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	<title>gado de leite Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>gado de leite Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Lagoas do Leite começa dia 6 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 6ª edição do Lagoas do Leite 2026 acontecerá de 6 a 9 de agosto de 2026, no Parque de Exposições JK em Sete Lagoas, com entrada gratuita. Será excelente oportunidade para o produtor de leite fazer bons negócios, ampliar seu conhecimento e conectar com os principais profissionais do setor. O maior evento do agronegócio [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 6ª edição do Lagoas do Leite 2026 acontecerá de 6 a 9 de agosto de 2026, no Parque de Exposições JK em Sete Lagoas, com entrada gratuita. Será excelente oportunidade para o produtor de leite fazer bons negócios, ampliar seu conhecimento e conectar com os principais profissionais do setor. O maior evento do agronegócio da região trará exposições de animais, shows sertanejos todas as noites a partir das 20 horas e a inédita 1ª Ranqueada do Cavalo Pônei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentando animais de alto padrão genético e trazendo empresas de máquinas, implementos, insumos, e serviços voltados ao agronegócio, a Lagoas do Leite será uma oportunidade de conhecer novas tecnologias e fechar negócios. A Coopersete e a Cooperativa Central de Produtores Rurais (CCPR), em seu estande, vão vender medicamentos veterinários, adubos, sementes, defensivos agrícolas e rações com preços diferenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação e Atrações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exposição e Julgamentos</strong>: Mais de 400 animais em mostra e julgamentos de raças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palestras e Negócios</strong>: Feiras de negócios, estandes comerciais e rodadas técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontro das Mulheres do Agro:</strong> Debates sobre liderança e inovação no setor rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Competições e Lazer:</strong> Provas de Ranch Sorting e shows sertanejos diários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Azedinha: sabor, saúdee segurança alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:11:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Antonio Henrique de Souza, Bolsista FAPEMIG; e Marinalva Woods Pedrosa, Pesquisadora da EPAMIG Centro-Oeste &#8211; Prudente de Morais, MG Atualmente, a escolha do consumidor está cada vez mais orientada para alimentos de alta qualidade que priorizam suas propriedades nutricionais. As hortaliças desempenham um importante papel na dieta humana e ocupam um lugar de destaque [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Antonio Henrique de Souza</strong>, Bolsista FAPEMIG; e <strong>Marinalva Woods Pedrosa</strong>, Pesquisadora da EPAMIG Centro-Oeste &#8211; Prudente de Morais, MG</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a escolha do consumidor está cada vez mais orientada para alimentos de alta qualidade que priorizam suas propriedades nutricionais. As hortaliças desempenham um importante papel na dieta humana e ocupam um lugar de destaque entre as culturas alimentares, normalmente designadas como “alimentos protetores”, pois fornecem quantidades adequadas de vitaminas e minerais, além de serem fontes de antioxidantes naturais, como polifenóis, carotenoides e vitaminas C e E. Globalmente, a diversidade de culturas e o valor nutricional das hortaliças são essenciais para melhorar a soberania, segurança alimentar e nutricional (SSAN). A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária mínima de 400 gramas de frutas e vegetais para adultos (excluindo batatas e outros alimentos ricos em amido) para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, além de auxiliar a prevenção de várias deficiências nutricionais. Essa quantidade deve ser distribuída em cinco porções ao longo do dia, sendo essencial que pelo menos uma delas inclua vegetais de folhas verdes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nesse contexto, as plantas alimentícias não convencionais (PANC) emergem como alternativas promissoras, pois aliam elevado valor nutricional à grande diversidade de usos culinários. Essas plantas são ingredientes importantes na culinária de diferentes regiões brasileiras e apresentam potencial para se tornarem elementos-chave no combate à insegurança alimentar. No Brasil, há uma grande diversidade de espécies vegetais consideradas PANC, sendo tradicionalmente consumidas frescas ou usadas para fazer sucos, ensopados, saladas, doces, geleias, sorvetes, refogados e bolos. Dentre as hortaliças folhosas azedinha, almeirão-de-árvore, beldroega, capuchinha, ora-pro-nóbis, peixinho e taioba são algumas das PANC que vêm ganhando destaque.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A azedinha pertence ao gênero Rumex composto por cerca de 200 espécies e algumas dessas espécies podem ser consideradas ervas daninhas, enquanto outras são incorporadas em dietas, usadas como forragem, plantas melíferas e/ou medicinais. No Brasil, a azedinha (Rumex acetosa L.) raramente floresce devido às condições climáticas. Em razão disso a propagação é realizada de forma vegetativa pela divisão de touceiras. É uma planta herbácea perene, de fácil propagação e cultivo, além de alta resistência a pragas, doenças e às condições ambientais adversas. As folhas da azedinha são ricas em compostos fenólicos, com efeitos antioxidantes, bem como cardioprotetores, promotores do sistema imunológico, antibacterianos, anticancerígenos e anti-inflamatórios. O consumo das folhas se dá principalmente em saladas e sucos, podendo também compor pratos assados e ensopados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Dessa forma, a azedinha se apresenta como hortaliça de grande potencial para integrar a alimentação dos brasileiros. Valorizar seu cultivo e consumo significa incentivar a agrobiodiversidade, fortalecer a agricultura familiar e ampliar o acesso da população a alimentos mais saudáveis e diversificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Mais informações: (31) 2120-0159 ou epamigcentrooeste@epamig.br</strong></em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Matéria técnica extraída da Revista <a href="https://www.cooperando.agr.br" data-type="link" data-id="www.cooperando.agr.br"><strong>COOPERANDO</strong></a>, edição 679, de 15 de julho de 2026</li>
</ul>



