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	<title>Artigo Técnico Archives - Revista Tempo Verde</title>
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	<title>Artigo Técnico Archives - Revista Tempo Verde</title>
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		<title>Mastite: o problema silencioso que afeta a qualidade do leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 00:56:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mastite é uma das principais enfermidades que impactam a pecuária leiteira, sendo responsável por prejuízos significativos tanto na produção quanto na qualidade do leite. Muitas vezes silenciosa, especialmente em sua forma subclínica, a doença pode evoluir sem sinais visíveis, comprometendo a saúde do rebanho e reduzindo a rentabilidade da atividade.Caracterizada pela inflamação da glândula [&#8230;]</p>
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<p>A mastite é uma das principais enfermidades que impactam a pecuária leiteira, sendo responsável por prejuízos significativos tanto na produção quanto na qualidade do leite. Muitas vezes silenciosa, especialmente em sua forma subclínica, a doença pode evoluir sem sinais visíveis, comprometendo a saúde do rebanho e reduzindo a rentabilidade da atividade.<br>Caracterizada pela inflamação da glândula mamária, a mastite pode ser causada por diferentes tipos de microrganismos, sendo classificada, de forma geral, em mastite clínica e subclínica. A forma clínica é mais fácil de identificar, pois apresenta alterações visíveis no leite, como grumos, pus ou aspecto aquoso, além de inchaço e sensibilidade no úbere. Já a mastite subclínica não apresenta sinais aparentes, sendo detectada principalmente por meio de exames como a Contagem de Células Somáticas (CCS).<br>Mesmo sem sintomas visíveis, a mastite subclínica é responsável por grandes perdas. Ela reduz a produção de leite, altera sua composição — afetando teores de gordura, proteína e lactose — e compromete a qualidade da matéria-prima. Além disso, índices elevados de CCS podem resultar em penalizações ao produtor.<br>O controle da mastite começa com boas práticas de manejo, especialmente durante a ordenha. A higiene dos tetos é fundamental para evitar a entrada de microrganismos. A realização correta do pré-dipping, com tempo adequado de ação do produto, seguida da secagem com papel descartável, contribui significativamente para a redução da contaminação. O pós-dipping, por sua vez, é essencial para proteger o canal do teto após a ordenha, quando ele permanece mais vulnerável.<br>Locais úmidos, com presença de lama e acúmulo de matéria orgânica, favorecem a proliferação de bactérias causadoras de mastite ambiental. Manter camas, piquetes e áreas de descanso limpos e secos é uma medida simples, mas altamente eficaz na prevenção da doença.<br>A manutenção adequada dos equipamentos de ordenha também merece atenção. Teteiras desgastadas, falhas no vácuo ou pulsação irregular podem causar lesões nos tetos, facilitando a entrada de agentes infecciosos. Revisões periódicas garantem o bom funcionamento do sistema e contribuem para a saúde do úbere.<br>O monitoramento do rebanho é uma ferramenta indispensável. A realização de testes como o CMT permite identificar precocemente vacas com mastite subclínica, possibilitando intervenções rápidas. O acompanhamento dos resultados de CCS deve ser constante, auxiliando na tomada de decisões e no controle da doença dentro da propriedade.<br>È fundamental adotar medidas de manejo adequadas para vacas no período seco. A secagem bem conduzida reduz o risco de novas infecções e prepara o animal para a próxima lactação com melhores condições sanitárias.<br>Com disciplina na rotina, cuidados com o ambiente e acompanhamento técnico, é possível reduzir significativamente sua incidência, melhorar a qualidade do leite e aumentar a rentabilidade da atividade.</p>



<p><strong>Dicas práticas para o controle da mastite</strong></p>



<p>. Realize corretamente o pré-dipping e o pós-dipping em todas as ordenhas<br>. Seque bem os tetos com papel descartável<br>. Mantenha camas e áreas de descanso sempre limpas e secas<br>. Faça manutenção periódica da ordenhadeira<br>. Utilize o CMT para identificar mastite subclínica<br>. Separe e trate rapidamente vacas com mastite clínica<br>. Acompanhe os índices de CCS do rebanho.<br>. Planeje corretamente a secagem das vacas.<br>.</p>
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		<title>Verão: época crítica para verminoses e ectoparasitas em equinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verão é, tradicionalmente, o período de maior desafio sanitário na criação de cavalos. As altas temperaturas associadas à maior umidade criam condições ideais para a multiplicação de parasitas internos (verminoses) e externos (ectoparasitas), impactando diretamente a saúde, o desempenho e o bem-estar dos equinos. O controle eficiente nessa época exige conhecimento dos ciclos dos [&#8230;]</p>
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<p>O verão é, tradicionalmente, o período de maior desafio sanitário na criação de cavalos. As altas temperaturas associadas à maior umidade criam condições ideais para a multiplicação de parasitas internos (verminoses) e externos (ectoparasitas), impactando diretamente a saúde, o desempenho e o bem-estar dos equinos. O controle eficiente nessa época exige conhecimento dos ciclos dos parasitas, estratégias corretas de verificação e um manejo rotacional bem planejado.</p>



