento dentro de um sistema de produção. Assim, é essencial que se elimine as fases negativas de desenvolvimento, proporcionando condições adequadas para o animal se desenvolver normalmente, durante todo o ano. Para tanto, se faz necessário manter o suprimento de alimento em equilíbrio com os requerimentos dos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das formas de se complementar o déficit de proteína e energia que as pastagens apresentam durante esse período do ano é através da suplementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é feita principalmente com alimentos concentrados ou com volumosos de boa qualidade. No entanto, é importante ajustar os níveis de energia e proteína do suplemento em relação à forragem. A suplementação dos animais em pastejo pode ser realizada com o objetivo de corrigir a deficiência de nutrientes da forragem e aumentar a sua capacidade de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A condição básica para se promover a suplementação é que haja elevada disponibilidade de massa forrageira na pastagem, mesmo sendo de baixa qualidade. Neste caso, o consumo, a digestão, absorção ou metabolismo estão sendo adversamente influenciados por uma deficiência nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação de animais com fontes proteicas com alta degradabilidade ruminal, tem sido utilizada para corrigir dietas desbalanceadas, devido ao atendimento imediato dos requerimentos de amônia para o crescimento e atividade microbiana. Assim, promoverá maior digestão da forragem, bem como uma taxa de renovação mais rápida da digesta pelo rúmen, proporcionando um maior consumo e produção animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fonte de proteína degradável no rúmen (PDR) mais barata existente no mercado é a ureia, que quando utilizada associada às misturas minerais e grãos, possibilita redução na deficiência proteica de bovinos de corte durante o período de secas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período da seca, para obtenção de ganhos de peso diários acima de 800 g, deve-se liberar o consumo de suplementos. Portanto, ureia e sal são usados para satisfazer às exigências nutricionais e otimizar a eficiência microbiana, consumo e utilização de forragens, sem a preocupação de controle de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As misturas múltiplas, conhecidas também como sais proteinados, são suplementos obtidos pela mistura de fontes proteicas, nitrogênio não-proteico (ureia), energia, macro minerais e micro minerais. As fontes proteicas e energéticas adicionam nutrientes e também funcionam como palatabilizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundamento do uso das misturas múltiplas é suprir a deficiência de nutrientes para as bactérias ruminais, principalmente nitrogênio, para aumentar o consumo e a digestibilidade de forragens de baixa qualidade, alterando a situação de perda de peso para obtenção de ganho de peso moderado, em torno de 200 a 300 g por animal por dia, dependendo da disponibilidade de forragem. Um aspecto importante é que, embora seja fornecido para animais que estão em pastagens, o consumo é limitado e controlado pelo próprio animal, facilitando o manejo e racionalizando a utilização de mão-de-obra na distribuição desses produtos, a qual pode ser semanal ou quinzenal. Para que o consumo seja limitado a valores previamente estabelecidos, recorre-se ao uso de controladores de consumo, tal como o sal comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fornecimento da ureia com o sal mineral ou a utilização de mistura múltipla, com um consumo variando de 0,2 a 0,6 kg/animal/dia, para bovinos mantidos em pastagens e/ou alimentados com volumosos tropicais, contribui para diminuir a perda de peso, satisfazendo as exigências de mantença ou possibilitando pequenos acréscimos no peso vivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação no período seco, visa otimizar o uso da forragem disponibilizando nesse período crítico um aporte de nitrogênio ao sistema que servirá para estimular o consumo minimizando as perdas e, podendo até resultar em pequenos aumentos de produção. Possivelmente os resultados virão como ganho satisfatório no período das águas, onde se obterão maior ganho de peso e/ou maiores produções de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas alternativas devem ser ponderadas, para que se tenha uma relação entre custo e benefício que otimize o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Matéria publicada na edição 451 da Revista COOPERANDO – maio de 2013</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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