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		<title>Antes da primavera, o que fazer para garantir a produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:38:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Julho e agosto são meses estratégicos para a pecuária leiteira, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O período seco exige maior atenção do produtor. A redução das chuvas diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, impactando diretamente a produção de leite, a reprodução do rebanho e os custos da atividade. Ao mesmo tempo, esse [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Julho e agosto são meses estratégicos para a pecuária leiteira, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. O período seco exige maior atenção do produtor. A redução das chuvas diminui a disponibilidade e a qualidade das pastagens, impactando diretamente a produção de leite, a reprodução do rebanho e os custos da atividade. Ao mesmo tempo, esse é o momento ideal para preparar a propriedade para a chegada da primavera, quando as pastagens voltam a crescer.<br>O primeiro ponto de atenção é a alimentação do rebanho. Nesta época do ano, o capim apresenta menor crescimento e perde valor nutritivo. É fundamental utilizar os alimentos conservados produzidos anteriormente, como silagem de milho, silagem de sorgo, feno e cana-de-açúcar com suplementação adequada. A oferta de concentrado deve ser ajustada conforme a produção de leite de cada lote, evitando desperdícios e mantendo a eficiência.<br>Outro cuidado importante é o monitoramento da condição corporal das vacas. Animais que perdem peso durante a seca apresentam menor fertilidade, produzem menos leite e ficam mais suscetíveis a doenças.<br>A disponibilidade de água limpa e fresca é prioridade, mesmo durante o inverno. Uma vaca leiteira pode consumir entre 70 e 120 litros de água por dia. Bebedouros devem ser limpos frequentemente e mantidos em perfeitas condições de funcionamento.<br>Julho e agosto também são excelentes meses para realizar o planejamento forrageiro da próxima safra. O produtor deve avaliar o estoque de silagem, calcular a necessidade de alimento para os meses seguintes e definir a área destinada ao plantio de milho ou sorgo para ensilagem. Quem pretende reformar pastagens deve aproveitar este período para fazer análise de solo, adquirir sementes e programar a aplicação de calcário e fertilizantes antes do início das chuvas.<br>A análise química é uma ferramenta indispensável. Com base nos resultados, é possível corrigir a acidez e planejar uma adubação mais eficiente, reduzindo custos e aumentando a produtividade das pastagens.<br>Na área sanitária, o inverno favorece algumas enfermidades respiratórias, principalmente em bezerras mantidas em ambientes fechados e com pouca ventilação. A limpeza das instalações, o fornecimento de cama seca e o manejo adequado ajudam a reduzir esses problemas.<br>O controle de mastite merece atenção permanente. A higiene durante a ordenha, a manutenção dos equipamentos, a desinfecção dos tetos antes e após a ordenha e a realização do teste da caneca de fundo preto continuam sendo práticas essenciais para reduzir perdas de produção e melhorar a qualidade do leite.<br>Julho e agosto também são períodos indicados para revisar ordenhadeiras mecânicas, tanques de resfriamento, tratores, vagões forrageiros e demais equipamentos da propriedade. Na reprodução, é importante revisar os índices zootécnicos do rebanho. Um bom planejamento reprodutivo garante maior número de partos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10 ações que fazem diferença na rentabilidade da fazenda leiteira</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Faça um inventário dos alimentos<br>Calcule quanto resta de silagem, feno, pré-secado e concentrados. O objetivo é garantir alimentação de qualidade até o retorno das chuvas, evitando mudanças bruscas na dieta.</li>



<li>Avalie o escore corporal das vacas<br>Vacas muito magras apresentam menor produção de leite e redução na taxa de prenhez. O escore corporal deve ser acompanhado periodicamente, principalmente nas vacas em lactação e no pré-parto.</li>



<li>Não economize na água<br>Mesmo no inverno, uma vaca de alta produção pode consumir mais de 100 litros de água por dia. Bebedouros limpos e com água fresca refletem diretamente na produção de leite.</li>



<li>Prepare as pastagens para a primavera<br>Realize análise de solo, programe a calagem, adquira fertilizantes e sementes e organize o cronograma de recuperação das áreas de pastejo antes do início das chuvas.</li>



<li>Revise a ordenhadeira<br>Troque mangueiras desgastadas, confira teteiras, pulsadores, sistema de vácuo e faça manutenção preventiva. Equipamentos regulados reduzem casos de mastite e melhoram a qualidade do leite.</li>



<li>Atenção às bezerras<br>Proteja os animais do frio, mantenha camas sempre secas e ofereça alimentação adequada para evitar queda no desempenho e doenças respiratórias.</li>



<li>Atualize o calendário sanitário<br>Revise vacinas, controle de verminoses, ectoparasitas e demais procedimentos recomendados pelo médico-veterinário responsável pela propriedade.</li>



<li>Analise os números da fazenda<br>Acompanhe indicadores como produção por vaca, custo por litro de leite, taxa de prenhez, intervalo entre partos e Contagem de Células Somáticas (CCS). Gestão eficiente começa com informação.</li>



<li>Capacite a equipe<br>Treinamentos em boas práticas de ordenha, bem-estar animal, manejo de pastagens e segurança no trabalho aumentam a eficiência e reduzem perdas.</li>