<p><strong>Por que o verão favorece os parasitas?</strong></p>



<p>O calor acelera o desenvolvimento das formas infectantes dos parasitas no ambiente. Ovos e larvas presentes nas fezes evoluem mais rapidamente nas pastagens, enquanto moscas, carrapatos e outros ectoparasitas encontram condições ideais para reprodução. Com isso, a pressão parasitária aumenta significativamente, elevando o risco de infecções maciças, especialmente em potros, animais idosos ou submetidos a estresse nutricional e de manejo.</p>



<p><strong>Principais parasitas internos e seus ciclos</strong></p>



<p>As verminoses mais comuns em equinos são causadas por pequenos estrôngilos (ciatostomíneos), grandes estrôngilos, ascarídeos (principalmente em animais jovens) e cestódeos.</p>



<p>De forma simplificada, o ciclo ocorre assim:</p>



<p>O animal elimina ovos nas fezes;</p>



<p>Esses ovos evoluem para larvas infectantes no ambiente, principalmente na pastagem;</p>



<p>O cavalo se infecta ao ingerir essas larvas durante o pastejo;</p>



<p>As larvas se desenvolvem no trato digestivo, podendo causar lesões, inflamações e perda de eficiência digestiva.</p>



<p>No verão, esse ciclo se completa mais rapidamente, aumentando a carga parasitária em curto espaço de tempo.</p>



<p><strong>Ectoparasitas: mais que incômodo</strong></p>



<p>Moscas, mutucas, carrapatos e piolhos (estes últimos mais comuns no inverno, mas ainda possíveis) não causam apenas desconforto. Eles provocam estresse, perda de condição corporal, feridas, reações alérgicas e podem atuar como vetores de doenças. A infestação intensa leva o animal a gastar energia excessiva se defendendo, prejudicando ganho de peso, desempenho esportivo e até a reprodução.</p>



<p><strong>Estratégias de verificação: tratar com critério</strong></p>



<p>O controle moderno de parasitas não se baseia mais em vermifugações indiscriminadas. A estratégia mais eficiente é o monitoramento.</p>



<p>Exame de fezes (OPG – ovos por grama): permite identificar quais animais realmente necessitam de tratamento e em que intensidade.</p>



<p>Avaliação clínica: perda de peso, pelagem opaca, cólicas recorrentes, diarreia ou queda de desempenho são sinais de alerta.</p>



<p>Observação do ambiente: presença excessiva de moscas, áreas de fezes acumuladas e pastagens superpastejadas indicam maior risco.</p>



<p>Essa abordagem reduz custos, evita resistência aos vermífugos e mantém a eficácia dos princípios ativos disponíveis.</p>



<p><strong>Manejo rotacional: peça-chave do controle</strong></p>



<p>O manejo das pastagens é tão importante quanto o uso de medicamentos.</p>



<p>Boas práticas incluem:</p>



<p>Rotação de pastagens, permitindo períodos de descanso suficientes para reduzir a sobrevivência das larvas;</p>



<p>Evitar superlotação, pois aumenta drasticamente a contaminação do solo;</p>



<p>Recolhimento periódico das fezes, principalmente em piquetes menores;</p>



<p>Alternância de espécies (como bovinos após equinos), quando possível, ajudando a quebrar o ciclo dos parasitas específicos dos cavalos.</p>



<p>No caso dos ectoparasitas, o manejo ambiental deve incluir limpeza de cochos, controle de matéria orgânica úmida e, quando indicado, uso criterioso de armadilhas, repelentes e inseticidas registrados.</p>



<p><strong>Integração é a palavra chave</strong></p>



<p>No verão, o controle de parasitas em equinos deve ser integrado: conhecimento do ciclo biológico, monitoramento constante e manejo correto do ambiente. O uso racional de vermífugos e produtos contra ectoparasitas, aliado a boas práticas de manejo, resulta em animais mais saudáveis, produtivos e longevos.</p>



