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	<title>UFSJ Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura Regional na UFSJ, em 15 de maio</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 01:56:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) promove, dia 15 de MAIO, o 2º Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura na Região Central Mineira. O evento tem como principal objetivo difundir conhecimentos técnicos, científicos e tecnológicos, promovendo a troca de experiências entre produtores, pesquisadores, técnicos e estudantes. A proposta vai além da simples transmissão [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) promove, dia 15 de MAIO, o 2º Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura na Região Central Mineira. O evento tem como principal objetivo difundir conhecimentos técnicos, científicos e tecnológicos, promovendo a troca de experiências entre produtores, pesquisadores, técnicos e estudantes. A proposta vai além da simples transmissão de conteúdo: busca incentivar a diversificação produtiva, ampliar a adoção de tecnologias no campo e fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão.</p>





<p class="wp-block-paragraph"><strong>Café: força econômica e nova fronteira regional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais segue como o maior produtor de café do Brasil, sendo referência mundial na produção e qualidade do grão. Dentro desse cenário, a região Central Mineira começa a se destacar como uma nova área promissora, mesmo diante de desafios relacionados às condições edafoclimáticas — especialmente solo e clima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Avanços recentes têm mostrado que, com manejo adequado, escolha correta de cultivares e uso de tecnologias modernas, é possível viabilizar a produção de café em áreas antes consideradas pouco aptas. Esse movimento abre novas oportunidades para produtores locais, que passam a enxergar na cafeicultura uma alternativa estratégica de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o cenário internacional favorece esse avanço. O mercado global de café tem apresentado valorização consistente, o que estimula agricultores a investir na cultura e diversificar suas atividades produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação prática e foco no produtor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro será realizado em um único dia, 15 de MAIO, com programação distribuída entre manhã e tarde. As atividades incluem credenciamento, abertura oficial, palestra técnica e uma série de estações práticas organizadas em estandes temáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses estandes abordarão temas essenciais para o sucesso da cafeicultura na região, como: Adaptação de cultivares, Manejo fitossanitário, Fertilidade do solo, Tecnologias de pós-colheita, Irrigação e Crédito Rural.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A dinâmica será baseada na rotação de grupos, com duração média de 20 minutos por estação, permitindo contato direto com especialistas e troca de experiências de forma prática e objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente de eventos acadêmicos tradicionais, não haverá submissão de trabalhos científicos nem cobrança de taxa de inscrição. A prioridade é a difusão de tecnologias, o compartilhamento de experiências de campo e o diálogo técnico entre os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parcerias que fortalecem o setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento conta com o apoio do Departamento de Ciências Agrárias e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias da UFSJ, além de importantes instituições públicas e privadas ligadas ao agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os parceiros estão Embrapa Milho e Sorgo, Emater-MG, Epamig, Senar, Sicredi, Syngenta, além de empresas locais e o apoio da Prefeitura de Sete Lagoas. Essa rede reforça a importância do encontro como espaço estratégico para o desenvolvimento regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um passo importante para o futuro da cafeicultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um evento técnico, o 2º Encontro para o Desenvolvimento da Cafeicultura representa um movimento de transformação. Ao promover conhecimento, inovação e integração entre diferentes agentes do setor, a iniciativa contribui diretamente para consolidar a cafeicultura na Região Central Mineira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para produtores, estudantes e profissionais do agro, trata-se de uma oportunidade única de aprendizado e conexão — um passo importante rumo a uma cafeicultura mais forte, sustentável e adaptada às novas realidades do campo.</p>