<li>Planeje a próxima safra<br>Julho e agosto são meses ideais para definir metas de produção, estimar investimentos e organizar o planejamento forrageiro da propriedade.</li>
</ol>
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		<title>Rancho Fundo à Conceição do Mato Dentro: tradição, amizade e superação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:55:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Diego Squaranti Entre os dias 17 e 20 de junho de 2026, vivemos mais um capítulo marcante da história do Rancho Fundo. Foram dias de muita emoção, companheirismo, desafios e paisagens inesquecíveis, fortalecendo ainda mais os laços que unem nossa equipe. Nossa jornada teve início na quarta-feira, 17 de junho. Saímos da Chácara do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Diego Squaranti</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 17 e 20 de junho de 2026, vivemos mais um capítulo marcante da história do Rancho Fundo. Foram dias de muita emoção, companheirismo, desafios e paisagens inesquecíveis, fortalecendo ainda mais os laços que unem nossa equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa jornada teve início na quarta-feira, 17 de junho. Saímos da Chácara do pai do nosso amigo Osmar, em Santana de Pirapama. Seguimos rumo a Santana do Riacho, onde fomos muito bem recebidos para o pernoite na pousada do Celso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 18, retomamos nossa cavalgada em direção à encantadora Lapinha da Serra, encerrando o dia na acolhedora casa da Gracinha, onde renovamos as energias para mais uma etapa da aventura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no dia 19, ainda de madrugada e enfrentando o frio intenso de aproximadamente 13 graus, iniciamos a desafiadora subida da Serra da Lapinha, seguindo em direção ao Tabuleiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esforço foi recompensado pelas paisagens deslumbrantes e pela chegada à Pousada Chalé Vila Tabuleiro. Tivemos a oportunidade de contemplar uma das maiores riquezas naturais de Minas Gerais: a magnífica Cachoeira do Tabuleiro, um espetáculo da natureza que ficará para sempre em nossa memória. Ali passamos mais uma noite de confraternização e descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 20, concluímos nossa jornada, seguindo para Conceição do Mato Dentro e encerrando com sucesso mais uma cavalgada histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o percurso, enfrentamos alguns contratempos que, longe de nos desanimar, trouxeram importantes aprendizados.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="832" style="aspect-ratio: 464 / 832;" width="464" controls src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Video-Rancho-Fundo-a-Conceicao.mp4"></video></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-3034" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-1024x576.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-300x169.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12-768x432.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Cada desafio superado fortaleceu nosso grupo, aumentando nossa experiência e preparando-nos para uma cavalgada ainda melhor no próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso sincero agradecimento a cada companheiro que participou desta aventura, contribuindo para tornar este momento verdadeiramente histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rancho Fundo mais uma vez cumpriu sua missão de proporcionar experiências inesquecíveis, fortalecer amizades e criar laços por todos os lugares por onde passamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agradecimentos Especiais ao Osmar (Organizador), Júlio (Diretor do Rancho Fundo), Heider (Administração), Diego (Tesoureiro), Alan (Marketing), Lelé (Cozinheiro), Bruno (Carro de Apoio), Alexssander (Guia de Frente), Marquinho Max (Socorrista e Apoio em Casos de Emergência)</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="472" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1024x472.jpeg" alt="" class="wp-image-3033" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1024x472.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-300x138.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-768x354.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11-1536x708.jpeg 1536w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-11.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-3031" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-1024x576.jpeg 1024w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-300x169.jpeg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09-768x432.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/06/260625-Rancho-Fundo-09.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A todos vocês, nossa gratidão pelo empenho, dedicação e espírito de equipe. Que venham as próximas cavalgadas, com a mesma união, amizade e paixão que fizeram desta jornada um grande sucesso.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rancho Fundo — Mais que uma cavalgada, uma família.</strong></p>
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		<title>Suplementação com misturas múltiplas na seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Karina Toledo da Silva, Pesquisadora EPAMIG; Clério Hickmann, Engenheiro Agrônomo; Israel Campos Silva, Bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG/EPAMIG. O período da seca é caracterizado pela escassez de forragem, onde existe pouca oferta e baixa qualidade, fatores limitantes para a produção animal. O animal consome pouco, pois nessa fase a forragem apresenta baixos teores de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Karina Toledo da Silva</strong>, Pesquisadora EPAMIG; <strong>Clério Hickmann</strong>, Engenheiro Agrônomo; I<strong>srael Campos Silva</strong>, Bolsista de Iniciação Científica FAPEMIG/EPAMIG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período da seca é caracterizado pela escassez de forragem, onde existe pouca oferta e baixa qualidade, fatores limitantes para a produção animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O animal consome pouco, pois nessa fase a forragem apresenta baixos teores de proteína e minerais e alto teor de fibra, que possui baixa digestibilidade e baixa degradação, permanecendo muito tempo no trato até ser degradada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de atingir ou manter um determinado nível de desempenho animal (ganho de peso, produção de leite, etc.) é o fator determinante da demanda por alimento dentro de um sistema de produção. Assim, é essencial que se elimine as fases negativas de desenvolvimento, proporcionando condições adequadas para o animal se desenvolver normalmente, durante todo o ano. Para tanto, se faz necessário manter o suprimento de alimento em equilíbrio com os requerimentos dos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das formas de se complementar o déficit de proteína e energia que as pastagens apresentam durante esse período do ano é através da suplementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é feita principalmente com alimentos concentrados ou com volumosos de boa qualidade. No entanto, é importante ajustar os níveis de energia e proteína do suplemento em relação à forragem. A suplementação dos animais em pastejo pode ser realizada com o objetivo de corrigir a deficiência de nutrientes da forragem e aumentar a sua capacidade de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A condição básica para se promover a suplementação é que haja elevada disponibilidade de massa forrageira na pastagem, mesmo sendo de baixa qualidade. Neste caso, o consumo, a digestão, absorção ou metabolismo estão sendo adversamente influenciados por uma deficiência nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação de animais com fontes proteicas com alta degradabilidade ruminal, tem sido utilizada para corrigir dietas desbalanceadas, devido ao atendimento imediato dos requerimentos de amônia para o crescimento e atividade microbiana. Assim, promoverá maior digestão da forragem, bem como uma taxa de renovação mais rápida da digesta pelo rúmen, proporcionando um maior consumo e produção animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fonte de proteína degradável no rúmen (PDR) mais barata existente no mercado é a ureia, que quando utilizada associada às misturas minerais e grãos, possibilita redução na deficiência proteica de bovinos de corte durante o período de secas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período da seca, para obtenção de ganhos de peso diários acima de 800 g, deve-se liberar o consumo de suplementos. Portanto, ureia e sal são usados para satisfazer às exigências nutricionais e otimizar a eficiência microbiana, consumo e utilização de forragens, sem a preocupação de controle de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As misturas múltiplas, conhecidas também como sais proteinados, são suplementos obtidos pela mistura de fontes proteicas, nitrogênio não-proteico (ureia), energia, macro minerais e micro minerais. As fontes proteicas e energéticas adicionam nutrientes e também funcionam como palatabilizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundamento do uso das misturas múltiplas é suprir a deficiência de nutrientes para as bactérias ruminais, principalmente nitrogênio, para aumentar o consumo e a digestibilidade de forragens de baixa qualidade, alterando a situação de perda de peso para obtenção de ganho de peso moderado, em torno de 200 a 300 g por animal por dia, dependendo da disponibilidade de forragem. Um aspecto importante é que, embora seja fornecido para animais que estão em pastagens, o consumo é limitado e controlado pelo próprio animal, facilitando o manejo e racionalizando a utilização de mão-de-obra na distribuição desses produtos, a qual pode ser semanal ou quinzenal. Para que o consumo seja limitado a valores previamente estabelecidos, recorre-se ao uso de controladores de consumo, tal como o sal comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fornecimento da ureia com o sal mineral ou a utilização de mistura múltipla, com um consumo variando de 0,2 a 0,6 kg/animal/dia, para bovinos mantidos em pastagens e/ou alimentados com volumosos tropicais, contribui para diminuir a perda de peso, satisfazendo as exigências de mantença ou possibilitando pequenos acréscimos no peso vivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suplementação no período seco, visa otimizar o uso da forragem disponibilizando nesse período crítico um aporte de nitrogênio ao sistema que servirá para estimular o consumo minimizando as perdas e, podendo até resultar em pequenos aumentos de produção. Possivelmente os resultados virão como ganho satisfatório no período das águas, onde se obterão maior ganho de peso e/ou maiores produções de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas alternativas devem ser ponderadas, para que se tenha uma relação entre custo e benefício que otimize o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Matéria publicada na edição 451 da Revista COOPERANDO – maio de 2013</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Conforto térmico e bem-estar de equinos no inverno: cuidados essenciais nas estações frias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 16:07:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Conforto Térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas e as mudanças climáticas exigem atenção redobrada com a saúde e o bem-estar dos equinos. Embora os cavalos possuam mecanismos naturais para suportar o frio, algumas medidas de manejo são fundamentais para garantir conforto térmico, prevenir doenças e manter a qualidade de vida dos animais, especialmente dos mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abrigos: proteção contra vento e umidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O frio intenso, aliado ao vento e à chuva, pode comprometer significativamente o conforto dos equinos. Por isso, a disponibilidade de abrigos adequados é um dos principais cuidados nesta época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os abrigos devem oferecer proteção contra correntes de ar e umidade excessiva, além de permitir boa ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Árvores, galpões abertos e estruturas cobertas podem servir como refúgio, desde que mantenham o piso seco e proporcionem espaço suficiente para todos os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição prolongada à chuva e ao vento aumenta a perda de calor corporal e pode favorecer o surgimento de problemas respiratórios e queda na imunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de mantas: quando são necessárias?