<p>Investir em prevenção e estratégia é sempre mais eficiente — e mais barato — do que tratar as consequências de infestações severas em plena estação mais crítica do ano.</p>
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		<title>Fevereiro no campo: cuidados essenciais para manter a qualidade do leite no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 17:26:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de fevereiro impõe desafios importantes à produção leiteira. Calor intenso, alta umidade e chuvas frequentes criam um ambiente favorável à queda da qualidade do leite, exigindo atenção redobrada do produtor em todas as etapas do processo produtivo. Nesse período, manter bons índices de qualidade não depende apenas de genética ou alimentação, mas, principalmente, [&#8230;]</p>
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<p>O mês de fevereiro impõe desafios importantes à produção leiteira. Calor intenso, alta umidade e chuvas frequentes criam um ambiente favorável à queda da qualidade do leite, exigindo atenção redobrada do produtor em todas as etapas do processo produtivo. Nesse período, manter bons índices de qualidade não depende apenas de genética ou alimentação, mas, principalmente, de manejo, higiene e rapidez no resfriamento do leite.</p>



<p>O estresse térmico é um dos principais fatores que afetam a qualidade da matéria-prima durante o verão. Vacas submetidas a temperaturas elevadas reduzem o consumo de matéria seca, o que impacta diretamente a produção e a composição do leite, com queda nos teores de gordura e proteína. Além disso, o estresse térmico compromete o sistema imunológico dos animais, aumentando a susceptibilidade a mastites, especialmente as de origem ambiental, comuns nessa época do ano.</p>



<p>O conforto animal deve ser encarado como uma ferramenta direta de melhoria da qualidade do leite. Sombras naturais ou artificiais, ventilação adequada, acesso irrestrito à água limpa e fresca e manejo que evite longos períodos de espera antes da ordenha ajudam a minimizar os efeitos do calor. Pequenas melhorias no ambiente refletem em maior bem-estar, menor incidência de doenças e leite de melhor qualidade no tanque.</p>



<p>Outro ponto crítico em fevereiro é a higiene na ordenha. O excesso de lama nos piquetes, corredores e áreas de espera favorece a contaminação dos tetos, elevando os riscos de aumento da Contagem Bacteriana Total. A rotina de ordenha precisa ser rigorosamente seguida, com atenção especial ao pré-dipping, tempo de ação do produto, secagem correta dos tetos com papel descartável e descarte dos primeiros jatos. O pós-dipping continua sendo indispensável para a proteção do teto após a ordenha.</p>



<p>O resfriamento rápido do leite é um dos fatores mais determinantes para a preservação da qualidade no verão. O leite deve atingir a temperatura de quatro graus no menor tempo possível após a ordenha. Em fevereiro, problemas como quedas de energia, sobrecarga dos tanques e falhas de manutenção tornam-se mais frequentes. Por isso, é fundamental realizar revisões periódicas nos equipamentos e garantir a correta limpeza do tanque.</p>



<p>A mastite merece atenção especial nessa época do ano. As mastites ambientais tendem a aumentar devido à umidade e à maior presença de microrganismos no ambiente. Manter camas secas, melhorar a drenagem das áreas de descanso e monitorar regularmente a Contagem de Células Somáticas são práticas essenciais. O acompanhamento da CCS deve ser visto como ferramenta de gestão.</p>



<p><strong>Dicas simples de manejo para o produtor no mês de fevereiro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite deixar as vacas esperando na sala de ordenha por longos períodos, especialmente sob sol ou calor excessivo.</li>



<li>Garanta água limpa, fresca e em quantidade suficiente nos piquetes e próximo à ordenha.</li>



<li>Mantenha corredores, áreas de espera e entradas da ordenha livres de lama sempre que possível.</li>



<li>Revise o funcionamento do tanque de resfriamento e do termostato ao menos uma vez por semana.</li>



<li>Nunca misture leite quente com leite já resfriado por longos períodos.</li>



<li>Troque regularmente as soluções de pré-dipping e pós-dipping.</li>



<li>Observe diariamente os tetos e descarte imediatamente vacas com sinais de mastite clínica.</li>