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		<title>Cafés especiais na região de Sete Lagoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 00:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Thais Sampaio Martins, acadêmica de Engenharia Agronômica da UFSJ Há cerca de 8 anos, o Grupo de Estudos em Cafeicultura (GECAF), do Departamento de Engenharia Agronômica da UFSJ, sob a direção do Prof. Dr. Amilton Ferreira da Silva, vem dedicando esforços à pesquisa. O foco: identificar e adaptar as variedades de Café Arábica que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por <strong>Thais Sampaio Martins</strong>, acadêmica de Engenharia Agronômica da UFSJ</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há cerca de 8 anos, o Grupo de Estudos em Cafeicultura (GECAF), do Departamento de Engenharia Agronômica da UFSJ, sob a direção do Prof. Dr. Amilton Ferreira da Silva, vem dedicando esforços à pesquisa. O foco: identificar e adaptar as variedades de Café Arábica que melhor prosperam no microclima e solo de Sete Lagoas e seu entorno. Essa iniciativa de produção de cafés especiais ganhou força, em grande parte, porque o próprio campus de Sete Lagoas já produz café especial em sua área de experimentos, comprovando o potencial da região. Em análises realizadas, os cafés alcançaram mais de 80 pontos (pontuação acima da qual, o café é classificado como especial). “É uma pesquisa valiosa que nos deu a segurança de que o café de alta qualidade é uma realidade possível aqui”, afirma Thais Sampaio Martins, acadêmica da UFSJ e membro ativa do GECAF, que tem acompanhado de perto a jornada dos primeiros produtores. Recentemente, este conhecimento acadêmico deu um salto para a prática. Há pouco mais de um ano, o GECAF iniciou um projeto de extensão visando levar esse conhecimento e tecnologia diretamente aos pequenos produtores rurais. A meta é ousada e inspiradora: implantar cerca de 50 mil pés de café tipo exportação na região até 2030, construindo uma nova e rentável cultura de cultivo e manejo de café especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agricultura Regenerativa: Qualidade com Sustentabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diferencial deste projeto está na sua filosofia de produção. As técnicas de implantação e manejo das lavouras seguem um rigoroso padrão baseado no conceito de Agricultura Regenerativa. Este modelo prioriza a reconstrução dos Biomas do solo e a saúde do ecossistema, utilizando intensamente a biotecnologia. O resultado é uma drástica minimização no uso de fertilizantes e defensivos químicos, garantindo não apenas a qualidade do grão, mas também a sustentabilidade a longo prazo. As mudas, por exemplo, são produzidas a partir de sementes pré-selecionadas pela renomada Fundação ProCafé, garantindo um alto padrão genético desde o início.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parcerias de Sucesso e Resultados de Produtividade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pioneiros a embarcar nesta fase de implantação é o Sr. Remo Lucioli, que está iniciando uma lavoura com mais de 10 mil pés de Café Arábica em sua propriedade. “Decidi pelo plantio do Café Arábica depois de ver a qualidade e robustez dos estudos realizados pela UFSJ”, conta o Sr. Remo. Ele ressalta, no entanto, que o sucesso da implantação passa pela integração de forças: “Sem o apoio e a assessoria prestados pela Emater, Senar e principalmente do GECAF/UFSJ, seria impossível implantar e manejar uma cultura como o Café Arábica em nossa região.” As cultivares escolhidas para iniciar o plantio do Sr. Remo já são fruto de resultados de desempenho superior nos experimentos da Universidade. A expectativa de colheita do Sr. Remo é um testemunho do potencial regional: ele projeta colher mais de 80 sacas por hectare, um número significativamente acima da média nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um Futuro no Mapa Cafeeiro Nacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto da UFSJ tem uma clara conotação de promoção e integração socioeconômica para os pequenos produtores. Ao criar uma cultura de cafés de alta qualidade, Sete Lagoas e região deverão ganhar destaque no cenário cafeeiro de Minas Gerais e do Brasil. Até 2030, a expectativa é agregar cerca de 200 pequenos e médios produtores, reunindo a produção de aproximadamente 50 mil pés de Café Arábica. Este esforço coletivo não apenas eleva a renda e o padrão de vida no campo, mas consolida Sete Lagoas como um novo polo de excelência em café especial no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="567" height="756" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-Cafe-02.jpg" alt="" class="wp-image-2807" style="width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-Cafe-02.jpg 567w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-Cafe-02-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Liderado pelo conhecimento científico da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), campus Sete Lagoas, um projeto ambicioso está florescendo, com o objetivo de inserir a região no mapa da produção de Cafés Arábica Especiais com um toque de inovação e sustentabilidade</em></figcaption></figure>
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