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de mantas pode ser um aliado importante em determinadas situações, mas não deve ser adotado indiscriminadamente. Cavalos saudáveis, com boa condição corporal e pelagem natural preservada, geralmente conseguem manter a temperatura corporal sem necessidade de proteção adicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, animais tosados, idosos, debilitados, muito magros ou submetidos a atividades esportivas intensas podem se beneficiar do uso de mantas apropriadas para o clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as mantas estejam sempre limpas, secas e ajustadas corretamente ao corpo do animal, evitando desconfortos, assaduras ou restrição de movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Água morna estimula a hidratação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um cuidado frequentemente negligenciado durante o inverno é a ingestão de água. Com as temperaturas mais baixas, muitos cavalos tendem a reduzir o consumo hídrico, aumentando o risco de desidratação e problemas digestivos, como cólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer água em temperatura amena ou morna pode estimular a ingestão voluntária. Além disso, os bebedouros devem ser verificados diariamente para garantir que a água permaneça limpa e acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hidratação adequada é fundamental para o funcionamento do sistema digestivo e para a manutenção da saúde geral dos equinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção especial aos equinos idosos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cavalos idosos merecem cuidados diferenciados durante o inverno. Com o avanço da idade, a capacidade de regular a temperatura corporal pode diminuir, tornando esses animais mais sensíveis às baixas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da proteção contra o frio, é importante monitorar a condição corporal, a saúde dentária e a qualidade da alimentação. Dietas balanceadas, acompanhamento veterinário regular e ambientes confortáveis contribuem para preservar a saúde e o bem-estar dos animais mais velhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bem-estar em todas as estações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir conforto térmico durante o inverno vai além de proteger os cavalos do frio. Trata-se de oferecer condições adequadas para que expressem seus comportamentos naturais, mantenham boa saúde e enfrentem as mudanças climáticas com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com manejo adequado, acesso a abrigo, hidratação eficiente e atenção especial aos animais mais vulneráveis, é possível promover o bem-estar dos equinos durante toda a estação fria, assegurando qualidade de vida e melhor desempenho para os animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tem alguma informação a mais para acrescentar? Comente abaixo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Feriado do Dia do Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ti Rei (Reinaldo Pessoa) Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.O Dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Ti Rei</strong> (Reinaldo Pessoa)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordei, agradeci e acreditei que o dia seria fenomenal. Sexta-feira, feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, dia do trabalhador.<br>Tudo começou em Chicago, nos Estados Unidos, em 1886, quando trabalhadores de várias categorias organizaram uma greve histórica para reivindicar a redução da jornada para oito horas por dia.<br>O Dia do Trabalho nasce da luta, não do acaso.<br>Conforme o combinado, a turma estava chegando da cidade para participar da cavalgada e abrilhantar as comemorações do Dia do Trabalho.<br>Na véspera, matei um capado, aproveitando a lua. É sabido que, semana que vem, é lua minguante, e, na minguante, o toucinho fica aguado, meio molengo. Mas tinha muita carne; fez um farturão danado de bom.<br>Na hora combinada, com algumas selas recém-reformadas na Selaria Sete, foi aquela serviçama prazerosa de escolher, encabrestar, raspar e selar alguns animais.<br>Amizade não é comprada, é conquistada. É uma laçada que não prende, não aperta. Existiam ali pessoas amigas e abençoadas, ajeitando suas respectivas montarias, entre perguntas e respostas, esforçando-se para fazer o melhor no arreamento da tropa.<br>O dia ia ser ótimo, pois aquele gesto, por mais simples que fosse, seria inesquecível.<br>— Oh, um gato entrou no cômodo das selas! É para inibir a presença de ratos. E não é gato, é gata. Veja: tem três cores.<br>Na letra da música diz que gato de três cores ainda não nasceu. Li em algum lugar que, nos gatos, as cores são determinadas pelo cromossomo X, o feminino.<br>As três cores — preto, alaranjado e branco — num mesmo animal indicam que é fêmea.<br>O capim andropogon já emborrachou e está pendoando com força total. Hora de colocar boca para cortar, hora de fazer o manejo.<br>O capim-braquiária sementou bem; as chuvas caíram na hora certa.<br>Em alguns lugares, o capim-andropogon invadiu as trilhas, com o pendão pesado. Pasto tem que sobrar; se não sobrou, é porque faltou.<br>Seguíamos em frente, com paciência para aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que posso e sabedoria para compreender e tomar a decisão certa. Não existe vida perfeita, e sim você dando o melhor todos os dias.<br>Seguíamos atentos e felizes. Uai, coisa boa atrai coisa boa. Acreditar que é possível é sempre o primeiro passo para dar certo.<br>E, depois de algumas horas bem dilatadas, aproveitando as belas paisagens, aproximávamo-nos do destino.<br>Cavalgando, admirei inúmeras paisagens, falei com estranhos e lembrei de alguns que vejo sempre.<br>Já saí angustiado, com raiva, e voltei para casa com paz no coração.<br>Dizem que é perigoso. Uai, tem perigo, sim, mas o significado da coragem é avançar mesmo sentindo medo.<br>Cavalgando, sinto o quanto é maravilhoso estar montado. Nem comento mais com quem não gosta de cavalgar; naturalmente, essas pessoas não entendem.<br>A égua tordilha seguia em frente e avante. Quando nasceu, me contaram que havia nascido uma potra preta. Depois, quando ficasse mais velha, ficaria com a pelagem russa, da cor de vaca branca.<br>Com capricho, procurando fazer o melhor, dentro da condição que temos, vou cavalgando. Pedaços de mim vou deixando.</p>
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		<title>Javali em Minas Gerais: Controle Legal e os Riscos da Nova Lei Estadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado O javali e o seu híbrido, o javaporco, deixaram de ser apenas um incômodo para se tornarem a maior ameaça biológica e econômica ao agronegócio de Minas Gerais. Em poucas horas, uma vara desses animais pode devastar hectares inteiros de milho, cana-de-açúcar ou pastagens. Mas o prejuízo não é apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">O javali e o seu híbrido, o javaporco, deixaram de ser apenas um incômodo para se tornarem a maior ameaça biológica e econômica ao agronegócio de Minas Gerais. Em poucas horas, uma vara desses animais pode devastar hectares inteiros de milho, cana-de-açúcar ou pastagens. Mas o prejuízo não é apenas o que eles comem: esses animais são reservatórios de doenças graves, como a Peste Suína Clássica e a Febre Aftosa, que têm o potencial de paralisar as exportações de carne do Brasil inteiro se um foco for detectado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a promulgação da <strong>Lei Estadual nº 25.625</strong>, em dezembro de 2025, o produtor mineiro ganhou um respaldo importante para defender sua terra. No entanto, o &#8220;labirinto&#8221; de leis federais continua ativo e rigoroso. Para o senhor que possui sítio, fazenda ou empresa agropastoril, entender a diferença entre &#8220;caçar&#8221; e &#8220;fazer manejo&#8221; é a linha que separa a proteção do seu patrimônio de uma prisão em flagrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. A Base Jurídica: Por que a Caça é Crime e o Manejo é Exceção?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, vigora o princípio de que a fauna pertence à União. Por isso, a regra geral é de proibição total, e qualquer ação fora das normas é tratada com rigor extremo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei Federal nº 5.197/1967 (Código de Caça):</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 1º Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Comentário do Especialista:</strong> O javali é uma &#8220;espécie exótica invasora&#8221;. Por não ser nativo do Brasil, ele não goza da proteção desta lei, mas o senhor só pode abatê-lo se estiver rigorosamente enquadrado como &#8220;controlador&#8221; autorizado. Sem a papelada correta, o abate de um javali é tratado pela fiscalização com o mesmo rigor do abate de uma onça ou de um mico-leão. <strong>Não se engane: sem registro, você é caçador ilegal; com registro, você é agente de manejo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. A &#8220;Legítima Defesa&#8221; da Lavoura: O que diz a Lei de Crimes Ambientais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Lei nº 9.605/1998</strong> prevê que não há crime quando o abate é feito para proteger a produção, mas impõe uma condição inegociável: a autorização prévia da autoridade competente.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei nº 9.605/1998:</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 37. Não é crime o abate de animal, quando realizado: [&#8230;] II &#8211; para proteger lavouras, pomares e rebanhos da ação voraz ou destruidora de animais, desde que legal e expressamente autorizado pela autoridade competente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A &#8220;autoridade competente&#8221; no Brasil é o <strong>IBAMA</strong>. O sistema oficial para isso é o <strong>SIMAF (Sistema de Monitoramento de Fauna)</strong>. Se o senhor não tem o registro ativo no SIMAF, a sua &#8220;legítima defesa da lavoura&#8221; não será aceita judicialmente. É como dirigir um carro: você pode saber dirigir, mas sem a CNH, você está fora da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. O Novo Cenário de Fiscalização em 2026: A Polícia Federal no Comando</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança mais drástica para o homem do campo em 2025/2026 foi a transição da fiscalização de armas. O Exército agora divide o protagonismo com a <strong>Polícia Federal</strong>, que restabeleceu critérios severos sob o <strong>Decreto nº 11.615/2023</strong>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Caça Excepcional (Manejo):</strong> O Art. 39 do Decreto 11.615/2023 define que a caça excepcional tem finalidade exclusiva de controle de fauna invasora e exige documento do IBAMA que indique a espécie, o perímetro e as pessoas autorizadas.</li>