<li>Limpe bem o tanque e os equipamentos após cada coleta.</li>



<li>Utilize os resultados de CCS e CBT como ferramenta de correção, não apenas de controle.</li>
</ul>
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		<title>Tilápia: problema ou parte da solução ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 23:42:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A recente inclusão da tilápia em uma lista preliminar de espécies exóticas com potencial invasor reacendeu um debate antigo na piscicultura brasileira. A suspensão temporária dessa lista, anunciada para permitir novas consultas aos setores produtivos, evidencia a necessidade de cautela, diálogo e análise técnica em um tema que envolve produção de alimentos e conservação ambiental. [&#8230;]</p>
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<p>A recente inclusão da tilápia em uma lista preliminar de espécies exóticas com potencial invasor reacendeu um debate antigo na piscicultura brasileira. A suspensão temporária dessa lista, anunciada para permitir novas consultas aos setores produtivos, evidencia a necessidade de cautela, diálogo e análise técnica em um tema que envolve produção de alimentos e conservação ambiental.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2830" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-768x1024.jpeg 768w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-225x300.jpeg 225w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02-1152x1536.jpeg 1152w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260126-Tilapia-02.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>A produção responsável de peixe cultivado pode contribuir para reduzir a pressão da pesca sobre os estoques naturais</em></strong></figcaption></figure>



<p>Conceitualmente, a tilápia é classificada como exótica por não ser nativa do Brasil, tendo origem no continente africano, na bacia do rio Nilo. Essa condição, entretanto, não significa, por si só, que a espécie provoque desequilíbrios ambientais, o que justifica avaliações técnicas caso a caso.</p>



<p>O governo federal tem destacado que a iniciativa busca aprimorar medidas de controle e boas práticas produtivas, e não impor proibições ou inviabilizar cadeias consolidadas.</p>



<p>A tilapicultura brasileira opera sob mecanismos formais de licenciamento, monitoramento e controle ambiental e apresenta avanços tecnológicos. Investimentos em melhoramento genético ampliaram a eficiência produtiva, enquanto o controle reprodutivo e as práticas de manejo fazem com que a maior parte dos cultivos utilize peixes masculinizados, reduzindo os riscos de reprodução no ambiente natural.</p>



<p>Nesse contexto, a preocupação com eventuais escapes deve ser compreendida como estímulo ao aprimoramento das técnicas de produção.</p>



<p>Embora a pressão exercida pela pesca extrativa sobre a biodiversidade aquática seja amplamente reconhecida, o papel do cultivo de peixes como alternativa organizada à captura recebe menos atenção. Em bacias como a do rio São Francisco, estoques de espécies nativas vêm sendo reduzidos ao longo das últimas décadas em razão da sobrepesca associada a alterações ambientais.</p>



<p>Nesse cenário, o aumento do consumo de peixe cultivado, como a tilápia, contribui para reduzir a demanda por pescado oriundo da pesca extrativa.</p>



<p>Experiências internacionais reforçam essa lógica. Em escala global, a produção de salmão é hoje majoritariamente sustentada pela aquicultura, responsável por grande parte do abastecimento mundial, enquanto a captura de estoques selvagens permanece estável ou em declínio. Esse modelo demonstra que a produção organizada pode atender à demanda por pescado sem ampliar a pressão sobre populações naturais.</p>



<p>As características produtivas da tilápia — qualidade nutricional, oferta regular, facilidade de acesso e preço competitivo — explicam sua ampla aceitação no mercado brasileiro.</p>



<p>Ao oferecer uma alternativa contínua à pesca, o cultivo responsável de tilápias contribui para aliviar a pressão sobre espécies nativas e ambientes aquáticos sensíveis.</p>



<p>Proteger a biodiversidade brasileira é fundamental, mas esse objetivo precisa caminhar de forma integrada à produção sustentável de alimentos. Nesse sentido, a tilapicultura, quando bem regulada e tecnicamente conduzida, pode atuar como aliada na conciliação entre segurança alimentar, desenvolvimento regional e preservação dos recursos naturais.</p>



<p></p>
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		<title>Cafés especiais na região de Sete Lagoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloproprietario]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 00:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Técnico]]></category>
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		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[Coopersete]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Tempo Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Thais Sampaio Martins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Thais Sampaio Martins, acadêmica de Engenharia Agronômica da UFSJ Há cerca de 8 anos, o Grupo de Estudos em Cafeicultura (GECAF), do Departamento de Engenharia Agronômica da UFSJ, sob a direção do Prof. Dr. Amilton Ferreira da Silva, vem dedicando esforços à pesquisa. O foco: identificar e adaptar as variedades de Café Arábica que [&#8230;]</p>
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<p>Por <strong>Thais Sampaio Martins</strong>, acadêmica de Engenharia Agronômica da UFSJ</p>



