Cooperando de maio disponível na COOPERSETE

A COOPERANDO de 15 de maio está disponível gratuitamente na sede da Coopersete, casas agropecuárias e principais bancas de revista da cidade. A seguir, resumo das principais notícias.

Sete Lagoas e a Feira do Setor Florestal

Sete Lagoas sediará a Expo Minas Florestal de 19 a 21 de maio de 2026, com foco na indústria florestal, inovação e sustentabilidade.

  • Evento será no Parque de Exposições JK, reunindo maquinários, insumos e soluções para o setor.
  • Setor de reflorestamento é a maior cultura agrícola de Minas Gerais, com mais de 2,3 milhões de hectares de florestas plantadas.
  • Eucalipto representa 96,8% das árvores cultivadas, predominando na silvicultura.
  • A feira contará com eventos técnicos, como o 5º Encontro Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional, Viveirotech, Carvão Verde Brasil e o Evolution.
  • Objetivos incluem promover negócios, tecnologia, inovação, sustentabilidade e integração da cadeia produtiva.
  • Apoio do Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Lagoas, Sistema FAEMG/Senar e Prefeitura de Sete Lagoas, com parceria da AMIF.

Região de Sete Lagoas e Atividades Florestais

Sete Lagoas é uma cidade estratégica próxima a Belo Horizonte, com forte presença de empresas nos setores florestal, siderúrgico e de madeira de florestas plantadas.

  • Localizada a aproximadamente 80 km de Belo Horizonte e uma hora do aeroporto de Confins.
  • Abriga os principais elos da cadeia produtiva desses setores.
  • Participa de investigações ambientais e de manejo florestal (SIF).

Evento Técnico de Manejo do Milho

Produtores rurais são convidados para o primeiro evento técnico sobre manejo de milho para altas produtividades, promovido pelo Sindicato Rural de Sete Lagoas.

  • Data: 27 de junho, às 8h, no Parque de Exposições JK.
  • Objetivo: aprendizado, troca de experiências e atualização técnica.
  • Apoio de patrocinadores: Dekalb, Bioma, Fertiliti.
  • Apoiadores: Sindicato dos Produtores Rurais, Copersete, ABMS.
  • Atividades: conexão com o agro, balcão de negócios, palestras e networking.

Enfrentando a Seca na Produção de Leite

A seca impacta a produção leiteira, exigindo planejamento e manejo estratégico para manter a produtividade e reduzir custos.

  • Maio é um mês crucial para organizar reservas alimentares, revisar pastagens, cuidar da sanidade, preparar instalações e ajustar o manejo nutricional.
  • Com menos chuva, a qualidade do capim diminui, reduzindo a produção de massa verde e aumentando a necessidade de compra de ração mais cara.
  • Recomenda-se produção de silagem de milho ou sorgo, corte e armazenamento de cana, produção de feno, formação de capineiras e planejamento de suplementação mineral e proteica.
  • Planejamento antecipado evita perdas, melhora a eficiência e garante a manutenção da produção, qualidade do leite e rentabilidade.
  • Revisão da dieta do rebanho deve equilibrar energia, proteína, fibra, minerais e volumoso, com acompanhamento técnico.
  • Silagem bem feita é uma alternativa eficiente e econômica, exigindo ponto correto de colheita, compactação e vedação adequada.
  • Controle de superpastejo e reserva de piquetes estratégicos ajudam na recuperação das pastagens.
  • Vacas leiteiras continuam exigindo 60 a 100 litros de água limpa por dia, mesmo na seca.
  • Maio também é período para reforçar a sanidade, com foco na mastite, higiene na ordenha, vacinação, vermifugação e controle de doenças respiratórias e de casco.

Importância da Suplementação na Seca

A suplementação é fundamental para manter a sanidade, eficiência reprodutiva e produtividade do rebanho durante a seca.

  • Quando o pasto seca, a suplementação evita prejuízos na produção e na reprodução, nutrindo as bactérias do rúmen.
  • Oferecer proteína, energia ou sal proteinado melhora a digestão do capim seco e fortalece o sistema imunológico do animal.
  • Animais bem nutridos mantêm sistema imunológico fortalecido, reduzindo vulnerabilidade a doenças e parasitas.
  • Para cria e recria, a suplementação é essencial para evitar perda de escore corporal, melhorar taxas de concepção e produção de leite.
  • Manejo de cocho e qualidade da água são essenciais para retorno do investimento.
  • Planejamento de suplementação deve considerar manejo de cocho, água limpa e adequada, além de controle de doenças.
  • Investir na suplementação estratégica é um gasto que se transforma em investimento na saúde e produtividade do rebanho.

Controle de Carrapatos e Plantas Tóxicas

A aplicação de carrapaticidas deve ser feita de forma estratégica para evitar infestações e problemas de saúde.

  • Tratamento de todos os animais 5 a 6 vezes ao ano, com intervalos de 21 dias.
  • Melhor período de controle na região Sul, Sudeste e Centro-Oeste é de outubro a dezembro ou janeiro a março.
  • Na região Nordeste, o controle deve focar nos meses que antecedem o período chuvoso, com atenção ao crescimento de carrapatos no inverno.
  • Manejo de pastagens deve evitar superpastejo, que degrada a pastagem e favorece plantas tóxicas.
  • Conhecer e combater plantas tóxicas na região é importante para evitar intoxicações nos animais.

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