<li><strong>Guia de Tráfego (GT):</strong> Nunca saia da sede da fazenda com a arma sem a GT específica para controle de fauna. Em 2026, a PF passou a exigir vistorias mais frequentes e comprovação de idoneidade técnica e psicológica para o manejo de armas de maior calibre, necessárias para enfrentar um animal de grande porte como o javali.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Lei Mineira nº 25.625/2025: O seu Escudo Estadual</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Estadual de Minas Gerais é inovadora ao permitir o controle em qualquer época e quantidade. Ela oficializa o javali como animal nocivo e autoriza o senhor a agir em solo mineiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Lei Estadual:</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Art. 1º – Ficam autorizados o controle populacional e o manejo sustentável do javali-europeu [&#8230;] em todas as suas formas, linhagens, raças e diferentes graus de cruzamento vivendo em liberdade no Estado&#8230;&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instrução prática:</strong> A lei estadual é o seu &#8220;escudo&#8221; local, mas a conformidade federal é a sua &#8220;garantia de liberdade&#8221;. Se o senhor abater javalis sob o amparo da lei mineira, mas não informar ao IBAMA através do relatório trimestral do SIMAF, a Polícia Federal poderá autuá-lo por crime federal. <strong>As duas leis devem caminhar juntas na sua pasta de documentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. GUIA DE PROIBIÇÕES CRÍTICAS (Destaque Obrigatório)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o senhor não seja induzido a erro por boatos, grave estas três regras fundamentais que, se descumpridas, levam à prisão:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO</u></strong><strong>:</strong> É terminantemente proibida a venda, cessão onerosa ou comércio de carne, couro ou partes do javali. O controle é uma atividade de saneamento e defesa, <strong>NUNCA UMA ATIVIDADE COMERCIAL</strong>. Vender carne de javali é crime sanitário e ambiental.</li>