<p>Há cerca de 8 anos, o Grupo de Estudos em Cafeicultura (GECAF), do Departamento de Engenharia Agronômica da UFSJ, sob a direção do Prof. Dr. Amilton Ferreira da Silva, vem dedicando esforços à pesquisa. O foco: identificar e adaptar as variedades de Café Arábica que melhor prosperam no microclima e solo de Sete Lagoas e seu entorno. Essa iniciativa de produção de cafés especiais ganhou força, em grande parte, porque o próprio campus de Sete Lagoas já produz café especial em sua área de experimentos, comprovando o potencial da região. Em análises realizadas, os cafés alcançaram mais de 80 pontos (pontuação acima da qual, o café é classificado como especial). “É uma pesquisa valiosa que nos deu a segurança de que o café de alta qualidade é uma realidade possível aqui”, afirma Thais Sampaio Martins, acadêmica da UFSJ e membro ativa do GECAF, que tem acompanhado de perto a jornada dos primeiros produtores. Recentemente, este conhecimento acadêmico deu um salto para a prática. Há pouco mais de um ano, o GECAF iniciou um projeto de extensão visando levar esse conhecimento e tecnologia diretamente aos pequenos produtores rurais. A meta é ousada e inspiradora: implantar cerca de 50 mil pés de café tipo exportação na região até 2030, construindo uma nova e rentável cultura de cultivo e manejo de café especial.</p>



<p><strong>Agricultura Regenerativa: Qualidade com Sustentabilidade</strong></p>



<p>O diferencial deste projeto está na sua filosofia de produção. As técnicas de implantação e manejo das lavouras seguem um rigoroso padrão baseado no conceito de Agricultura Regenerativa. Este modelo prioriza a reconstrução dos Biomas do solo e a saúde do ecossistema, utilizando intensamente a biotecnologia. O resultado é uma drástica minimização no uso de fertilizantes e defensivos químicos, garantindo não apenas a qualidade do grão, mas também a sustentabilidade a longo prazo. As mudas, por exemplo, são produzidas a partir de sementes pré-selecionadas pela renomada Fundação ProCafé, garantindo um alto padrão genético desde o início.</p>



<p><strong>Parcerias de Sucesso e Resultados de Produtividade</strong></p>



<p>Um dos pioneiros a embarcar nesta fase de implantação é o Sr. Remo Lucioli, que está iniciando uma lavoura com mais de 10 mil pés de Café Arábica em sua propriedade. “Decidi pelo plantio do Café Arábica depois de ver a qualidade e robustez dos estudos realizados pela UFSJ”, conta o Sr. Remo. Ele ressalta, no entanto, que o sucesso da implantação passa pela integração de forças: “Sem o apoio e a assessoria prestados pela Emater, Senar e principalmente do GECAF/UFSJ, seria impossível implantar e manejar uma cultura como o Café Arábica em nossa região.” As cultivares escolhidas para iniciar o plantio do Sr. Remo já são fruto de resultados de desempenho superior nos experimentos da Universidade. A expectativa de colheita do Sr. Remo é um testemunho do potencial regional: ele projeta colher mais de 80 sacas por hectare, um número significativamente acima da média nacional.</p>



<p><strong>Um Futuro no Mapa Cafeeiro Nacional</strong></p>



<p>O projeto da UFSJ tem uma clara conotação de promoção e integração socioeconômica para os pequenos produtores. Ao criar uma cultura de cafés de alta qualidade, Sete Lagoas e região deverão ganhar destaque no cenário cafeeiro de Minas Gerais e do Brasil. Até 2030, a expectativa é agregar cerca de 200 pequenos e médios produtores, reunindo a produção de aproximadamente 50 mil pés de Café Arábica. Este esforço coletivo não apenas eleva a renda e o padrão de vida no campo, mas consolida Sete Lagoas como um novo polo de excelência em café especial no país.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="567" height="756" src="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-Cafe-02.jpg" alt="" class="wp-image-2807" style="width:800px;height:auto" srcset="https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-Cafe-02.jpg 567w, https://tempoverde.agr.br/wp-content/uploads/2026/01/260119-Cafe-02-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Liderado pelo conhecimento científico da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), campus Sete Lagoas, um projeto ambicioso está florescendo, com o objetivo de inserir a região no mapa da produção de Cafés Arábica Especiais com um toque de inovação e sustentabilidade</em></figcaption></figure>
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