<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE TRANSPORTE VIVO</u></strong><strong>:</strong> É estritamente proibido o transporte do animal vivo. O abate deve ocorrer no local da captura. Transportar javalis vivos é considerado crime grave contra a sanidade agropecuária, pois espalha doenças por onde o caminhão passa.</li>



<li><strong><u>PROIBIÇÃO DE MAUS-TRATOS</u></strong><strong>:</strong> O abate deve ser rápido e humanitário. É vedado o uso de métodos cruéis, venenos ou armadilhas que causem sofrimento prolongado. O uso de cães é permitido em algumas situações, mas deve seguir regras rígidas para não ferir a lei de maus-tratos.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Como e Onde Consultar os Órgãos Públicos: O Passo a Passo Prático</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tome decisões por &#8220;ouvir dizer&#8221;. Em 2026, a consulta digital é obrigatória e eficiente. Veja como o senhor deve proceder:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>IBAMA (SIMAF):</strong> Acesse o site oficial do IBAMA e procure por &#8220;SIMAF&#8221;. O primeiro passo é fazer o <strong>Cadastro Técnico Federal (CTF)</strong>. É lá que o senhor obtém a declaração de manejo. <strong>Dica:</strong> Guarde o número do protocolo sempre com você durante o manejo.</li>



<li><strong>Polícia Federal (SISGPAR):</strong> Para questões de armas e transporte, consulte o portal da Polícia Federal. Verifique se o seu modelo de arma ainda é permitido para o manejo de fauna exótica. Em 2026, as vistorias de armamento ficaram mais rigorosas, então mantenha seu acervo em dia.</li>



<li><strong>IEF e IMA (Minas Gerais):</strong> O <strong>Instituto Estadual de Florestas (IEF)</strong> orienta sobre a aplicação da Lei 25.625 no estado. Já o <strong>Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)</strong> deve ser consultado imediatamente se o senhor notar qualquer comportamento estranho nos animais abatidos (sinais de doenças). Eles podem coletar amostras para garantir que seu rebanho está seguro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: Protegendo o Presente e Planejando o Futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O controle do javali é uma necessidade para a sobrevivência do campo mineiro. No entanto, em 2026, a defesa do patrimônio exige organização e respeito às leis. Mantenha sua documentação em dia antes de carregar a arma. A lei protege o produtor prevenido, mas pune com rigor o desatento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o manejo de fauna exige estratégia e conformidade legal para evitar riscos ao seu patrimônio, a gestão da sua propriedade e a sucessão familiar também demandam um planejamento jurídico sólido. Proteger o que você construiu hoje é o primeiro passo para garantir que as futuras gerações recebam um legado seguro e livre de conflitos judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso precise de ajuda para entender melhor algum desses pontos, eu posso auxiliá-lo.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes Pesquisadas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Constituição Federal de 1988 (Art. 24).</li>



<li>Lei Federal nº 5.197/1967 (Código de Caça).</li>



<li>Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).</li>



<li>Lei Estadual de Minas Gerais nº 25.625/2025.</li>



<li>Decreto Federal nº 11.615/2023 (Regulamentação de Armas e Caça Excepcional).</li>



<li>Instruções Normativas do IBAMA (SIMAF).</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong> (<em>Planejamento Sucessório (Holding)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone para contato: (31) 98837-0733</p>



<p class="wp-block-paragraph">E-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</p>
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		<title>IBS e CBS são impostos que ninguém conseguirá escapar &#8211; Como proteger seu lucro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:20:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por José Luiz Corrêa, advogado A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado. Com a chegada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>José Luiz Corrêa</strong>, advogado</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fazenda moderna não é mais apenas um lugar de plantar e colher. Hoje, dentro da porteira, temos uma verdadeira empresa: você aluga pasto, arrenda galpão, presta serviço de destoca para o vizinho, vende madeira de reflorestamento e ainda tira o sustento da lavoura e do gado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Lei Complementar nº 214/2025 e a Lei complementar 227/2026, o governo mudou a forma de cobrar impostos sobre tudo isso. Agora, o produtor rural precisa entender que o fisco olha para a fazenda como um &#8220;pacote de negócios&#8221;.<br>Dia 29/04/2026 foi publicado o regulamento (<a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%2012.955-2026?OpenDocument">DECRETO Nº 12.955, DE 29 DE ABRIL DE</a> 2026), agora não tem mais desculpas, todos terão que se adaptar a essa nova forma de tributação e o prazo é curto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O &#8220;Número Mágico&#8221;: R$3,6&nbsp;milhões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começa com o seu faturamento bruto anual. O valor de R$3,6&nbsp;milhões é o divisor de águas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abaixo disso: Você é considerado &#8220;Não Contribuinte&#8221;. O governo te deixa fora da burocracia principal, mas você fica dependente do sistema de &#8220;crédito presumido&#8221;.</li>



<li>Acima disso: Você é &#8220;Contribuinte Obrigatório&#8221;. Precisa emitir notas com os novos impostos (IBS e CBS) e fazer a contabilidade completa.</li>



<li>O Pulo do Gato: Esse limite não é só da venda do boi ou da soja. O governo soma toda a sua renda. Se você ganhou R$2 milhões com a soja e R$1,7 milhões alugando galpões na cidade ou prestando serviços, você passou do limite e virou contribuinte obrigatório.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O que gera imposto na fazenda? (Os Fatos Geradores)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o IBS e a CBS incidem sobre quase tudo o que você faz:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Venda de Produção (Grãos e Animais): Fato gerador principal. No momento da saída da carga, o imposto acontece, mas com desconto de 60% na alíquota.</li>



<li>Aluguel de Pasto e Galpões: Perigo! Aluguel tem regra própria (regime imobiliário). Se misturar o dinheiro do aluguel com o do gado sem separar na contabilidade, pode pagar a alíquota cheia (sem desconto) sobre tudo.</li>



<li>Serviços (Destoca, Frete): Usar máquinas na terra do vizinho é prestação de serviço. O imposto incide aqui e a alíquota pode ser diferente do produto rural.</li>



<li>Parcerias e Integração: Se você é integrado (aves/suínos), a lei te trata como não contribuinte, mas você deve validar os créditos para a integradora não perder dinheiro.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="472" height="473" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg" alt="" class="wp-image-2936" style="aspect-ratio:0.9979010494752624;width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01.jpg 472w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-300x300.jpg 300w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/05/260507-Ibs-01-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. A Estratégia: Ser ou não ser Contribuinte?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você fatura menos de R$3,6&nbsp;milhões, tem uma escolha que pode salvar ou queimar seu lucro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vantagens de ser Contribuinte: Recupera o imposto pago no diesel, máquinas e adubos (créditos); paga apenas 40% da alíquota na venda; e tem preferência de compra por Tradings e Frigoríficos.</li>



<li>Vantagens de ficar de fora: Menos burocracia e contabilidade simplificada. Mas cuidado: você terá que validar cada venda no computador para que o comprador não perca o crédito e peça desconto no seu preço.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O Impacto no seu Fluxo de Caixa: Por que isso é uma &#8220;Guerra de Margens&#8221;?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo sistema, o imposto não é mais apenas um custo, mas um ativo financeiro.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para o Grande Empreendimento: O IBS e a CBS pagos na compra de tecnologia e infraestrutura geram créditos que podem zerar o imposto da venda. A gestão tributária vira lucro direto no caixa.</li>



<li>Para o Pequeno Produtor: Sua competitividade depende da sua &#8220;saúde digital&#8221;. Se você não validar sua venda no sistema, o seu produto ficará &#8220;caro&#8221; para o comprador. No mercado moderno, ninguém quer pagar pelo imposto que o fornecedor não validou.</li>



<li>O Governo traçou regras para proteger o pequeno produtor rural, contudo, tudo é uma questão de colocar todos os cálculos no papel e avaliar o que é melhor para o produtor rural, onde e como ele irá economizar no imposto a ponto de aumentar a sua rentabilidade e competitividade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. O Perigo das &#8220;Atividades Mistas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos empresários rurais usam um único CNPJ para tudo. Se você planta e também faz loteamento ou aluga imóveis, tem receitas mistas. A lei exige separar essas &#8220;gavetas&#8221;. A atividade rural tem benefício; a imobiliária não. Jogar tudo no mesmo bolo atrai multas pesadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. O Calendário de Setembro: A incerteza do Crédito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor do crédito para quem compra de produtor pequeno mudará todo ano em setembro. Em contratos de longo prazo, é vital colocar uma cláusula prevendo ajuste de preço caso o governo mude essa regra, protegendo sua margem de lucro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: O que fazer agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não aceita mais o &#8220;jeitinho&#8221;.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Organize suas receitas: Saiba quanto vem da roça, quanto vem de serviços e quanto vem de aluguéis.</li>



<li>Faça as contas: Avalie com seu contador se os créditos das compras (diesel/máquinas) compensam a tributação da venda.</li>



<li>Não fuja da tecnologia: Mesmo o pequeno precisará de acesso ao sistema para não travar o dinheiro da venda.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo: No novo sistema, quem se organizar primeiro e souber gerir seus créditos, vai lucrar mais e dominar o mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>José Luiz Corrêa da Silva &#8211; Advogado</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Telefone para contato 31 98837 0733</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>e-mail: jlcorreadasilvaholding@gmail.com</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mastite: o problema silencioso que afeta a qualidade do leite</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 00:56:53 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">A mastite é uma das principais enfermidades que impactam a pecuária leiteira, sendo responsável por prejuízos significativos tanto na produção quanto na qualidade do leite. Muitas vezes silenciosa, especialmente em sua forma subclínica, a doença pode evoluir sem sinais visíveis, comprometendo a saúde do rebanho e reduzindo a rentabilidade da atividade.<br>Caracterizada pela inflamação da glândula mamária, a mastite pode ser causada por diferentes tipos de microrganismos, sendo classificada, de forma geral, em mastite clínica e subclínica. A forma clínica é mais fácil de identificar, pois apresenta alterações visíveis no leite, como grumos, pus ou aspecto aquoso, além de inchaço e sensibilidade no úbere. Já a mastite subclínica não apresenta sinais aparentes, sendo detectada principalmente por meio de exames como a Contagem de Células Somáticas (CCS).<br>Mesmo sem sintomas visíveis, a mastite subclínica é responsável por grandes perdas. Ela reduz a produção de leite, altera sua composição — afetando teores de gordura, proteína e lactose — e compromete a qualidade da matéria-prima. Além disso, índices elevados de CCS podem resultar em penalizações ao produtor.<br>O controle da mastite começa com boas práticas de manejo, especialmente durante a ordenha. A higiene dos tetos é fundamental para evitar a entrada de microrganismos. A realização correta do pré-dipping, com tempo adequado de ação do produto, seguida da secagem com papel descartável, contribui significativamente para a redução da contaminação. O pós-dipping, por sua vez, é essencial para proteger o canal do teto após a ordenha, quando ele permanece mais vulnerável.<br>Locais úmidos, com presença de lama e acúmulo de matéria orgânica, favorecem a proliferação de bactérias causadoras de mastite ambiental. Manter camas, piquetes e áreas de descanso limpos e secos é uma medida simples, mas altamente eficaz na prevenção da doença.<br>A manutenção adequada dos equipamentos de ordenha também merece atenção. Teteiras desgastadas, falhas no vácuo ou pulsação irregular podem causar lesões nos tetos, facilitando a entrada de agentes infecciosos. Revisões periódicas garantem o bom funcionamento do sistema e contribuem para a saúde do úbere.<br>O monitoramento do rebanho é uma ferramenta indispensável. A realização de testes como o CMT permite identificar precocemente vacas com mastite subclínica, possibilitando intervenções rápidas. O acompanhamento dos resultados de CCS deve ser constante, auxiliando na tomada de decisões e no controle da doença dentro da propriedade.<br>È fundamental adotar medidas de manejo adequadas para vacas no período seco. A secagem bem conduzida reduz o risco de novas infecções e prepara o animal para a próxima lactação com melhores condições sanitárias.<br>Com disciplina na rotina, cuidados com o ambiente e acompanhamento técnico, é possível reduzir significativamente sua incidência, melhorar a qualidade do leite e aumentar a rentabilidade da atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dicas práticas para o controle da mastite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Realize corretamente o pré-dipping e o pós-dipping em todas as ordenhas<br>. Seque bem os tetos com papel descartável<br>. Mantenha camas e áreas de descanso sempre limpas e secas<br>. Faça manutenção periódica da ordenhadeira<br>. Utilize o CMT para identificar mastite subclínica<br>. Separe e trate rapidamente vacas com mastite clínica<br>. Acompanhe os índices de CCS do rebanho.<br>. Planeje corretamente a secagem das vacas.<br>.</p>
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